• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Educação Financeira

Consórcio ou financiamento imobiliário: qual vale mais a pena com a Selic em alta?

Em momentos de alta dos juros, o financiamento pode ser penalizado, enquanto os consórcios mantêm os preços

Foto para bio Camila Lutfi
Por Camila Lutfi

05/10/2024 | 7:00 Atualização: 07/10/2024 | 13:43

Financiamento imobiliário (Foto: Adobe Stock)
Financiamento imobiliário (Foto: Adobe Stock)

A Selic, taxa básica de juros do País, entrou em um novo ciclo de alta – agora cotada em 10,75% ao ano. Esse aumento pode ajudar alguns setores, como os investimentos em renda fixa, mas também desperta dúvidas em outros, como o segmento imobiliário. O financiamento de imóveis, por exemplo, costuma encarecer com a alta dos juros. Por outro lado, o consórcio de imóveis aparece como opção justamente porque suas taxas não são afetadas pela Selic.

Leia mais:
  • Contrato de gaveta: 5 documentos necessários para regularizar a matrícula do imóvel
  • Herança de imóvel com contrato de gaveta: como fica a transmissão do bem para os herdeiros?
  • Confira 4 formas de planejar a sua herança e evitar dor de cabeça
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

No entanto, especialistas entrevistados para esta matéria do Bora Investir revelaram que a compra de um imóvel por esses meios deve ser avaliada com cuidado, analisando pontos importantes como o perfil, o orçamento de cada cliente e a urgência na necessidade de comprar o bem.

Dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC) revelam que, em 2023, o setor de consórcio contava com 9,94 milhões de participantes. Esse número passou para 10,93 milhões até agosto deste ano, sendo os imóveis considerados como a segunda maior alta no volume de vendas nesse período. A entidade ainda espera alcançar um recorde de 11 milhões de consorciados no total.

Publicidade

Conteúdos e análises exclusivas para ajudar você a investir. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

O otimismo no cenário, contudo, não representa a perspectiva completa dos consumidores. Isso porque o Índice de Confiança do Setor de Consórcios (ICSC) recuou seis pontos em setembro, uma ligeira redução sobre as expectativas de curto prazo, e fechou em 62,2 pontos. Em julho, o índice estava em 68,2 pontos. Quanto mais perto de 100, mais otimista é o cenário para o setor, de acordo com a ABAC. Por outro lado, apesar do indicador de confiança ter recuado em setembro, o patamar de expectativas continua acima de 50 pontos, um ponto positivo para o setor.

O vice-presidente de negócios da Embracon, Luís Toscano, afirmou ao Bora Investir que esta oscilação reflete o momento atual da economia, com juros elevados, risco inflacionário e incerteza fiscal, além do endividamento das famílias, que têm priorizado o pagamento de dívidas em vez de realizar novos investimentos, incluindo a adesão a consórcios.

Ele ainda ressaltou que o sistema apresentou alta significativa em créditos comercializados, de janeiro a agosto. “Portanto, o setor de consórcios tem amplo espaço para crescimento, principalmente com a população prezando por um planejamento financeiro mais adequado às suas necessidades individuais e aos fatores macroeconômicos”.

Qual a diferença entre financiamento e consórcio?

A principal diferença entre financiamento e consórcio imobiliário está nos valores a serem pagos e na forma como são geridos os recursos até o final do contrato. Francis Silva, CFO do Mycon, explicou ao Bora Investir que, no financiamento, o banco precisa captar recursos e remunerar as pessoas com base na taxa básica de juros, e esse recurso fica mais caro, e, na hora de emprestar para o cliente final, será um custo mais alto.

No consórcio, por sua vez, isso não existe. São pessoas que se reúnem num grupo e colocam dinheiro, funcionando como um sistema de autofinanciamento. O papel da administradora, nesses casos, é organizar esses grupos. Assim, o que a administradora cobra é uma taxa pelo serviço prestado, o que está relacionado com a Selic e, portanto, não o preço não é diretamente afetado pela taxa.

Publicidade

Toscano, da Embracon, também comentou que os consórcios não cobram juros, mas sim uma taxa de administração pelo serviço de organização dos grupos consorciados, o que diminui o custo total da compra. “Isso permite que os consumidores adquiram imóveis de forma mais planejada e com parcelas menores”, revelou.

Escolhendo entre consórcio ou financiamento

Para te ajudar a escolher entre fazer um consórcio ou financiamento para conquistar o imóvel desejado, o planejador financeiro Rogério Brandão elencou algumas dicas, também em entrevista ao Bora Investir.

Para ele, um financiamento pode ser escolhido quando você não tem tempo para esperar e pode pagar um preço mais caro. Já o consórcio requer mais planejamento e exige tempo e paciência até ser contemplado. Ele ainda listou seis dicas comparativas entre os dois modelos. Confira:

1. Forma de aquisição

  • Consórcio de imóvel: Você entra em um grupo e paga parcelas mensais. O grupo vai sorteando ou permitindo lances para entregar as cartas de crédito aos participantes. Você pode ser contemplado logo no início ou demorar anos.
  • Financiamento imobiliário: O dinheiro é emprestado pelo banco imediatamente para comprar o imóvel e você paga parcelas com juros ao longo do tempo.

2. Juros e custos

  • Consórcio: Não possui juros, mas há taxas de administração cobradas pela instituição que gerencia o consórcio. No longo prazo, pode sair mais barato que o financiamento, mas depende do tempo que levará para ser contemplado.
  • Financiamento: Tem juros, que variam de acordo com o banco, o tipo de crédito e o momento econômico, além de outros custos como seguros e taxas bancárias, aumentando o custo total.

3. Prazos e disponibilidade

  • Consórcio: A carta de crédito só é disponibilizada quando for contemplado por sorteio ou se der um lance alto. Isso pode demorar, então não é ideal se você precisa do imóvel imediatamente.
  • Financiamento: O dinheiro é disponibilizado rapidamente após a aprovação do crédito, o que permite adquirir o imóvel de forma imediata.

4. Flexibilidade

  • Consórcio: Maior flexibilidade no uso da carta de crédito, que pode ser utilizada para comprar o imóvel, reformar, construir ou quitar um financiamento.
  • Financiamento: Específico para a compra do imóvel e com regras mais rígidas quanto ao destino do dinheiro.

5. Planejamento financeiro

  • Consórcio: Ideal para o longo prazo, pois você pode planejar a compra, sem pagar juros, mas está sujeito à incerteza de quando será contemplado.
  • Financiamento: É para quem quer adquirir o imóvel logo, mas isso envolve pagar juros altos e o custo total pode ser mais elevado.

6. Valor total pago

  • Consórcio: Por não ter juros, o valor final tende a ser mais baixo, mas as taxas de administração e o tempo de espera podem influenciar no custo final.
  • Financiamento: O valor total pago costuma ser significativamente maior, devido aos juros compostos ao longo dos anos.

Como entrar em um consórcio?

Existem algumas formas para entrar em um consórcio imobiliário. Silva, do Mycon, destaca três delas: o grupo novo, o em andamento – que costuma ser o mais buscado -, ou a venda de cotas. “Quanto mais gente no grupo, mais contemplados existirão nele. Quando há um grupo em formação, ele tem até 90 dias para arrecadar recursos para começar as contemplações”, explicou.

Antes de entrar em um consórcio, é essencial realizar um bom planejamento financeiro e simular os valores das parcelas, verificando se o contrato não irá sobrecarregar o seu orçamento pessoal e familiar. A confiança na administradora é outro fator crucial a ser observado. Para esse último, é possível verificar se ela está autorizada pelo Banco Central por meio do site da autarquia.

Publicidade

Outra dica valiosa dos especialista nesta matéria do Bora Investir é, antes de tomar a decisão sobre contratar ou não um consórcio na busca por imóveis, observe o ranking de reclamações do BC e analise em qual posição aparece a administradora, se as demandas foram atendidas e qual o tempo de resposta ao cliente.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • consórcio
  • Conteúdo E-Investidor
  • Financiamento
  • Imóveis
  • Investimentos
  • Selic
Cotações
16/01/2026 23h47 (delay 15min)
Câmbio
16/01/2026 23h47 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Até voos de helicóptero: o que os bancos ofertam em cartão para altíssima renda

  • 2

    Ações para dividendos em 2026: as mais citadas nas carteiras e o porquê

  • 3

    Reag em liquidação: o que acontece agora com os investidores e fundos?

  • 4

    FGC paga quem perdeu na liquidação da Reag?

  • 5

    Caso Master expõe riscos de CDBs, coloca FGC sob pressão inédita e dá lição a investidor

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o FGTS: caso o titular tenha falecido, seus dependentes podem sacar o saldo retido?
Logo E-Investidor
FGTS: caso o titular tenha falecido, seus dependentes podem sacar o saldo retido?
Imagem principal sobre o Aposentadoria tem novo valor mínimo de pagamento pelo INSS em 2026
Logo E-Investidor
Aposentadoria tem novo valor mínimo de pagamento pelo INSS em 2026
Imagem principal sobre o Mudou de endereço? Saiba se você precisa atualizar o CadÚnico para não perder o Bolsa Família
Logo E-Investidor
Mudou de endereço? Saiba se você precisa atualizar o CadÚnico para não perder o Bolsa Família
Imagem principal sobre o VIP, helicópteros e seguro de R$ 1 milhão: o que você ganha dos bancos sendo rico?
Logo E-Investidor
VIP, helicópteros e seguro de R$ 1 milhão: o que você ganha dos bancos sendo rico?
Imagem principal sobre o Após realizar o saque do saldo retido do FGTS, o trabalhador retorna ao saque-rescisão?
Logo E-Investidor
Após realizar o saque do saldo retido do FGTS, o trabalhador retorna ao saque-rescisão?
Imagem principal sobre o IPVA 2026: veja as datas de vencimentos das parcelas para veículos com placa final 3 em SP
Logo E-Investidor
IPVA 2026: veja as datas de vencimentos das parcelas para veículos com placa final 3 em SP
Imagem principal sobre o Entregadores de aplicativo podem ser isentos do Imposto de Renda ainda em 2026?
Logo E-Investidor
Entregadores de aplicativo podem ser isentos do Imposto de Renda ainda em 2026?
Imagem principal sobre o Quando todos os beneficiários do Bolsa Família podem receber os pagamentos no 1º dia do calendário?
Logo E-Investidor
Quando todos os beneficiários do Bolsa Família podem receber os pagamentos no 1º dia do calendário?
Últimas: Educação Financeira
CadÚnico Pé-de-Meia 2026: como evitar atraso no pagamento e garantir o benefício
Educação Financeira
CadÚnico Pé-de-Meia 2026: como evitar atraso no pagamento e garantir o benefício

Estudantes da rede pública ainda recebem parcelas do programa até março; dados desatualizados no CadÚnico podem impedir o crédito do benefício

16/01/2026 | 10h46 | Por Camilly Rosaboni
Promessa para antecipar dinheiro do FGC é segura? Veja como evitar golpes
Educação Financeira
Promessa para antecipar dinheiro do FGC é segura? Veja como evitar golpes

Fundo esclarece que não autoriza nenhuma instituição a oferecer negociações para o recebimento dos valores garantidos

15/01/2026 | 18h05 | Por Beatriz Rocha
Calendário do Copom 2026: confira todas as datas das reuniões que definem a taxa Selic
Educação Financeira
Calendário do Copom 2026: confira todas as datas das reuniões que definem a taxa Selic

Entenda como funcionam as decisões de juros e o que o mercado projeta para a Selic ao longo do ano

15/01/2026 | 11h14 | Por Camilly Rosaboni
ITCMD: novas regras do "imposto da herança" entram em vigor em 2026
Educação Financeira
ITCMD: novas regras do "imposto da herança" entram em vigor em 2026

Alterações fazem parte do projeto final de regulamentação da reforma tributária, sancionado por Lula nesta semana

14/01/2026 | 16h26 | Por Beatriz Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador