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Educação Financeira

Saiba quais são os principais riscos para um investidor

Até investimentos conservadores como poupança e títulos públicos correm risco de dar calote

Imagem de seta descendo com cédulas ao fundo, indicando o perigo de investimentos mal feitos
Um investidor que não leva os riscos em consideração está fadado ao fracasso (Foto: Pixabay)
  • Seja na renda fixa ou na variável, o risco está presente em qualquer investimento
  • Os riscos podem ser divididos em dois grupos: sistêmico e não sistêmico
  • Entre os não sistêmicos, os riscos mais comuns são o de crédito, de liquidez, de mercado, operacional, regulatório e de concentração

Seja na renda fixa ou na variável, há um elemento que nenhum investidor consegue escapar: os riscos. Até investimentos como poupança e títulos públicos, considerados os mais seguros e indicados para um perfil conservador, também têm possibilidade de não honrar o compromisso com seus credores.

Os riscos podem ser divididos em dois grupos: o sistêmico e o não sistêmico. Os riscos sistêmicos são aqueles que impactam a economia como um todo, quando o sistema entra em colapso, podendo gerar crises econômicas de um país ou até de nível global.

Por outro lado, os riscos não sistêmicos, muito mais comuns no dia a dia, afetam apenas um tipo de investimento, uma única empresa ou um setor específico e podem ser classificados nas seguintes categorias:

  • Risco de crédito: também conhecido no linguajar popular como “calote”, este é o risco mais temido pelos investidores. É o risco de não receber o dinheiro investido de volta seja por títulos públicos ou privados.
  • Risco de mercado: este risco está associado à volatilidade dos ativos. Um ativo pode ter uma alta oscilação de preços e taxas diariamente. As ações são famosas pelo seu alto risco de mercado, no entanto títulos públicos, privados, imóveis, commodities, juros e câmbio também são atingidos pela volatilidade.
  • Risco de liquidez: a liquidez nada mais é do que a facilidade de resgatar ou vender um determinado ativo. A falta de liquidez promove a dificuldade de se desfazer do investimento e conseguir o dinheiro de volta.
  • Risco operacional: é o risco de não conseguir operar por problemas técnicos ou por algum tipo de erro, como por exemplo problemas com o home broker, falhas no sistema do Tesouro Direto ou algum erro cometido pela corretora.
  • Risco regulatório: de tempos em tempos, o governo ou órgãos reguladores modificam as normas de determinado setor ou tipo de investimento, com isenções, diminuição ou aumento de taxas. A mudança nas regras do jogo geralmente têm o objetivo de melhorar o funcionamento do mercado.
  • Risco de concentração: a famosa frase “não coloque todos os seus ovos numa mesma cesta” exemplifica perfeitamente este tipo de risco. É a ameaça de adquirir um ou poucos ativos na carteira expostos ao mesmo tipo de risco.

Como minimizar os impactos?

O primeiro jeito para conter o risco de concentração é ter uma carteira diversificada com ativos de diferentes modalidades e expostos à riscos distintos. Já o risco de crédito pode ser diminuído por meio de consultas às agências de classificação de risco, que avaliam a “qualidade” dos ativos.

As três principais são Fitch, Moody’s e Standard & Poor’s. O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) também diminui o risco de calote de alguns investimentos em renda fixa, já que garante R$ 250 mil por instituição financeira e R$ 1 milhão por CPF.

O risco de liquidez, principalmente quando falamos de ações, pode ser diluído ao olhar o histórico de negociação dos papéis, enquanto o risco operacional pode ser atenuado ao ter conta em mais de uma corretora, já que a probabilidade de problemas em duas plataformas de negociação é menor.

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