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Investimentos

Investimentos feijão com arroz: como montar uma carteira básica e rentável

Títulos do Tesouro e fundos de índice são formas de diversificar os investimentos para quem está começando a investir

Por Stephanie Tondo

03/11/2023 | 13:04 Atualização: 03/11/2023 | 13:14

Foto: Envato Elements
Foto: Envato Elements

Diversificar os investimentos costuma ser uma das principais recomendações dos assessores, mas em meio a tantas opções, pode ser difícil saber onde aplicar o dinheiro. Entre títulos de renda fixa, ações, fundos e até mesmo criptomoedas, o investidor corre o risco de acabar pulverizando seus recursos e perdendo o controle da rentabilidade no fim do mês.

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Para evitar que isso ocorra, analistas ouvidos pelo E-Investidor mostram quais são os investimentos “feijão com arroz”, aqueles que não podem faltar na carteira dos brasileiros, e que garantem a proteção do patrimônio.

Antes de definir quais ativos farão parte da carteira, o investidor deve ter em mente alguns fatores. O primeiro é o perfil de risco, que definirá o percentual de alocação em renda fixa e variável. O segundo ponto são os objetivos de curto, médio e longo prazo. E, por fim, é preciso saber qual o valor disponível para investimento inicial e qual será o aporte mensal.

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Renda fixa

Definidos esses pontos, os analistas recomendam começar com dois investimentos básicos de renda fixa: o Tesouro Selic, para formação da reserva de emergência, e o Tesouro IPCA+ para os objetivos de longo prazo, como a compra de um imóvel ou aposentadoria. Os títulos do Tesouro Direto possuem o menor risco do mercado, pois são garantidos pelo governo federal, e oferecem retornos competitivos em relação a outras aplicações, como CDBs.

“A gente tem títulos do Tesouro no Brasil que podem ser uma bola de segurança para o investidor. O Tesouro IPCA, por exemplo, vai pagar 5% ao ano, mais a inflação. Você não encontra nada melhor que isso no mercado com um risco tão baixo. É um título que quem pensa no longo prazo não pode deixar de ter”, explica Cristiano Correa, professor de Finanças Ibmec.

Júlia Aquino, analista de ações da Rico, acrescenta que o Tesouro Selic é uma boa opção para a reserva de emergência, pois possui liquidez. Ou seja, o investidor pode sacar o dinheiro a qualquer momento sem perdas.

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“A reserva de emergência funciona como um porto seguro, e por isso mesmo esse dinheiro deve ser investido em produtos com as seguintes características: liquidez, para que seja possível resgatar o dinheiro imediatamente e com facilidade; baixo risco, em produtos mais conservadores, para manter seu capital protegido; e baixo custo, considerando taxas de administração e custódia”, aponta.

Renda variável

Se o investidor possui perfil de risco mais arrojado e quer ingressar na renda variável, há algumas opções: montar a sua própria carteira de ações; escolher um fundo de investimento com gestão ativa, em que o gestor irá selecionar os papéis; ou aplicar em um fundo de índice, ou ETF, que irá refletir a performance de um índice da Bolsa.

Caso o investidor decida montar a sua própria carteira, o ideal é optar por poucas empresas. Sidney Lima, analista da Ouro Preto Investimentos, recomenda que a carteira não ultrapasse seis setores, com no máximo três ações por setor. Ou seja, 18 ações de empresas diferentes no máximo.

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“Eu já tive um cliente que investia em 70 ações de empresas diferentes, e no final acabava perdendo o controle do retorno que estava tendo. Existe uma dificuldade muito grande hoje em dia de as pessoas decidirem onde irão investir, porque há muita informação e cada hora uma recomendação diferente. O ideal é focar em poucas empresas e setores que o investidor conseguirá acompanhar”, pondera Lima.

Flavio Conde, analista da Levante Investimentos, também recomenda que a carteira tenha entre 10 e 20 ações diferentes, dependendo dos objetivos do investidor.

“Uma pessoa mais nova deveria focar no longo prazo e priorizar rentabilidade. Já uma pessoa mais velha deveria focar em renda, e escolher empresas que sejam boas pagadoras de dividendos”, explica.

Para quem não tem familiaridade com o mercado e prefere delegar essa seleção para outra pessoa, há a opção dos fundos de investimento com gestão ativa. Nesses casos, um profissional terá a liberdade de escolher em quais empresas o fundo irá investir, considerando fatores como o cenário geopolítico e macroeconômico, a conjuntura de cada setor, entre outros pontos. O regulamento do fundo indicará o benchmark, ou seja, a meta de rentabilidade que o fundo deverá atingir.

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Vale lembrar que os fundos de investimento com gestão ativa cobram taxa de administração, que pode chegar a 2% ao ano, e uma taxa de performance quando o benchmark é superado.

Por isso, uma opção mais simples e com menos custos é investir em um fundo de índice, também chamado de Exchange Traded Fund (ETF). É o caso do BOVA11, por exemplo, fundo que reflete a performance das ações do Ibovespa, que é o índice das principais empresas da B3.

“Como o BOVA11 reflete todos os ativos do Ibovespa, quando se observa uma queda grande de uma empresa, o índice não cai tanto. Quando a Petrobras caiu 6%, por exemplo, o BOVA baixou 0,5%. É uma ida para renda variável com alguma segurança e tranquilidade”, ressalta Cristiano Correa, do Ibmec.

Para o professor de Finanças, uma carteira com Tesouro Selic, Tesouro IPCA+ e BOVA11 seria um bom começo para o investidor que ainda está começando a entender como o mercado funciona. Com o tempo, é possível começar a buscar  ativos mais sofisticados, como investimentos no exterior, para garantir uma proteção cambial.

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