• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Educação Financeira

Reserva de emergência: 5 investimentos com bom retorno e liquidez

Conheça mais sobre o assunto e veja cinco formas de aplicar sua renda

Por E-Investidor

07/08/2021 | 7:00 Atualização: 24/11/2022 | 13:21

Ter um fundo de emergência pode ajudar a se manter saudável financeiramente em momentos de crise (Fonte: Pixabay)
Ter um fundo de emergência pode ajudar a se manter saudável financeiramente em momentos de crise (Fonte: Pixabay)

De acordo com a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), mais da metade dos brasileiros não têm investimentos relacionados a um fundo de emergência. Não é difícil entender, portanto, por que tantas pessoas estão endividadas.

Leia mais:
  • Criptomoeda valoriza 1.060% em 30 dias com jogo Axie Infinity
  • Fundos batem recorde em 2020. Veja quais ativos brilharam
  • Conheça os fundos de investimentos campeões na crise
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A boa notícia é que, com um pouco de conhecimento sobre o assunto e algumas medidas simples, todos podem iniciar essa reserva e investir sua renda em bons ativos, que vão unir o melhor da poupança (liquidez imediata) e dos investimentos do mercado (boa rentabilidade). 

Ficou interessado? Então conheça mais sobre o assunto e veja cinco formas de aplicar sua renda em um fundo de emergência!

Fundo de emergência: o que é e quanto poupar

Como o próprio termo diz, fundo de emergência é um investimento cujo capital deverá estar acessível em casos de emergências inesperadas, como despesas médicas ou perda de emprego.

Publicidade

Conteúdos e análises exclusivas para ajudar você a investir. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Qual o valor ideal a ser reservado no fundo de emergência? Não há um consenso sobre isso. Mas os especialistas costumam falar de três a seis vezes seu custo de vida mensal. Os mais conservadores falam em até 12 meses, caso você consiga se organizar para isso.

Assim, o primeiro passo é somar suas despesas fixas (moradia, alimentação, transporte e outras), para conhecer o montante gasto. Então, se os gastos girarem em torno de R$ 7 mil ao mês, é importante ter de R$ 21 mil a R$ 42 mil em ativos de fácil resgate.

Embora o investimento mais popular entre as pessoas não habituadas com o mercado financeiro ainda seja a poupança, ela está distante de ser o ideal. Seu rendimento é baixo, além de ser mensal e não diário.

5 opções de investimento para fundo de emergência

1. Contas digitais com remuneração pelo CDI

Uma ótima opção para iniciar seu fundo de emergência são as contas em bancos digitais. Queridinhos do público jovem, essas fintechs costumam não cobrar taxas e contam com investimentos que seguem o CDI (Certificado de Depósito Interbancário).

Em geral, pagam de 100% a 150% do valor do índice. Vale prestar atenção ao Imposto de Renda, que incide de forma regressiva sobre essas aplicações.

Publicidade

Mas o que é CDI? Bom, funciona assim: por determinação do Banco Central, nenhum banco pode terminar o dia com caixa negativo. Assim, ao fim do seu expediente, a instituição que estiver no vermelho deve fazer um empréstimo com um dos seus pares. As taxas desses empréstimos formam o CDI, índice que serve como base para investimentos de renda fixa.

2. CDB

Pegar dinheiro emprestado com o banco costuma implicar em uma boa taxa de juros. Mas que tal emprestar dinheiro a ele? Essa é a ideia do CDB (Certificado de Depósito Bancário).

Esse tipo de investimento também é útil para criar seu fundo de emergência. Ele apresenta três modalidades:

  • Pré-fixado: nessa modalidade, como o próprio nome já diz, os rendimentos são fixos. Ao contratá-lo, você já saberá o valor a resgatar no futuro. Como a liquidez é diária, em qualquer emergência terá acesso ao seu dinheiro;
  • Pós-fixado: esse investimento acompanha os rendimentos do CDI. Então, quanto mais altos os juros, maior a rentabilidade;
  • Híbrido: é a junção dos dois anteriores. Parte dos rendimentos é negociada no ato da aplicação do capital e outra depende dos índices da economia, como o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que mede a inflação.

Nos três casos acima, há cobrança de Imposto de Renda sobre o lucro e, caso resgate o valor antes de completar 30 dias de investimento, também haverá a incidência de IOF.

Mas o CDB tem uma vantagem: é protegido pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Assim, se a instituição financeira falir, você terá a garantia de ser ressarcido em até R$ 250 mil por aplicações que tenha efetuado.

3. Fundos DI

Conhecidos como investimentos mais conservadores, os Fundos de Renda Fixa Referenciados DI também têm liquidez diária. Compostos de títulos privados e públicos, seu rendimento é ajustado à Taxa Selic ou ao CDI. Portanto, ele é pós-fixado. No entanto, essa opção não tem a proteção do Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

4. LCI e LCA

As Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) são títulos privados, emitidos por instituições financeiras. Suas taxas e prazos são conhecidos já no momento da aquisição. Além da proteção do FGC, o investimento é isento de Imposto de Renda. Elas podem ser pré ou pós-fixadas.

5. Títulos do Tesouro Direto

O governo federal tem basicamente duas formas de receita: impostos e títulos públicos. Neste último caso, o governo vende papéis que funcionam como empréstimos ao Estado. Assim, você financia o poder público e tem direito a receber o valor com juros na data do vencimento do título. 

Existem algumas modalidades de títulos:

  • Prefixado: a taxa de juros é pré-determinada e já é possível saber quanto o investimento renderá se for mantido até o prazo final. Caso seja vendido antes, está sujeito às oscilações do mercado;
  • Pós-fixado (pela SELIC, IPCA ou outro índice): nesse caso, o rendimento pode acompanhar a Selic ou o IPCA. No caso do último índice, os títulos também têm uma parte de seu rendimento pré-fixado, uma opção para quem quer se proteger da inflação.

Como a liquidez desses papéis é grande, as operações de compra e venda são ágeis. Em caso de emergência, o Tesouro comprará seus títulos e transferirá o valor em um dia.

Publicidade

Mas é importante ficar atento ao fato de que, ao resgatar o ativo antes do vencimento, pode-se ter prejuízo.

Além disso, há a incidência de Imposto de Renda sobre os lucros desse tipo de operação. Ele é cobrado no momento do resgate.

Agora que já teve contato com algumas formas de investimentos, é hora de iniciar sua reserva para o fundo de emergência!

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Investimentos
  • Poupança
  • Rentabilidade
Cotações
28/02/2026 1h38 (delay 15min)
Câmbio
28/02/2026 1h38 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Instabilidade política nos EUA enfraquece o dólar como porto seguro e beneficia Trump

  • 2

    IR 2026: o que realmente muda e o que é mito na nova fase de fiscalização da Receita

  • 3

    Imposto sobre herança deve mudar em SP

  • 4

    Banco do Brasil: 8 sinais por trás da alta de 25% e 11 alertas no radar do investidor

  • 5

    Ibovespa hoje fecha em queda com Vale (VALE3) em baixa e repercussão do balanço da Nvidia

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Gás do Povo: como saber quais são os locais de revenda credenciados?
Logo E-Investidor
Gás do Povo: como saber quais são os locais de revenda credenciados?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual grupo recebe o auxílio hoje (27)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual grupo recebe o auxílio hoje (27)?
Imagem principal sobre o INSS: qual grupo recebe o benefício hoje (27)?
Logo E-Investidor
INSS: qual grupo recebe o benefício hoje (27)?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: o que é a malha fina?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: o que é a malha fina?
Imagem principal sobre o Saque-aniversário: veja 2 exemplos de bloqueio do saldo do FGTS
Logo E-Investidor
Saque-aniversário: veja 2 exemplos de bloqueio do saldo do FGTS
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: 4 motivos para cair na malha fina
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: 4 motivos para cair na malha fina
Imagem principal sobre o Gás do Povo: quais são os canais de atendimento para os beneficiários?
Logo E-Investidor
Gás do Povo: quais são os canais de atendimento para os beneficiários?
Imagem principal sobre o Gás do Povo: como o valor do vale é definido?
Logo E-Investidor
Gás do Povo: como o valor do vale é definido?
Últimas: Educação Financeira
IR 2026: nova lógica tributária coloca imóveis e sucessão no centro do debate; o que muda?
Educação Financeira
IR 2026: nova lógica tributária coloca imóveis e sucessão no centro do debate; o que muda?

Em encontro virtual e gratuito, a advogada Maria Carolina Gontijo esclarece o que mudou e quais cuidados devem ser tomados ao preencher a declaração deste ano

27/02/2026 | 14h00 | Por Isabel Rocha
Termina hoje prazo de entrega do informe de rendimentos; confira o que fazer se não receber
Educação Financeira
Termina hoje prazo de entrega do informe de rendimentos; confira o que fazer se não receber

Empresas, bancos e corretoras devem disponibilizar o documento até esta sexta-feira (27); informe reúne rendimentos e serve de base para evitar inconsistências na declaração

27/02/2026 | 08h00 | Por Igor Markevich
IR 2026: o que realmente muda e o que é mito na nova fase de fiscalização da Receita
Educação Financeira
IR 2026: o que realmente muda e o que é mito na nova fase de fiscalização da Receita

Com acesso ampliado a dados e sistemas mais sofisticados, Receita exige maior planejamento e atenção dos contribuintes

26/02/2026 | 09h23 | Por Beatriz Rocha
Imposto sobre herança deve mudar em SP
Educação Financeira
Imposto sobre herança deve mudar em SP

No Estado, dois Projetos de Lei (PLs) em tramitação propõem diferentes modelos progressivos para o imposto da herança

25/02/2026 | 10h17 | Por Beatriz Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador