Ações da Natura (NATU3) caíram após balanço do 2T25, com pressão da Avon e perspectivas de recuperação apenas em 2026.
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Renovando mínima de R$ 8,91, as ações da Natura caem 2,62% e puxam as limitadas quedas do Ibovespa, que neste momento, avança 0,51%, aos 141.765 pontos. Para Hugo Queiroz, o caminho segue “desafiador” para Natura após a reorganização. “O papel não se recuperou desde o resultado do segundo trimestre”, diz.
Ao lado da varejista de cosméticos surge Prio (-1,79%), penalizada pela queda do petróleo. Usiminas PNA (-1,81%) e CSN (-1,55%), ainda segundo Queiroz, caem na esteira da lei da reciprocidade na guerra tarifária entre Brasil e EUA, que pode piorar ainda mais a taxação ao aço brasileiro se escalar, alerta.
São Martinho (-1,51%) é impactada pelos preços do açúcar e do milho, enquanto TIM (-1,43%), Porto (-1,34%) e Marcopolo PN (-1,29%) realizam parte dos ganhos recentes.