Esses títulos chamam a atenção dos investidores por oferecem rendimentos maiores que a poupança e também não ser taxado pelo Imposto de Renda (IR). Além disso, possuem liquidez diversa, que varia a partir da instituição financeira emissora.
O investidor que compra uma letra de crédito está, basicamente, emprestando seu dinheiro para que uma instituição pague uma “dívida”. Depois de determinado tempo, ele recebe o valor de volta acrescido dos juros. Elas ainda são “assegurados” pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que pode devolver até R$ 250 mil ao titular do ativo caso o banco ou corretora não pague o montante final no tempo estabelecido.
Os títulos podem ser prefixados, em que o interessado sabe o valor exato que vai receber no momento da compra, e pós-fixados, que têm parte do rendimento atrelado a indicadores econômicos. Nesse caso, os indicadores podem ser o Certificado de Depósito Interbancário (CDI), Índice de Preços do Consumidor (IPCA) ou a Selic, taxa básica de juros.
A pedido do E-Investidor, Camila Moraes, planejadora financeira CFP pela Planejar, realizou simulações em relação ao rendimento de uma LCA com aplicação inicial de R$ 1000. A profissional considerou a Selic a 10,5% ao ano e um título pós-fixado que rende 100% do CDI (que tem como referência a Selic). Veja as simulações:
Rendimento de R$ 1000 em um LCA
| Tempo do investimento |
Valor final bruto |
Rendimento total |
| 1 mês |
R$ 1.008,24 |
R$ 8,24 |
| 1 ano |
R$ 1.105,00 |
R$ 105,00 |
| 3 anos |
R$ 1.349,23 |
R$ 349,23 |