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Investimentos

Investidores apostam bilhões que alta de metais não é passageira

Goldman Sachs e Bank of America aconselham os investidores a abastecer-se na expectativa de uma recuperação a longo prazo

Por E-Investidor

12/06/2021 | 7:00 Atualização: 11/06/2021 | 13:56

Mineração de cobre e ouro. (Foto: Vale/Divulgação)
Mineração de cobre e ouro. (Foto: Vale/Divulgação)

(Mark Burton/WP Bloomberg) – Um ano depois da animada alta dos metais industriais que elevou o cobre a patamares recordes, os investidores ainda estão investindo, apostando bilhões de dólares que o produto não perderá o fôlego tão cedo.

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O que se escuta por Wall Street é “não pare de comprar agora”, com o Goldman Sachs Group e o Bank of America entre os que aconselham os investidores a abastecer-se na expectativa de uma recuperação a longo prazo alimentada pela recuperação mundial após a pandemia e um exagero de gastos em energia renovável e infraestrutura de veículos elétricos.

O valor do cobre já dobrou no ano passado para mais de US$ 10.000 a tonelada, e o Bank of America diz que é possível que ele chegue a US$ 20.000 se a oferta diminuir muito à medida que a demanda aumentar.

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A alta marca o renascimento de uma área que definhou por anos e atraiu mais pessoas para investimentos há muito vistos como nada atrativos. Nos mercados futuros, os investidores já estão levando em conta a opção, com apostas especulativas nos contratos de cobre de Londres e Nova York atingindo picos históricos durante a ascensão dramática do metal vermelho.

Ainda assim, os otimistas dizem que as perspectivas brilhantes de longo prazo do cobre podem atrair mais investidores.

“Uma das coisas que levam as commodities ao pico é a demanda financeira, em vez da demanda física”, disse Evy Hambro, chefe global de investimentos temáticos da BlackRock. “Estamos vendo uma preocupação maior com o meio ambiente em todo o mundo, isso vai ser intenso com as commodities e essa tendência provavelmente vai durar décadas.”

A corrida para conseguir alguma dessas ações ainda está acelerando, com valores recordes tomando conta de alguns produtos negociados em bolsa com foco em metal. Essa é uma tendência que vale a pena observar porque os produtos negociados em bolsa oferecem um caminho fácil para os investidores de varejo, cujos números aumentaram no ano passado, e abrem a porta para mais investidores institucionais.

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As mineradoras também estão crescendo à medida que geram ótimos lucros. As avaliações da Rio Tinto e da BHP estão em níveis recorde ou quase recorde, enquanto os investimentos em fundos de mineração também estão começando a aumentar.

Os ativos do fundo BlackRock World Mining aumentaram em US$ 3,1 bilhões para uma alta em seis anos de US$ 7,5 bilhões nos seis meses até abril. Mesmo assim, o fundo está bem abaixo do pico de US$ 18 bilhões em 2011, sugerindo que o influxo ainda pode ter muito mais pela frente.

Ainda assim, o cenário de investimentos nos mercados de metais mudou muito desde a última recuperação do setor, e as mineradoras podem não ver a mesma enxurrada de investimentos que surgiu durante o boom das commodities liderado pela China nos anos 2000.

Especialmente em um mundo que está tentando diminuir a pegada de carbono, alguns investidores de grande visibilidade estão deixando as indústrias extrativas, até mesmo as mineradoras, incluindo a BHP e a Anglo American, afastando-se de ativos como carvão e petróleo e movendo-se em direção a metais como cobre, importantes para as energias renováveis.

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O equilíbrio de poder também mudou nos mercados futuros, com os ágeis investidores algorítmicos tomando o lugar de conhecidos administradores de fundos de hedge como a força dominante. As regulamentações também significaram que os bancos de investimento fecharam suas mesas de negociação, tirando parte do poder de suas previsões ousadas sobre os preços.

A recuperação também pode ser prejudicada se a retomada da economia tropeçar, corroendo a demanda e minando parte do investimento em commodities.

Mas isso não quer dizer que os investidores não estejam se interessando aos montes.

Entre aqueles que reagiram de forma mais contundente quando o cobre começou a se recuperar em março passado, estava um grupo de negociadores algorítmicos tecnicamente sofisticados, conhecidos como consultores de negociação de commodities (CTA, na sigla em inglês). Analisando uma grande quantidade de dados, eles foram a causa principal do aumento inicial no posicionamento otimista dos investidores.

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Frequentemente, suas estratégias de negociação são executadas com pouca supervisão humana, então, enquanto os gestores de carteiras observavam apreensivos a covid-19 forçar a paralisação das indústrias das principais economias, os programas de compra de CTA entraram em ação.

“A comunidade especulativa fez uma aposta na recuperação do crescimento global”, disse Max Layton, diretor-gerente de pesquisa de commodities do Citigroup. “Os CTAs não sabiam necessariamente por que estavam fazendo isso – eles estavam apenas fazendo isso com base em correlações e tendências históricas – mas acabaram tomando a decisão correta.”

Outros gestores de carteiras também seguiram o movimento, mas os maiores fluxos de investidores de fundos de hedge tradicionais só ocorreram depois que surgiram grandes avanços com as vacinas contra a covid-19, de acordo com Layton.

Juntos, até o final do ano, eles ajudariam a elevar o posicionamento especulativo nos contratos de cobre da London Metal Exchange e Comex para um novo pico, com sua posição líquida respondendo por mais de 10% da demanda subjacente, de acordo com o Citigroup.

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Ao contrário dos mercados maiores de metais preciosos, os produtos negociados em bolsa nunca ganharam tanta força no cobre, mas isso está mudando rapidamente.

De uma base baixa, as entradas líquidas no fundo de commodities negociado em bolsa WisdomTree Copper, o maior de seu tipo, aumentaram US$ 366 milhões este ano, elevando os ativos sob gestão para um recorde de US$ 841 milhões. Os cinco metais industriais mais negociados na bolsa tiveram seus maiores ingressos de todos os tempos em abril.

“A profunda percepção que está surgindo entre os investidores é que não se tratou apenas de um aumento temporário causado por cortes na oferta”, disse Mobeen Tahir, diretor associado de pesquisa da WisdomTree. “É, na verdade, uma mudança fundamental na demanda por cobre que vai impulsionar os preços daqui para frente.”

Além do otimismo em relação às perspectivas de demanda de longo prazo do cobre, ele também está se beneficiando do dinheiro do investidor em busca de um grande aumento nos preços das commodities visto nos últimos meses.

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Os fundos de índice de commodities oferecem outra maneira de investir em metais como cobre, assim como em energia e produtos agrícolas, e os ingressos têm aumentado nos últimos meses. As estimativas do Citigroup mostram que os ativos mantidos em tais fundos cresceram cerca de 8%, para US$ 249 bilhões em abril, ajudando a elevar os ativos gerais sob gestão em produtos de commodities para um recorde de US$ 684 bilhões.

Como um todo, as commodities tendem a ter um bom desempenho em períodos de rápido crescimento econômico e também tendem a atuar como uma proteção contra a inflação que pode corroer os retornos em outros lugares.

Com o aumento das preocupações com a inflação, novas entradas de fundos de índices de commodities podem adicionar novo combustível à fogueira do metal.

(Tradução de Romina Cácia)

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