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Investimentos

CDB rende mais do que a poupança? Veja como funcionam essas aplicações

Comparar o retorno do título ao da caderneta pode ajudar a escolher o mais adequado

Por Gabriel Serpa

19/07/2024 | 10:00 Atualização: 18/07/2024 | 15:16

Manter o CDB até o vencimento é uma forma de evitar prejuízos. (Foto: Envato)
Manter o CDB até o vencimento é uma forma de evitar prejuízos. (Foto: Envato)

O Certificado de Depósito Bancário (CDB) é um dos ativos de renda fixa mais comuns no mercado financeiro. Mas a caderneta de poupança ainda ocupa o posto de queridinha dos brasileiros. A constatação está no Raio-X do Investidor 2024, estudo anual da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), que mostra em qual ativo os investidores brasileiros mais aplicam seu dinheiro, entre outras análises.

Leia mais:
  • CDB com retorno de 130% do CDI; quando vale a pena investir?
  • CBD: como calcular rendimento descontando do imposto de renda?
  • CDB: por que devo manter o dinheiro investido até o vencimento?
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No entanto, a forma como o rendimento da poupança é calculado (e previsto em lei) deixa muito a desejar, quando comparado ao rendimento de um CDB (considerado muito seguro).

Mas, antes de comparar resultados, é preciso entender como se dá o retorno de cada uma das aplicações. No caso da poupança, quando a taxa básica de juros (a Selic) está acima de 8,5% ao ano, seu rendimento é de 0,5% ao mês, ou 6,17% aa, somado à Taxa Referencial (TR), que é próxima a zero. Atualmente, a taxa Selic está em 10,5% aa.

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Já o CDB oferece três formas de calcular seus retornos (a prefixada, a pós-fixada e a híbrida). Pode-se afirmar que todas são mais vantajosas do que a poupança. A mais segura, indicada a perfis conservadores e para quem está começando, é a modalidade prefixada. Nela, o investidor fica sabendo na hora quanto vai receber pela aplicação, assim que o contrato chegar ao vencimento.

É comum encontrar CDBs prefixados que oferecem retorno de 100% sobre o CDI. Essa sigla se refere ao Certificado de Depósito Interbancário, taxa aplicada nos empréstimos feitos entre bancos. O importante aqui é saber que o CDI está em 10,65% ao ano, orbitando a taxa Selic, como de costume.

Mas não é difícil encontrar CDBs no mercado que rendem 110%, 120% ou 130% do CDI. Nesta matéria, o E-Investidor aborda quando vale a pena investir neles, considerando suas condições e variáveis.

CDB x poupança

Se o investidor aplicasse a quantia de R$ 10 mil na poupança, pelo período de 12 meses (um ano), ele receberia cerca de R$ 712, descontada a inflação acumulada dos últimos 12 meses. A poupança, vale lembrar, é isenta da cobrança de Imposto de Renda (IR). Ainda assim, a diferença em favor do CDB é expressiva, como será demonstrado a seguir.

A fim de facilitar o cálculo, foi considerado rendimento de 100% do CDI, para o CDB prefixado. Com rendimento bruto de 10,65% ao ano, pelos mesmos 12 meses, aqueles R$ 10 mil iniciais renderiam ao investidor cerca de R$ 878, já descontada a alíquota de 17,5% do IR.

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Ou seja, a diferença é de R$ 166, considerando os retornos líquidos de cada aplicação. A discrepância tende a aumentar se o tempo até o resgate e o aporte inicial forem maiores. No entanto, quem optar pelo CDB prefixado deve saber que a quantia prevista só deve ser reavida ao término do contrato.

Também vale lembrar que o CDB possui cobertura de R$ 250 mil pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Dessa forma, caso a instituição escolhida para aplicação não possa arcar com seus débitos, o investidor recebe o dinheiro de volta, até esse valor limite.

Ainda assim, a busca por profissionais do ramo das finanças é sempre a melhor recomendação, antes de se aventurar pelo mercado de ativos financeiros. Um consultor ou assessor de investimentos pode ajudar a traçar uma estratégia adequada, considerando a capacidade financeira e os objetivos do cliente, ainda que seja para adquirir produtos seguros, como o CDB.

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