• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Como alcançar R$ 1 milhão em diferentes classes de ativos

Pelas projeções, o valor deve ser alcançado em intervalos de 20 a 36 anos

Por Rebeca Soares

06/01/2022 | 14:56 Atualização: 06/01/2022 | 15:06

Yubb, ModalMais e Fiduc calcularam como investidores podem chegar a R$ 1 milhão Foto: Envato Elements
Yubb, ModalMais e Fiduc calcularam como investidores podem chegar a R$ 1 milhão Foto: Envato Elements

Quem não sonha com uma conta recheada com mais de sete dígitos? Para chegar a R$ 1 milhão, o caminho pode ser longo, mas especialistas em educação financeira dão dicas de como alcançar a quantia.

Leia mais:
  • As ações mais recomendadas para janeiro
  • Estes foram os 10 investimentos mais rentáveis em 2021
  • Valor global investido em ETFs chega a US$ 1 trilhão
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

É importante ressaltar que a diversificação da carteira respeitando o seu perfil de risco é essencial para alcançar metas e objetivos sem que haja impacto negativo no orçamento. Para fins comparativos, especialistas utilizaram projeções de tempo para alcançar o sonhado milhão com diferentes classes de ativos.

O E-Investidor ouviu três instituições diferentes para a comparação do cálculo. Fiduc e Modalmais avaliaram as principais classes de ativos e o tempo necessário para alcançar R$ 1 milhão com aportes mensais de R$ 1 mil. Já a Yubb considerou aplicações mensais de R$ 1,5 mil.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Segundo os cálculos da Fiduc, feitos a partir de médias históricas e projeções, a poupança exige o maior tempo de aplicação, 36 anos e 3 meses, enquanto a Bolsa tem o menor tempo, de 21 anos e 10 meses.

Para o ModalMais, aplicações em ações podem demorar 34 anos e 5 meses para o alcance do milhão. Por outro lado, o investimento no Tesouro Selic durante 23 anos e 11 meses é capaz de chegar a R$ 1 milhão.

Conforme calculado pelo Yubb, considerando o valor inicial de R$ 1,5 mil e aportes mensais no mesmo valor, investidores podem chegar ao primeiro milhão aplicando por 27 anos e 11 meses em ações. O tempo mais curto seria aplicando em bitcoin, 2 anos e 1 mês, apesar de ser uma classe mais volátil.

Foram considerados os rendimentos do Tesouro Selic e Certificado de Depósito Bancário (CDB), que utilizam retornos baseados no CDI para o governo e bancos, respectivamente. Além disso, as instituições calcularam rendimento de ações baseadas no Ibovespa, principal índice acionário da Bolsa de Valores brasileira. Para retorno dos fundos imobiliários, as empresas calcularam projeções a partir do IFIX, índice do mercado imobiliário brasileiro.

Aporte mensal de R$ 1 mil, pela Fiduc

Classe Rendimento médio Tempo
Poupança 4,20%
36 anos e 3 meses
CDB/Tesouro 6,00%
30 anos e 5 meses
FII 8,50%
25 anos e 3 meses
Bolsa 11,00%
21 anos e 10 meses
Fonte: Fiduc

Os cálculos foram realizados por Valter Police, head da Academia Fiduc. Ele destaca que os números foram estimados pelo que as classes devem render nos próximos anos, com base no histórico já apresentado. Police ressalta que o cálculo é comparativo e que os portfólio devem ser diversificados com equilíbrio entre as classes.

Aporte mensal de R$ 1 mil, pelo ModalMais

Classe Rendimento médio Tempo
Ações 4,64%
34 anos e 5 meses
Poupança 6,04%
30 anos e 2 meses
FII 8,09%
25 anos e 10 meses
CDB 9,22% 24 anos
Tesouro SELIC 9,25%
23 anos e 11 meses
Fonte: ModalMais

 

Publicidade

Calculado por Patrícia Aiello, head comercial do Modalmais, os valores de rentabilidade ao ano de ações e de fundos imobiliários foram avaliados pela média do Ibovespa e do IFIX nos último dez e sete anos, respectivamente.

O retorno do CDB foi projetado pela média da rentabilidade ofertada pelo mercado.

Aiello chama atenção que, apesar do comparativo, é de extrema importância que o investidor compreenda o objetivo de cada classe. Ela explica que cada carteira deve ser dividida em ativos focados na reserva de emergência, na reserva de longo prazo ou aposentadoria e na reserva de construção de patrimônio.

“A primeira deve cobrir entre três a seis salários e precisa ter a possibilidade de resgatar imediatamente. Já a reserva focada no longo prazo pode ter prazos mais elevados como os Títulos do Tesouro com validade de até 30 anos. Na construção de patrimônio, focada em gastos com carro, viagem e intercâmbio, por exemplo, os investidores podem arriscar um pouco mais”, explica.

Aporte inicial de R$ 1,5 mil e aportes mensais de R$ 1,5 mil

Classe Rendimento médio Tempo
Ações 4,64%
27 anos e 11 meses
Poupança 6,10%
24 anos e 7 meses
Tesouro SELIC 9,25%
20 anos e 3 meses
CDB 9,49% 20 anos
FII 8,09%
21 anos e 8 meses
Bitcoin 898% 2 anos e 1 mês
Fonte: Yubb

Realizados por Bernardo Pascowitch, fundador do Yubb, os cálculos foram feitos com base no histórico de preço dos ativos até terça-feira (4). O especialista ressalta que são projeções baseadas no histórico das classes, sem garantia de manutenção das mesmas médias históricas para o futuro.

Publicidade

O rendimento da poupaça foi calculado pelo valor atual, assim como o CDB foi projetado pela média de rentabilidade. Pascowitch explica que o valor do retorno do Tesouro Selic foi calculado pela média dos últimos anos.

O rendimento da classe de ações é resultado do histórico dos últimos dez anos. Para Fundos Imobiliários, foi utilizada a média do IFIX dos últimos sete anos.

“Vale lembrar que dentro de IFIX e Ibovespa existe uma grande variedade de ativos e, consequentemente, alguns deles podem ter desempenho muito melhor. No geral, esse é o panorama. São aplicações para o longo prazo, exceto o bitcoin, que é um ativo muito mais recente do que os outros, além de ser muito mais volátil e arriscado. Não dá para colocarmos na mesma caixinha ou na mesma estratégia dos outros ativos”, explica.

Para o cálculo da rentabilidade do Bitcoin foi utilizada a média dos últimos nove anos.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Ações
  • Bolsa de valores
  • Conteúdo E-Investidor
  • dinheiro
  • Economia
  • Ibovespa
  • Investimentos
  • Mercado financeiro
  • Tesouro Selic
Cotações
25/03/2026 7h58 (delay 15min)
Câmbio
25/03/2026 7h58 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa hoje sobe mais de 3% e salta quase 6 mil pontos após Trump pausar ataques ao Irã; dólar cai a R$ 5,24

  • 2

    Conflito de interesses impulsiona migração da assessoria para consultoria. O fee fixo é para todo mundo?

  • 3

    Nubank vai pagar até R$ 6 mil de cashback para clientes que transferirem investimentos para o banco

  • 4

    Imposto de Renda 2026: veja regras, prazos, tabela atualizada e quem deve declarar

  • 5

    Ibovespa hoje sobe com guerra e ata do Copom; petróleo Brent fecha acima de US$ 100

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: qual é o prazo para resgatar o prêmio?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: qual é o prazo para resgatar o prêmio?
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia 2026: tem pagamento do benefício hoje (24)?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia 2026: tem pagamento do benefício hoje (24)?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual NIS recebe hoje (24)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual NIS recebe hoje (24)?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: incluiu um dependente? Evite este erro para não cair na malha fina
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: incluiu um dependente? Evite este erro para não cair na malha fina
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: onde sacar o prêmio?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: onde sacar o prêmio?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: qual o valor mínimo da cota do bolão?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: qual o valor mínimo da cota do bolão?
Imagem principal sobre o Auxílio-reclusão: até quando filhos dependentes podem receber o benefício?
Logo E-Investidor
Auxílio-reclusão: até quando filhos dependentes podem receber o benefício?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: onde fazer o bolão?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: onde fazer o bolão?
Últimas: Investimentos
Dividendos acima da Selic: 16 ações superam os 14,75%, mas nem todas inspiram confiança; veja simulações de renda passiva
Investimentos
Dividendos acima da Selic: 16 ações superam os 14,75%, mas nem todas inspiram confiança; veja simulações de renda passiva

Lista inclui papéis de companhias de setores cíclicos, o que adiciona riscos à carteira de renda passiva

25/03/2026 | 05h30 | Por Katherine Rivas
BB Investimentos reduz preço-alvo de Hypera (HYPE3), mas mantém recomendação de compra
Investimentos
BB Investimentos reduz preço-alvo de Hypera (HYPE3), mas mantém recomendação de compra

Mesmo avaliando que o cenário macro segue restritivo para as empresas do setor, banco afirma que a Hypera tem boa geração de caixa

24/03/2026 | 16h33 | Por Crisley Santana
BTG destaca que Casas Bahia (BHIA3) entra em fase de recuperação e vê avanço após reestruturação
Investimentos
BTG destaca que Casas Bahia (BHIA3) entra em fase de recuperação e vê avanço após reestruturação

Banco reitera recomendação neutra para os papéis da companhia e cita ambiente competitivo ainda desafiador

24/03/2026 | 15h20 | Por Júlia Pestana
Petróleo caro vai além da Petrobras: veja empresas que podem ganhar ou perder na Bolsa
Investimentos
Petróleo caro vai além da Petrobras: veja empresas que podem ganhar ou perder na Bolsa

Choque de preços da commodity se espalha pela economia, impacta margens, consumo e crédito e muda a dinâmica de diversos setores listados na B3; entenda

24/03/2026 | 05h30 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador