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Investimentos

Ativos verdes: como investir no plantio de árvores a partir de R$ 10

Investidores podem financiar o reflorestamento de áreas, que se tornarão ativo verde comercializável

Por Isaac de Oliveira

24/12/2021 | 4:30 Atualização: 23/12/2021 | 19:00

Além do retorno, atrativo do investimento está na causa de fundo, defendem as empresas (Foto: Pixabay
Além do retorno, atrativo do investimento está na causa de fundo, defendem as empresas (Foto: Pixabay

O ditado popular diz que “dinheiro não dá em árvore”, no entanto, no mercado de investimentos, essa máxima pode ser contestada – ainda que no sentido figurado. Isso porque já é possível investir no plantio de árvores em áreas degradadas e receber juros sobre o capital aplicado.

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Esse tipo de aplicação vem sendo liderada pela PlantVerd, startup que opera na execução de serviços ambientais para a recuperação de áreas degradadas, e a Trê Investimentos com Causa. Atualmente, elas estão com uma rodada aberta para captação de R$ 800 mil, que serão usados no plantio de 52 mil mudas na Serra Cantareira, em São Paulo.

O investimento consiste em um empréstimo coletivo, onde cada pessoa pode participar com o investimento mínimo de R$ 10. A cada R$ 150 investidos, dez árvores serão plantadas, informam as empresas.

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O pagamento do valor investido será feito em 16 parcelas mensais, após um período de carência de oito meses – período em que o investidor não recebe – ou seja, a aplicação não é indicada para reserva de emergência. O rendimento prometido é de 1% ao mês, que já é contabilizado a partir do primeiro mês de carência.

Embora o piso para o investimento seja baixo, Marcos Pedote, diretor da Trê, ressalta que este tipo de investimento possui risco de crédito e não conta, por exemplo, com garantias como a do Fundo Garantidor de Crédito (FGV). Portanto, ele diz que o interessado precisa fazer um exame de consciência para chegar a um valor que considere fazer sentido no carteira e no emocional.

“É uma experiência atrelada a negócios com causas que, como cidadão, talvez a pessoa queira ser protagonista com o seu dinheiro e ajudar o sonho de alguém que está transformando a sociedade em algo que ela também gostaria de transformar”, define Pedote. “Dentro do seu portfólio, que tal fazer uma experiência alternativa, que é diferente da forma que você está acostumado a olhar para investimento e ver como você se sente dentro disso?”, provoca.

Vale pontuar que o risco de crédito existe porque a figura do banco, que normalmente é quem financia e corre o risco de a empresa tomadora do dinheiro não devolver os recursos, são as próprias pessoas que entram no negócio. Mas o diretor diz que a Trê atua de perto em mais de 50 projetos, dos quais somente dois tiveram algum problema, como atraso de pagamento das parcelas, mas nunca um calote.

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“No caso da PlantVerd, nós temos o aval dos sócios de que, se a empresa não pagar, eles podem ser responsabilizados como pessoa física”, afirma Pedote.

Esse tipo de financiamento é intermediado por uma terceira empresa, a Mova, que consiste em uma Sociedade de Empréstimo entre Pessoas (Sep), modelo este que é regulado pela Resolução 4.656 de 26 de abril de 2018, do Conselho Monetário Nacional (CMN). É a Mova quem emite uma Cédula de Crédito Bancário (CCB) para as empresas que tomarão o empréstimo, e um certificado da referida cédula para os participantes do empréstimo.

Vendendo ativos verdes

A PlantVerd já atua no mercado tradicional de reflorestamento desde 2013, no modelo em que é procurada para prestar o serviço de plantio. Mas Antonio Borges, sócio-fundador e CEO da PlantVerd, explica que, desde o ano passado, passou a atuar também com a comercialização do “ativo verde”, conceito criado a partir da Resolução 48, de 6 de agosto de 2020, da Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente (SIMA) do Estado de São Paulo.

“Neste fluxo, a floresta começa a ser plantada antes de alguém desmatar”, afirma Borges. Na prática, a empresa faz o plantio de mudas e, com isso, passa a deter um ativo verde, que pode ser vendido depois para quem precisará fazer algum tipo de reflorestamento. Conforme a resolução, o ativo verde pode ser usado em “obrigações de compensação, reposição de vegetação nativa ou conversão de multa em prestação de serviços ambientais, voluntárias ou decorrentes de licenciamento ou de fiscalização ambiental”.

“Antes, éramos apenas prestadores de serviço, que dependiam de ganhar licitação ou que alguma empresa nos procurasse. Mas decidimos transformar o reflorestamento em produto palpável, que pudesse ter estoque. Isso nos fez criar esse modelo com baixa competitividade, em que podemos regular o preço de acordo com a demanda”, explica o empresário.

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A empresa já fechou outras rodadas de financiamento, para iniciar o processo de recuperação de 300 hectares de áreas como a da Ilha Anchieta, em Ubatuba, e no Parque Estadual Serra do Mar, ambos em São Paulo. Mas a ideia, segundo o executivo, é expandir a operação para outros estados brasileiros.

“É muito importante essa transformação do reflorestamento, de fazer ele deixar de ser visto só como um custo para as empresas que precisam reflorestar e passar a ser visto como oportunidade de investimento. É só com a participação da sociedade e da iniciativa privada que nós vamos conseguir bater as metas de reflorestamento e de controle da temperatura nos compromissos assumidos no acordo de Paris e ratificadas na COP26”, afirma Borges.

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