• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Educação Financeira

Saiba tudo sobre o Drex, a moeda digital do Brasil que você ainda vai usar

Veja como funciona, para que serve e a diferença para o Pix e as criptos; BC deve lançar o real digital em 2024

Por Osni Alves

24/11/2023 | 18:35 Atualização: 24/11/2023 | 18:38

Prédio do Banco Central em Brasília. (Foto: Marcello Casal Jr-Agência Brasil)
Prédio do Banco Central em Brasília. (Foto: Marcello Casal Jr-Agência Brasil)

O Banco Central do Brasil (BC) pretende lançar o real digital até o final de 2024. A autoridade monetária “batizou” o ativo de Drex e o tema está na imprensa quase diariamente. Ainda assim, boa parte da população desconhece o que é e o que faz essa solução financeira, que deverá facilitar o dia a dia dos brasileiros.

Leia mais:
  • Será que você tem valores a receber do FGC? Veja como descobrir
  • Como funcionarão os superapps citados por Campos Neto?
  • O seguro de vida pode ser considerado um investimento?
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Na prática, se trata de uma moeda virtual que terá a equivalência ao dinheiro em circulação. Ou seja, R$ 100 continuarão sendo os mesmos R$ 100, caso o consumidor opte por adquirir um produto ou serviço com o Drex. O nome do ativo, segundo os técnicos do BC, vem de um acrônimo formado pelas palavras “Digital, Real, Eletrônica” mais o “X”, letra que transmite modernidade e está ligada ao Pix, sistema de pagamentos e transferências eletrônicas.

O real digital representa, segundo o BC, mais um passo em direção à digitalização da economia brasileira e deverá proporcionar um ambiente seguro e regulado, bem como fomentar a geração de novos negócios e o acesso mais democrático aos benefícios tecnológicos. A autarquia já havia conseguido isso com o Pix, mas compreende que implementar uma moeda digital significa estar alinhado ao resto do planeta.

Publicidade

Conteúdos e análises exclusivas para ajudar você a investir. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Tanto a União Europeia quanto a China discutem, neste momento, a implantação da versão digital de suas moedas, com o país asiático já em fase de testes, com um público menor, cujo acesso e usabilidade foi concedido. No velho continente, porém, questões regulatórias ainda estão sobre a mesa, mas ninguém duvida que em breve as nações que integram o bloco estarão ainda mais unificadas.

Criptomoeda?

O Drex não pode ser considerado uma criptomoeda, pois estas são moedas digitais descentralizadas que utilizam criptografia para garantir transações seguras e controlar a criação de novas unidades. Elas operam em uma tecnologia de registro distribuído chamada blockchain. O real digital não é descentralizado, ao contrário, é um ativo digital organizado pelo Banco Central do Brasil.

Do lado dos correntistas, por sua vez, eles somente acessarão o Drex por meio de carteiras virtuais e estas deverão estar atreladas a uma instituição de pagamento, como bancos e correspondentes bancários. Assim, o cliente deve depositar nessas carteiras o correspondente em reais e poderá fazer transações com a versão digital da moeda.

O BC explica que o Drex funcionará como um “primo” do Pix, mas com diferentes finalidades e escalas de valores. “O Pix obedece a limites de segurança e é usado, na maior parte das vezes, para transações comerciais. O Drex poderá ser utilizado para comprar imóveis, veículos e até títulos públicos”, destaca a autoridade, em nota.

Consórcio para testes

Em março de 2023 a autarquia habilitou 16 consórcios para desenvolverem ferramentas e instrumentos financeiros que serão testados no novo sistema. Desde setembro realizam operações simuladas e testam a segurança e a celeridade do real digital e dos depósitos tokenizados (ativos reais convertidos em digitais) das instituições financeiras.

Os ativos que estão sendo utilizados pelos consórcios nesta fase de testes são:

  • Depósitos de contas de reservas bancárias;
  • Contas de liquidação e conta única do Tesouro Nacional;
  • Depósitos bancários à vista;
  • Contas de pagamento de instituições de pagamento;
  • Títulos públicos federais.

Os testes estão sendo feitos em etapas, com as transações simuladas com títulos do Tesouro Nacional previstas apenas para fevereiro de 2024. O BC quer uma camada a mais em segurança digital no produto, dificultando a tentativa de fraude e tornando a operação completamente rastreável.

Publicidade

A autoridade monetária pretende que o real digital seja um atalho para serviços sob a metodologia do Open Finance – o sistema financeiro aberto, em que os clientes compartilham suas informações pessoais sobre consumo e investimentos entre diferentes instituições do setor.

Também quer que o Drex estabeleça smart contracts, que são contratos inteligentes, ou seja, um recurso pelo qual bens – devidamente inscritos em um tipo de cartório virtual, como o blockchain – são transacionados após uma programação feita no computador. Nesta operação, o dinheiro somente sai da conta quando houver confirmação de que as partes obedecem todos os critérios necessários, como a documentação do vendedor em dia, por exemplo.

Open Finance

O Drex, assim como o Pix e os superapps que deverão surgir em breve no mercado, conforme mostrou o E-Investidor recentemente, também faz parte do Open Finance, que é um conjunto de regras sobre o uso e compartilhamento de dados e informações financeiras entre instituições. A implementação do Open Finance ocorre em quatro fases, que são as seguintes:

  • Fase 1: compartilhamento de dados institucionais entre os bancos. 
    Essa fase disponibilizou as informações de canais de atendimento e de produtos e serviços entre as instituições financeiras, incluindo as taxas e tarifas de cada item ofertado;
  • Fase 2: clientes podem compartilhar dados.
    Aqui, o brasileiro bancarizado começou a compartilhar seus dados com as instituições financeiras. Ele pode, inclusive, escolher quais informações pretende abrir;
  • Fase 3: serviços para clientes.
    Esta fase prevê uma experiência diferenciada na utilização de apps e sites financeiros por parte do cliente, e isso sem precisar abrir o aplicativo da conta bancária própria;
  • Fase 4: ampliação de dados, produtos e serviços.
    Aqui já é possível compartilhar dados cadastrais e transacionais, bem como repassar informações de outros produtos, como de seguros, investimentos e câmbio.

Vai reduzir custos?

De acordo com Paulo David, CEO da AmFi, o Drex chega com a missão de reduzir os custos das operações bancárias e democratizar o acesso da população ao sistema financeiro. A expectativa é de que essa moeda digital melhore a eficiência do mercado de pagamentos de varejo e aumente a competição no setor, além de promover a inclusão financeira de mais brasileiros.

Para ele, em um cenário em que o Brasil busca se posicionar na vanguarda do mercado financeiro, o Drex se insere como uma peça fundamental dessa transformação liderada pelo Banco Central. Assim como o Pix, diz, o real digital deve revolucionar a estrutura e a organização do mercado financeiro brasileiro, com impactos significativos, especialmente no mercado de capitais privado, oferecendo oportunidades de desenvolvimento e inovação.

“A expectativa é de que essa moeda digital melhore a eficiência do mercado de pagamentos de varejo, promovendo competição e inclusão financeira para aqueles que ainda não têm acesso a serviços bancários tradicionais”, destaca, acrescentando que a solução deve integrar ativos financeiros em sua infraestrutura, como debêntures, títulos de crédito e ações. “A adoção dessa nova tecnologia pode trazer mais agilidade, rentabilidade e produtos financeiros atrativos para emissores e investidores”, pontua.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Banco Central
  • Conteúdo E-Investidor
Cotações
25/04/2026 14h39 (delay 15min)
Câmbio
25/04/2026 14h39 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Dólar abaixo de R$ 5 pela primeira vez em dois anos: viajar agora ou esperar? Veja se vale a pena comprar

  • 2

    O novo luxo: como itens raros, de guitarras a vinhos, viraram símbolo de status entre bilionários

  • 3

    FIIs com dívida 3 vezes acima da média acendem alerta — veja os 7 mais alavancados

  • 4

    Ibovespa nas máximas: investir agora ou esperar queda? Veja a estratégia usada pelos especialistas

  • 5

    Renda fixa digital tem rentabilidade média de 19%: entenda como funciona e quais são os riscos

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Tem mais de 60 anos? Veja 3 benefícios que idosos podem aproveitar
Logo E-Investidor
Tem mais de 60 anos? Veja 3 benefícios que idosos podem aproveitar
Imagem principal sobre o Trabalho de meio período na aposentadoria? Como idosos podem se beneficiar com essa estratégia
Logo E-Investidor
Trabalho de meio período na aposentadoria? Como idosos podem se beneficiar com essa estratégia
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: menores de idade podem ter a conta aberta no próprio nome, desde que estas regras sejam cumpridas
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: menores de idade podem ter a conta aberta no próprio nome, desde que estas regras sejam cumpridas
Imagem principal sobre o Starlink: quem usar o plano de viagem fora do país pode perder o acesso à internet?
Logo E-Investidor
Starlink: quem usar o plano de viagem fora do país pode perder o acesso à internet?
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: além do Caixa Tem, alunos podem movimentar dinheiro nestes outros locais
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: além do Caixa Tem, alunos podem movimentar dinheiro nestes outros locais
Imagem principal sobre o Idosos doentes têm direito à perícia médica em casa? Entenda como funciona
Logo E-Investidor
Idosos doentes têm direito à perícia médica em casa? Entenda como funciona
Imagem principal sobre o Carteira do Idoso: veja qual gratuidade os idosos conseguem com o documento
Logo E-Investidor
Carteira do Idoso: veja qual gratuidade os idosos conseguem com o documento
Imagem principal sobre o Idosos podem retirar fraldas geriátricas gratuitamente, desde que apresentem estes documentos
Logo E-Investidor
Idosos podem retirar fraldas geriátricas gratuitamente, desde que apresentem estes documentos
Últimas: Educação Financeira
Nova tabela do IR 2026: quanto a Receita morde do seu salário?
Educação Financeira
Nova tabela do IR 2026: quanto a Receita morde do seu salário?

Atualização da tabela mantém lógica progressiva e amplia faixa de isenção, mas impacto no bolso varia conforme a renda do contribuinte

24/04/2026 | 20h41 | Por Ana Ayub
Conta bancária errada na restituição do IR 2026? Veja como corrigir
Educação Financeira
Conta bancária errada na restituição do IR 2026? Veja como corrigir

Restituição do Imposto de Renda 2026 começa a partir de maio e permite ajuste de dados

23/04/2026 | 19h56 | Por Ana Ayub
Investimento no exterior ganha peso no IR 2026: saiba como a Receita fiscaliza e os erros mais comuns
Educação Financeira
Investimento no exterior ganha peso no IR 2026: saiba como a Receita fiscaliza e os erros mais comuns

Troca internacional de informações, Carnê-Leão e regras de câmbio elevam o rigor sobre ativos fora do País

23/04/2026 | 15h37 | Por Igor Markevich
Imposto de Renda 2026: faixa de isenção sobe e muda regra para declarar
Educação Financeira
Imposto de Renda 2026: faixa de isenção sobe e muda regra para declarar

Limite de rendimentos sobe para R$ 35.584 e isenção mensal vai a R$ 3.036; veja regras e prazos

22/04/2026 | 19h00 | Por Ana Ayub

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador