• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Educação Financeira

O que é fundo fiduciário?

Entenda o que é o fundo fiduciário, quais são suas modalidades e em que casos é indicado

Por E-Investidor

24/03/2022 | 11:16 Atualização: 26/04/2022 | 14:32

Série 'Inventando Anna' trouxe à luz os chamados fundos fiduciários. (Fonte: Shutterstock)
Série 'Inventando Anna' trouxe à luz os chamados fundos fiduciários. (Fonte: Shutterstock)

Quem vai ficar com a herança? Essa é uma questão que frequentemente aparece em filmes e séries. Um exemplo é Inventando Anna, da Netflix, série que mostra a história real de uma golpista que diz ser beneficiária de um fundo fiduciário de milhões de dólares.

Leia mais:
  • Critério ESG na seleção de ativos também é obrigação de um gestor
  • Qual é a fórmula para garantir o futuro dos filhos?
  • Herdeiros da Samsung devem pagar US$ 10,8 bi em imposto sobre herança
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Inventando Anna conta a história de uma golpista que diz ser beneficiária de um fundo fiduciário para praticar estelionato. (Fonte: Netflix/divulgação)

 

Publicidade

Conteúdos e análises exclusivas para ajudar você a investir. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Estelionatos à parte, a transição de bens familiares pode mesmo ser feita desse modo. Há outras modalidades, como doação em vida, testamento, seguro, planos de previdência, fundos exclusivos e holding familiar, mas os fundos fiduciários têm vantagens que os tornam uma ótima opção.

Confira em detalhes o que são os fundos fiduciários, quais são seus benefícios e em que casos são indicados.

Entenda o que é o fundo fiduciário

O fundo fiduciário permite acelerar, desburocratizar e baratear a transmissão de patrimônio. (Fonte: Shutterstock/Reprodução)

 

Os fundos fiduciários são uma forma de organizar em vida a transição do patrimônio, nos termos que o concedente preferir. A gestão dos bens é feita por um terceiro, que pode ser uma pessoa física ou jurídica, e deve destiná-los aos beneficiários nos termos acordados. Esse processo vale para diversos ativos: dinheiro em espécie, ações, bens imóveis e móveis, empresas e até mesmo obras de arte.

Segundo a advogada Anna Paula Araújo Gonçalves de Oliveira, do escritório Deborah Toni Advocacia, a modalidade permite evitar problemas com a destinação da herança, já que há um gestor que executa o desejo do proprietário ou concedente antes e após a morte, repassando os bens aos beneficiários conforme o que foi acordado.

Publicidade

“O que diferencia o fundo fiduciário é o fato de que a pessoa cria uma ferramenta para estabelecer os termos e as condições de manutenção dos bens para serem distribuídos no futuro, quando o concedente não estiver mais vivo ou estiver incapaz”, explica a advogada.

Graziela Fortunato, especialista em Finanças Pessoais e professora da Escola de Negócios da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), acrescenta que é uma opção interessante para que os ativos durem e sejam gerenciados de modo profissional.

Além disso, os fundos fiduciários permitem vantagens fiscais e a organização da vida financeira do proprietário. É possível fugir da bitributação e garantir um fluxo de renda estável para o concedente, que fica protegido durante a vida. O fundo pode prever um retorno financeiro mensal, trimestral ou anual, por exemplo, como se fossem dividendos.

Fundos revogáveis e irrevogáveis

Quem optar pelo fundo fiduciário deve escolher um dos modos: revogável ou irrevogável. No primeiro caso, não há criação de inventário, já que o concedente pode mudar os termos do processo a qualquer momento. Para Fortunato, a vantagem dessa modalidade passa pela flexibilidade, uma vez que o proprietário pode alterar o fundo quando desejar.

Oliveira observa que esses casos são chamados de “relação de confiança viva”: o concedente tem mais controle dos bens enquanto ainda estiver vivo e capaz, e a transferência ocorre de modo facilitado. Esse tipo de fundo é indicado para a transferência de bens a filhos e netos de forma mais rápida.

Publicidade

Já os fundos fiduciários irrevogáveis têm cláusulas inalteráveis. A advogada acrescenta que, nesse caso, o fundo opera exatamente como foi instituído. Nenhuma das três partes (concedente, administrador e beneficiário) pode mudar os termos. “É melhor como proteção para os bens em tentativa de influência externa”, observa.

Prós e contras do fundo fiduciário

Antes de optar pelo fundo fiduciário, é importante pesar os prós e os contras e consultar profissionais especializados. (Fonte: Shutterstock/Reprodução)

Prós

  • Permite que a vontade do proprietário seja cumprida antes e depois de sua morte ou de sua incapacidade intelectual.
  • O fato de ser gerido por um terceiro, sem relação afetiva ou financeira com os bens, torna o processo mais objetivo.
  • Economiza recursos durante a transferência de herança. É menos burocrático, mais barato e mais seguro que outras opções de sucessão de patrimônio.
  • Tem tributação menor, já que não é necessário pagar tributos estaduais e federais anualmente. Isso ocorre apenas no momento da transmissão, e não regularmente, evitando bitributação.

Contras

  • Administradores costumam cobrar 10% do valor do fundo para fazer a gestão e cobrir gastos com questões legais. Dessa forma, é importante fazer uma análise prévia e verificar se a criação de um fundo compensa os gastos.
  • No caso de fundos revogáveis, é possível que o administrador passe a agir de acordo com interesses alheios às vontades do concedente. Por isso, escolher um profissional sério é importante.

Em razão dessas características, Oliveira e Fortunato concordam que é fundamental consultar profissionais especializados e só então tomar decisões relacionadas ao fundo fiduciário. Afinal, há uma série de aspectos envolvidos, como contratuais, tributários, contábeis e até emocionais, já que a maior parte dos fundos trata de questões familiares.

Fontes: Anna Paula Araújo Gonçalves de Oliveira, advogada no escritório Deborah Toni Advocacia, especialista em Planejamento Patrimonial e Sucessório; Graziela Fortunato, professora da Escola de Negócios da PUC-Rio e especialista em Finanças Pessoais.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Educação Financeira
Cotações
13/01/2026 2h08 (delay 15min)
Câmbio
13/01/2026 2h08 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Espera por socorro do FGC faz investidor perder dinheiro com CDBs do Master; veja quanto

  • 2

    Como juntar R$ 30 mil em 2026 com o Tesouro Selic?

  • 3

    Por que o seguro de vida virou peça-chave na estratégia da alta renda — e faz sentido também para o pequeno investidor

  • 4

    Ibovespa hoje fecha em queda em meio a temor global sobre a autonomia do Fed após acusação a Powell

  • 5

    O salto que ninguém esperava: as ações que elevaram dividendos em até R$ 8,39 por papel

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Rio de Janeiro libera calendário de pagamento do IPVA de 2026
Logo E-Investidor
Rio de Janeiro libera calendário de pagamento do IPVA de 2026
Imagem principal sobre o Saldo retido do FGTS: quem teve direito ao saque integral?
Logo E-Investidor
Saldo retido do FGTS: quem teve direito ao saque integral?
Imagem principal sobre o Quina: saiba quantos números você pode apostar com um jogo de R$ 3,00
Logo E-Investidor
Quina: saiba quantos números você pode apostar com um jogo de R$ 3,00
Imagem principal sobre o Prova de Vida 2026: como fazer procedimento pelo caixa eletrônico?
Logo E-Investidor
Prova de Vida 2026: como fazer procedimento pelo caixa eletrônico?
Imagem principal sobre o Onde realizar o jogo da Dupla Sena?
Logo E-Investidor
Onde realizar o jogo da Dupla Sena?
Imagem principal sobre o Foi demitido após 23 de dezembro de 2025? Veja se você pode sacar saldo retido do FGTS
Logo E-Investidor
Foi demitido após 23 de dezembro de 2025? Veja se você pode sacar saldo retido do FGTS
Imagem principal sobre o Tele Sena de Ano Novo: veja o calendário de sorteios
Logo E-Investidor
Tele Sena de Ano Novo: veja o calendário de sorteios
Imagem principal sobre o Como apostar na Dupla Sena?
Logo E-Investidor
Como apostar na Dupla Sena?
Últimas: Educação Financeira
Pé-de-Meia 2026: o que acontece com os valores do benefício em caso de desistência do ensino médio?
Educação Financeira
Pé-de-Meia 2026: o que acontece com os valores do benefício em caso de desistência do ensino médio?

Programa paga incentivo pela conclusão do ensino médio e participação no Enem, mas abandono ou repetência podem alterar os valores recebidos

12/01/2026 | 11h21 | Por Camilly Rosaboni
Material escolar 2026: como economizar agora e transformar a compra em lição de educação financeira
Educação Financeira
Material escolar 2026: como economizar agora e transformar a compra em lição de educação financeira

Com preços em alta, organização e planejamento financeiro podem ajudar as famílias a gastar menos sem abrir mão da qualidade

11/01/2026 | 07h30 | Por Camilly Rosaboni
Aposentadoria em 2026: veja o que muda nas regras do INSS e como escolher a melhor opção
Educação Financeira
Aposentadoria em 2026: veja o que muda nas regras do INSS e como escolher a melhor opção

Critérios de pontuação e idade mínima ficam mais rígidos para quem pensa em se aposentar neste ano

11/01/2026 | 05h30 | Por Beatriz Rocha
Por que o seguro de vida virou peça-chave na estratégia da alta renda — e faz sentido também para o pequeno investidor
Educação Financeira
Por que o seguro de vida virou peça-chave na estratégia da alta renda — e faz sentido também para o pequeno investidor

Produto deixa de ser gasto, vira ferramenta de planejamento financeiro e protege renda e patrimônio

10/01/2026 | 05h30 | Por Luíza Lanza

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador