• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Educação Financeira

Quando o investidor deve entrar em uma emissão de FIIs?

Mercado está a todo vapor e analistas apontam oportunidade; mas é preciso cautela na hora de entrar no follow on

Por Luíza Lanza

28/08/2023 | 3:00 Atualização: 25/08/2023 | 19:54

Investidor precisa avaliar com cautela as ofertas antes de comprar novas cotas. (Foto: Envato)
Investidor precisa avaliar com cautela as ofertas antes de comprar novas cotas. (Foto: Envato)

As emissões de fundos imobiliários (FIIs) estão a todo vapor. Como explicamos nesta reportagem foram 19,3 milhões de novas cotas somente em julho. Impulsionados pela perspectiva de queda de juros, até os gigantes do mercado Maxi Renda (MXRF11), CSHG Logística (HGLG11) e XP Malls (XPML11) foram atrás do capital que começa a voltar para a indústria de FIIs.

Leia mais:
  • Emissões de FIIs voltaram com tudo. Isso é bom para o investidor?
  • O que fazer com fundos imobiliários com a Selic em queda
  • 3 FIIS que pagam mais de 1% ao mês e muito investidor não conhece
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Para os investidores, essa também pode ser uma janela de oportunidade, mas é preciso cautela antes de entrar no follow on de um fundo – até mesmo daqueles que já se tem na carteira.

Dado que o objetivo da emissão de cotas é captar recursos no mercado para adquirir novos ativos, expandir o portfólio e melhorar a eficiência do FII, o investidor pode sair beneficiado com um aumento de sua rentabilidade e até mesmo de seu dividendo. Nesse caso, valeria a pena participar da operação e comprar mais posições, justamente com foco nesses ganhos futuros.

Publicidade

Conteúdos e análises exclusivas para ajudar você a investir. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Mas essa é uma máxima que precisa ser analisada caso a caso, defende Wellington Lourenço, analista da Ágora Investimentos. “É sim um momento oportuno. Se estamos falando de um FII que está emitindo uma cota porque tem um pipeline de expansão, você vai ser compensado no aumento do dividendo, mas é preciso cautela para avaliar se aquela emissão tem mesmo esse objetivo”, explica.

Isso porque um outro motivo para o follow on pode ser o alto nível de endividamento, uma necessidade de desalavancar o fundo e reorganizar o balanço. Por isso a necessidade de analisar caso a caso.

Nessa hora, o grande diferencial é se atentar às informações fornecidas – ou à falta dela. A gestora do FII explicou a destinação dos recursos captados, a viabilidade dos investimentos e ativos desejados e os retornos esperados? Bom sinal. “A ideia aqui é não participar de uma oferta que seja um ‘cheque em branco’”, diz Caio Nabuco de Araújo, analista da Empiricus Research.

Se o investidor já conhece a tese daquele fundo a reputação da gestora em questão, mais fácil. No geral, é comum que os cotistas tenham preferência para a compra de novas cotas nessas operações de follow on – um processo que o mercado financeiro chama de subscrição de FIIs.

Publicidade

Mas a participação na emissão não precisa ser mandatória. Se o investidor discordar do pipeline proposto, ou não acreditar que aquele é o momento oportuno para realizar novos aportes, ele pode aproveitar a janela de maneira contrária. “Dependendo da situação, pode ser um momento para sair do fundo se entender que a estratégia não é mais condizente com o que se tinha até então”, destaca Lourenço, da Ágora.

Vou ser diluído?

Se não fizer novos aportes, sim. Mas isso não necessariamente precisa ser uma preocupação, destacam os analistas. Para Carlos Júnior, analista-chefe de fundos imobiliários do Simpla Club, trata-se mais de uma questão matemática do que de um grande impacto no bolso do investidor.

“Se o investidor é dono de uma cota de um fundo que tem 10 cotas emitidas, ele é dono de 10% das cotas do fundo. Se o FII quer dobrar de tamanho e emitir mais 10 cotas, e o investidor não participa da emissão, o fundo passaria a ter 20 cotas e o investidor cairia para 5% do fundo”, afirma.

Como os fundos brasileiros são muito populares e possuem centenas de milhares de cotistas, em sua maioria investidores de pequeno patrimônio, a participação costuma ser muito pequena. Na prática, faz pouca diferença se a posição será diluída ou não.

“O investidor teria que ter um montante exorbitante investido em um único fundo imobiliário para realmente ter ali uma participação relevante, que traria influência de voto em assembleias e, por isso, se preocupar com a diluição”, destaca Júnior.

Publicidade

Em termos de dividendos, um dos fatores que mais atrai os brasileiros para o mercado de FIIs, também não há preocupações no radar A diluição também não afeta a remuneração do investidor, que seguirá acontecendo por cota e não por porcentagem de participação no fundo. “O dividendo não vai ser menor ao longo dos 12 meses se houver diluição”, pontua Araújo, da Empiricus.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Dividendos
  • FII
  • Follow On
  • Fundos imobiliários
Cotações
26/02/2026 19h20 (delay 15min)
Câmbio
26/02/2026 19h20 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa hoje renova recorde com tarifas de Trump no radar e impulso de Vale e Petrobras

  • 2

    Isa Energia, Taesa e Axia: quem sustenta dividendos na nova safra de balanços

  • 3

    Como o negócio de “dívida infinita” do Master sobreviveu a duas liquidações de bancos

  • 4

    JP Morgan lança JEPI39 na B3 e traz ao Brasil o maior ETF ativo do mundo

  • 5

    Imposto sobre herança deve mudar em SP

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Gás do Povo: como o valor do vale é definido?
Logo E-Investidor
Gás do Povo: como o valor do vale é definido?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual grupo recebe o auxílio hoje (26)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual grupo recebe o auxílio hoje (26)?
Imagem principal sobre o INSS: qual grupo recebe o benefício hoje (26)?
Logo E-Investidor
INSS: qual grupo recebe o benefício hoje (26)?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: como regularizar pendências do CPF?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: como regularizar pendências do CPF?
Imagem principal sobre o Saque-aniversário do FGTS: o saldo é bloqueado após antecipação?
Logo E-Investidor
Saque-aniversário do FGTS: o saldo é bloqueado após antecipação?
Imagem principal sobre o Gás do Povo: 3 meios práticos para consultar a situação do vale de recarga
Logo E-Investidor
Gás do Povo: 3 meios práticos para consultar a situação do vale de recarga
Imagem principal sobre o PREVBarco do INSS iniciou atendimento em três cidades nesta semana; veja quais
Logo E-Investidor
PREVBarco do INSS iniciou atendimento em três cidades nesta semana; veja quais
Imagem principal sobre o Gás do Povo: o vale para recarga é cumulativo? Entenda
Logo E-Investidor
Gás do Povo: o vale para recarga é cumulativo? Entenda
Últimas: Educação Financeira
IR 2026: o que realmente muda e o que é mito na nova fase de fiscalização da Receita
Educação Financeira
IR 2026: o que realmente muda e o que é mito na nova fase de fiscalização da Receita

Com acesso ampliado a dados e sistemas mais sofisticados, Receita exige maior planejamento e atenção dos contribuintes

26/02/2026 | 09h23 | Por Beatriz Rocha
Imposto sobre herança deve mudar em SP
Educação Financeira
Imposto sobre herança deve mudar em SP

No Estado, dois Projetos de Lei (PLs) em tramitação propõem diferentes modelos progressivos para o imposto da herança

25/02/2026 | 10h17 | Por Beatriz Rocha
Imposto de herança: o que muda com a reforma tributária e como 2026 afeta seu planejamento
Educação Financeira
Imposto de herança: o que muda com a reforma tributária e como 2026 afeta seu planejamento

Com novo cálculo e alíquotas progressivas obrigatórias, ITCMD deve pesar mais no bolso dos herdeiros

25/02/2026 | 10h17 | Por Beatriz Rocha
O período mais crítico do ano para o seu orçamento começa agora; veja como se proteger em 5 passos
Educação Financeira
O período mais crítico do ano para o seu orçamento começa agora; veja como se proteger em 5 passos

Passada a folia, é hora de reorganizar o orçamento e ajustar metas para garantir previsibilidade financeira nos próximos meses

24/02/2026 | 15h12 | Por Isabel Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador