• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Dólar atinge R$ 4,80. Veja como montar uma carteira defensiva

Em 17 dias moeda americana saiu do patamar dos R$ 5, caiu aos R$ 4,70, mas voltou a subir

Por Daniel Reis

02/06/2022 | 10:00 Atualização: 02/06/2022 | 10:04

Investidor acompanhou o dólar sair do patamar dos R$ 5 para atingir R$ 4,70 no começo da semana. Foto: Shutterstock/Reprodução
Investidor acompanhou o dólar sair do patamar dos R$ 5 para atingir R$ 4,70 no começo da semana. Foto: Shutterstock/Reprodução

Nas últimas semanas, o investidor acompanhou o dólar sair do patamar dos R$ 5, flertar com os R$ 4,70 e voltar a subir aos R$ 4,80 na quarta-feira (1). Como toda movimentação no câmbio, as altas e baixas da moeda americana frente ao real impactam nos investimentos e, nesse cenário de volatilidade, é necessário adotar algumas estratégias para proteger o patrimônio.

Leia mais:
  • Confira as ações mais recomendadas para junho
  • Comprei ações da Eletrobras com FGTS: quando posso vender?
  • De Lula a Bolsonaro: como o mercado reagiu a cada governo?
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A aversão ao risco valorizou a moeda americana no mundo inteiro durante o mês de abril e maio. No último dia 12, o índice DXY, que mede as variações do dólar frente a outras moedas fortes, atingiu o seu valor máximo dos últimos 20 anos, pressionado pelo aperto das políticas monetárias nos Estados Unidos.

Por outro lado, de acordo com Marcelo Oliveira, CFA e fundador da Quantzed, o fluxo de capital estrangeiro para o Brasil ajudou na valorização recente do real. Segundo ele, investidores que haviam saído do País diante da aversão ao risco voltaram a investir por aqui, especialmente na renda fixa. “Hoje em dia o Brasil está muito atrativo para atrair recursos de capital de curto prazo por causa do diferencial de juros. Os investidores estrangeiros também querem surfar a onda da renda fixa”, diz Oliveira.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Para o sócio da Nexgen Capital, Felipe Izac, as últimas quedas podem ser observada como uma oportunidade para dolarizar o patrimônio. Segundo ele, a recomendação é sempre ter um percentual do portfólio em moeda forte, seja em ativos do mercado americano, via fundos de investimentos ou BDRs.

Desde o último dia 9, quando o dólar chegou ao seu valor máximo em real no mês, fechando em R$ 5,16, a moeda já caiu 7,3%. A recente depreciação acontece paralelamente à alta das commodities. No mesmo período, o petróleo avançou 9,7%, o minério de ferro e a soja avançaram 4,6% e 5,7%, respectivamente, e o milho subiu 7%. A valorização das commodities fez muitos investidores migrarem as suas aplicações para os países emergentes, o que apreciou a moeda brasileira.

Essa alta da moeda brasileira, no entanto, poderia ser maior. Nos últimos dias a moeda americana voltou a se valorizar frente ao real. Apenas no pregão da última quarta-feira (1), o dólar subiu 1,08%.

O sócio-gestor da Octante, Laszio Lueska, entende que a melhor forma de se proteger nesse cenário de vai e vem do câmbio é a diversificação do portfólio de investimentos.

Publicidade

Segundo ele, o investidor deve optar por se expor tanto ao mercado local quanto ao externo. “É importante ter sempre renda-fixa local e exterior; ações locais e no exterior; um pouco de moedas fortes; e uma certa exposição à commodities”, avalia Lueska.

Como se posicionar no mercado de ações?

No caso da Bolsa, normalmente, as empresas ligadas a commodities são as que saem prejudicadas com a desvalorização da moeda americana. No entanto, como o setor está em alta, não tem sentido essa depreciação.

Matheus Jaconeli, analista de investimentos da Nova Futura Investimentos, explica que as exportadoras têm suas receitas em dólares e, por isso, costumam ter prejuízos com o dólar em queda. Ele cita algumas dessas empresas, como a Klabin e Suzano, do setor de papel e celulose; JBS, do setor de proteínas; e SLC Agrícola, que produz e exporta algodão, soja e milho.

“Outro fator importante para o amortecimento da queda das empresas de papel e celulose é a restrição de oferta por parte de países como Espanha, Rússia, Finlândia e Canadá em meio a um momento de reabertura na China dando oportunidades para as brasileiras. Principalmente a Suzano, que tem maior participação no exterior”, diz Jaconeli.

Por outro lado, empresas que importam matéria-prima em dólar e as que têm dívidas em dólar, como o caso da companhia aérea Azul, se beneficiam muito com a depreciação da moeda americana frente ao real.

Publicidade

Além dessas, as companhias de setores cíclicos, como as ligadas ao consumo cíclico, supermercados e até empresas de aviação também são beneficiadas.

“Contudo, outras variáveis devem ser levadas em conta como é o caso da dos riscos políticos e fiscais internos que podem afetar a inflação e expectativas dos investidores, fazendo que busquem setores mais seguros devem ser levadas em consideração”, afirma o analista da Nova Futura.

Para onde o dólar vai?

Os analistas divergem sobre o futuro do câmbio. Por um lado, Felipe Izac entende que a alta das commodities deve levar a uma valorização de moedas de países emergentes, incluindo o real. “Estamos em um cenário de alta a inflação e das commodities metálicas, agrícolas e de combustíveis. Países que tem as suas economias ligadas a exportação desses produtos tendem a ter uma valorização da sua moeda”, diz o sócio da Nexgen Capital.

Mas há alguns fatores que podem contribuir para que o dólar saia desse patamar, como a possibilidade de risco fiscal, observa Jaconeli. Para ele, o País observa uma pressão relacionada à sensibilidade das contas públicas, no caso de estados, com teto do ICMS e possíveis interferências governamentais em companhias públicas ao passo em que as eleições se aproximam.

Ele também cita o risco político e eleição de um candidato contra as privatizações e que defenda aumento dos gastos públicos, possivelmente retirando o Teto de Gastos. “Vejo que o dólar pode voltar a subir ao passo em que o pleito se avizinha”, afirma Jaconeli.

Publicidade

Mauro Morelli, estrategista-chefe da Davos Investimentos, também acredita que a valorização do real não deve continuar por muito tempo. Segundo ele, o processo eleitoral tem trazido muita volatilidade ao câmbio no País.

“É uma oportunidade para os investidores que desejam ter ativos em dólar antecipar a compra do dólar, aproveitando os preços”, recomenda Morelli.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • azul4
Cotações
29/01/2026 16h23 (delay 15min)
Câmbio
29/01/2026 16h23 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    XP, BTG e Nubank são alvo de ação judicial no caso Master; promotoria vai analisar

  • 2

    Selic a 15%: como investir em juros altos sem travar a carteira no curto prazo

  • 3

    Ibovespa hoje renova recorde em dia de decisão de juros no Brasil e nos EUA

  • 4

    Ibovespa bate recordes em 2026 com entrada de capital gringo; movimento deve continuar?

  • 5

    Vale com desconto de 36%: o que o preço de holding de Bradespar esconde sobre dividendos e risco

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Aposentadoria: como fica a regra dos pontos para professoras em 2026?
Logo E-Investidor
Aposentadoria: como fica a regra dos pontos para professoras em 2026?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (29)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (29)?
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: o que é preciso para manter a bolsa?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: o que é preciso para manter a bolsa?
Imagem principal sobre o 5 requisitos que você precisa cumprir se quiser antecipar o saque-aniversário do FGTS
Logo E-Investidor
5 requisitos que você precisa cumprir se quiser antecipar o saque-aniversário do FGTS
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: veja o calendário completo
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: veja o calendário completo
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia 2026: é preciso se inscrever no programa para receber o benefício?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia 2026: é preciso se inscrever no programa para receber o benefício?
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia 2026: veja quem pode receber o benefício
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia 2026: veja quem pode receber o benefício
Imagem principal sobre o Saiba como encontrar uma agência do INSS perto de você
Logo E-Investidor
Saiba como encontrar uma agência do INSS perto de você
Últimas: Investimentos
TRGAR11 despenca quase 15% com nova projeção de dividendos: mercado pesou a mão com o FII?
Investimentos
TRGAR11 despenca quase 15% com nova projeção de dividendos: mercado pesou a mão com o FII?

Postura conservadora da gestão do fundo imobiliário frustra o mercado e pesa sobre o desempenho das cotas

29/01/2026 | 14h46 | Por Daniel Rocha
Itaú BBA mantém compra de WEG (WEGE3); veja por que o banco segue otimista com a ação
Investimentos
Itaú BBA mantém compra de WEG (WEGE3); veja por que o banco segue otimista com a ação

Leitura dos resultados da ABB reforça demanda firme, volumes em alta e tese estrutural positiva para a WEG, apesar de desafios no curto prazo

29/01/2026 | 12h15 | Por Isabela Ortiz
Casos Master e Will Bank motivam mudanças no FGC; veja impactos para CDBs e investidores
Investimentos
Casos Master e Will Bank motivam mudanças no FGC; veja impactos para CDBs e investidores

Após liquidações bilionárias, FGC ganha poder para agir antes de crises e pode esfriar ofertas de CDBs fora da curva

29/01/2026 | 09h51 | Por Beatriz Rocha
Copom indica queda da Selic em março e mercado se divide sobre tamanho do corte
Investimentos
Copom indica queda da Selic em março e mercado se divide sobre tamanho do corte

Economistas avaliam que tom do comunicado sinaliza início de um ciclo de corte de juros gradual

28/01/2026 | 20h37 | Por Beatriz Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador