• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Educação Financeira

Tesouro Direto: qual sua relação com a inflação?

Entenda como o aumento nos preços dialoga com o Tesouro Direto e como proteger seu patrimônio

Por E-Investidor

29/11/2021 | 14:48 Atualização: 29/11/2021 | 14:48

A relação entre inflação e os títulos do Tesouro Direto vai além da remuneração. (Fonte: Shutterstock)
A relação entre inflação e os títulos do Tesouro Direto vai além da remuneração. (Fonte: Shutterstock)

(Por Carlos Pegurski, especial para o E-Investidor) – A inflação tem assustado os brasileiros. Mesmo quem não sabe o que ela é ou como funciona percebe que os preços nas padarias, postos de combustível ou supermercados sobem a cada dia. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que mede o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), produtos e serviços ficaram 10,67% mais caros nos últimos doze meses.

Leia mais:
  • ‘Tesouro 3.0’ tem gestão ativa para bater inflação e superar poupança
  • 'Até o investidor superconservador terá de mexer no portfólio', diz Kairós Capital
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Por isso, é crescente o número de investidores que optam por fazer da inflação sua aliada para reduzir danos. É o caso de quem investe em Tesouro IPCA+: trata-se de uma modalidade de Tesouro Direto que paga uma taxa fixa acrescida do valor do índice de inflação. Assim, é possível proteger seu patrimônio de forma segura.

Mas a relação entre inflação e os títulos do Tesouro Direto vai além da remuneração. Ela também passa por aspectos ligados à alta dos preços e pela política monetária formulada diante desse cenário.

Publicidade

Conteúdos e análises exclusivas para ajudar você a investir. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Quer saber mais sobre a relação entre Tesouro Direto e inflação? Então confira este artigo!

Por que a inflação aumenta?

Relação tesouro direto e inflação
Alta generalizada nos preços tem uma série de causas. (Fonte: Andrey Popov/Shutterstock;reprodução)

Existe uma série de razões pelas quais a inflação pode ocorrer (e elas podem ter impacto simultâneo nesse índice). Uma delas é o excesso de circulação de moeda em relação à produção. Se há muito dinheiro para pouca atividade econômica, isso tende a fazer com que os produtos se valorizem mais do que o esperado.

A elevação da demanda e a escassez de um produto também podem afetar esse equilíbrio. Vamos usar o trigo, principal ingrediente do pão, por exemplo. A plantação de trigo tem sido ameaçada pelo calor e pela falta de chuvas. A isso se somam mais dois fatores: a forte demanda pelo grão, sobretudo para ração animal, e a alta do dólar.

O valor do dólar pesa nessa balança porque o preço das commodities no mercado interno é atrelado às exportações. Se há compradores externos pagando em dólar (que oscila próximo a R$ 5,50), isso pressiona o mercado interno a remunerar o produtor em margens elevadas. Por isso, além de um grão de menor qualidade, o pãozinho do brasileiro é afetado pela dinâmica cambial.

Publicidade

Esse é o mesmo mecanismo que explica porque a gasolina tem sido vista a R$ 6 e R$ 7 em postos por todo o Brasil. No caso dos combustíveis, ocorre um problema em cascata: como ele é vital para o abastecimento do País, que tem dimensões continentais e depende do transporte rodoviário, todos os setores repassam ao consumidor a alta na logística.

Outra razão para a inflação é o aumento do custo de produção. Isso pode ocorrer pelo aumento dos juros, que encarece o crédito, e pela própria inflação, retroalimentando esse ciclo. Assim, se uma padaria precisar pagar mais caro na farinha e nas parcelas da compra de um forno, o cliente sente ainda mais o efeito na hora da compra.

Por fim, é importante considerar que o mercado tem um comportamento inercial, ou seja, mesmo que o preço do trigo e do combustível diminuam, o dono da padaria pode achar mais prudente não abaixar o preço do quilo do pão. Afinal, ninguém sabe como esses e outros elementos estarão em um futuro próximo. E isso também é sentido pelo Tesouro Direto IPCA.

Como a política monetária combate a inflação?

Taxa selic é a resposta à inflação
Uma das principais respostas à inflação é a taxa Selic, regulada pelo Banco Central. (Fonte: Jo Galvão/Shutterstock/reprodução)

Uma das prerrogativas dos Estados é criar políticas monetárias. Isso é feito por uma série de instrumentos que objetivam criar cenários interessantes à economia do País e tentar remediar problemas, como a inflação. É isso que tem ocorrido no Brasil.

Publicidade

A pandemia está completando 18 meses e o efeito financeiro só não é maior que as perdas humanas. Muitos negócios se tornaram inviáveis ou, ao menos, estão tendo que permanecer em stand by. Ruim para o empresário, que perde receita; péssimo para os funcionários, muitos deles demitidos; e ruim também para a receita do País, que agrava seu problema fiscal.

Do ponto de vista dos caixas públicos, o desemprego diante da crise sanitária é um cenário ainda mais grave, já que o Estado precisa oferecer uma política de proteção social mínima, como o Auxílio Emergencial. Isso ocorre em um momento de explosão nos gastos em saúde pública, que torna o déficit fiscal ainda mais grave. Ao mesmo tempo, se a economia não colapsou completamente foi graças a esse tipo de política redistributiva, que ajudou a empurrar a demanda e a produção.

Para garantir que o Estado e a economia continuem funcionando (operação de serviços de saúde, pagamento do Auxílio Emergencial e o restante dos gastos públicos), o governo optou por emitir mais moeda. Junto aos tributos e aos títulos públicos, essa é uma forma que ele tem de fazer caixa. Mas isso também tem lá seu impacto. Com mais dinheiro circulando, já sob a pressão de desvalorização causada pelo dólar, pode-se ter uma inflação crescente e endividamento do Estado.

Para remediar o aumento no custo de vida médio, que está em 10,67% no acumulado dos últimos doze meses, o Comitê de Políticas Monetárias do Banco Central (Copom) optou por aumentar a Selic, que está em 7,75% e pode terminar o ano em 9,25% ao ano.

Publicidade

Em tese, essa medida poderia retrair um pouco o consumo e diminuir a inflação, mesmo que isso signifique aumentar os custos de produção, em razão de algumas premissas: há menos estímulo ao crédito e, assim, ao consumo; e se torna mais interessante adquirir títulos públicos, entre outros investimentos.

Como a inflação afeta o Tesouro Direto?

Títulos com lastros no IPCA
Os títulos com lastro no IPCA podem ser resgatados a curto, médio e longo prazo. (Fonte: Tesouro Direto/reprodução)

É aí que entra novamente o Tesouro Direto. Além de gerar caixa para o Estado, ele tira dinheiro de circulação e oferece uma alternativa de investimento interessante.

Quando a Selic sobe, os títulos de renda fixa se tornam mais atrativos. Alguns analistas apontam que a taxa básica pode chegar a 9,25% até o fim do ano. Se isso ocorrer, significa que esse será o rendimento anual do depósito.

Porém, a curto e médio prazo, os títulos IPCA+ ainda parecem ser mais interessantes, já que devem proteger o patrimônio diante da escalada de preços.

Publicidade

Portanto, vale a pena considerar seriamente os títulos híbridos, como o IPCA+. Ao menos no cenário próximo, em que a inflação deve continuar alta, esse ativo deve remunerar no mínimo 10% (como os títulos Selic remuneravam há alguns anos).

Deve-se ter em mente, no entanto, que essa é uma opção válida para quem já tem uma reserva de emergência e tem paciência para esperar o vencimento do papel. Se esse for o seu caso, aproveite: essa é uma forma muito interessante de investir com segurança e boa rentabilidade.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Inflação
  • Taxa Selic
  • Tesouro Direto
Cotações
23/01/2026 15h03 (delay 15min)
Câmbio
23/01/2026 15h03 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Will Bank liquidado e site fora do ar: devo pagar a fatura em aberto do banco?

  • 2

    Bancos e corretoras travam disputa por R$ 41 bi do FGC: veja as ofertas agressivas para clientes ressarcidos por CDBs do Master

  • 3

    Ibovespa hoje bate recorde histórico e tem maior alta diária desde abril de 2023

  • 4

    CDBs do Will Bank já preocupavam mercado antes de BC decretar a liquidação; entenda o caso

  • 5

    Como ficam os clientes do Will Bank, que têm R$ 7 bi em CDBs e LFs, após a liquidação da fintech pelo Banco Central?

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (23)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (23)?
Imagem principal sobre o 5 situações em que o saldo retido do FGTS pode ser liberado
Logo E-Investidor
5 situações em que o saldo retido do FGTS pode ser liberado
Imagem principal sobre o 4 formas para solicitar a aposentadoria para servidores públicos
Logo E-Investidor
4 formas para solicitar a aposentadoria para servidores públicos
Imagem principal sobre o Como fica a aposentadoria para professores que são servidores públicos federais em 2026?
Logo E-Investidor
Como fica a aposentadoria para professores que são servidores públicos federais em 2026?
Imagem principal sobre o Aposentadoria de professores: como receber o primeiro pagamento do INSS?
Logo E-Investidor
Aposentadoria de professores: como receber o primeiro pagamento do INSS?
Imagem principal sobre o Demitidos por justa causa têm direito ao saque retido do FGTS? Entenda
Logo E-Investidor
Demitidos por justa causa têm direito ao saque retido do FGTS? Entenda
Imagem principal sobre o Entenda como funciona a regra dos pontos para se aposentar em 2026
Logo E-Investidor
Entenda como funciona a regra dos pontos para se aposentar em 2026
Imagem principal sobre o Aposentadoria para professores: como funciona a regra da idade mínima em 2026?
Logo E-Investidor
Aposentadoria para professores: como funciona a regra da idade mínima em 2026?
Últimas: Educação Financeira
Como investir em CDBs com segurança após casos Master e Will Bank: liquidez, Basileia, rating e sinais de alerta
Educação Financeira
Como investir em CDBs com segurança após casos Master e Will Bank: liquidez, Basileia, rating e sinais de alerta

Casos do Banco Master e do Will Bank mostram que FGC e liquidez diária não substituem análise de solidez, governança e modelo de negócio

22/01/2026 | 05h30 | Por Isabela Ortiz
Liquidação do Will Bank perdoa dívidas de cartão de crédito e empréstimos?
Educação Financeira
Liquidação do Will Bank perdoa dívidas de cartão de crédito e empréstimos?

Encerramento das operações do banco digital trouxe dúvidas entre os clientes quanto aos pagamentos de dívidas; veja o que acontece a partir de agora

21/01/2026 | 14h40 | Por Daniel Rocha
Will Bank liquidado e site fora do ar: devo pagar a fatura em aberto do banco?
Educação Financeira
Will Bank liquidado e site fora do ar: devo pagar a fatura em aberto do banco?

Decisões do BC e Mastercard interrompem serviços da fintech; especialistas explicam como ficam faturas, Pix e dinheiro em conta

21/01/2026 | 13h22 | Por Camilly Rosaboni
Will Bank fora do ar hoje após liquidação pelo Banco Central: sua conta corrente tem proteção do FGC?
Educação Financeira
Will Bank fora do ar hoje após liquidação pelo Banco Central: sua conta corrente tem proteção do FGC?

Com a liquidação extrajudicial, as operações foram interrompidas, mas os saldos seguem protegidos pelo FGC dentro dos limites legais

21/01/2026 | 12h29 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador