• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Dólar interrompe sequência de 12 pregões em queda: o que vem agora?

Alguns especialistas destacam surpresas positivas, que podem estender os ganhos do real frente ao dólar. Veja a tendência do câmbio

Por Luíza Lanza

05/02/2025 | 18:24 Atualização: 05/02/2025 | 18:24

Especialistas mantêm cautela com dólar abaixo de R$ 6. (Imagem:  Volodymyr Shevchuk/ Adobe Stock)
Especialistas mantêm cautela com dólar abaixo de R$ 6. (Imagem: Volodymyr Shevchuk/ Adobe Stock)

O dólar à vista engatou 12 pregões consecutivos de queda ante o real, período em que a cotação caiu mais de R$ 0,38 até bater R$ 5,75. A sequência foi interrompida nesta quarta-feira (05), dia em que a moeda americana teve uma realização de lucros e subiu 0,38% ante o real. A dúvida, agora, é se o dólar vai continuar caindo ou pode retornar aos níveis mais elevados vistos na reta final de 2024, quando a moeda americana bateu um recorde histórico e chegou a ser negociada acima dos R$ 6,20.

Leia mais:
  • As novas tarifas de Trump e o impacto no dólar e nos juros no Brasil
  • Ibovespa em 2025 começou promissor, mas ainda há motivos para preocupação; veja análise
  • Bolsa x dólar: todo cuidado é pouco
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

À época, o mercado brasileiro enfrentou o auge do estresse em relação ao fiscal, um combo de deterioração das expectativas em relação à inflação e à trajetória da dívida pública após a frustação com as propostas apresentadas pelo governo para reduzir os gastos públicos. O pacote fiscal foi apresentado no dia 28 de novembro – naquela semana, o dólar rompeu os R$ 6 pela primeira vez na história. Com uma queda acumulada de 5,56% em janeiro, a cotação retornou aos mesmos R$ 5,80 a que era negociada antes da apresentação das medidas.

É como se a cotação estivesse, agora, no “zero a zero”, sem os excessos acumulados no final de 2024, explica Elson Gusmão, diretor de câmbio da Ourominas. “No curto prazo, a trajetória futura dependerá de fatores internos e externos; decisões do Federal Reserve [o banco central dos Estados Unidos] sobre juros, do fluxo de capital para emergentes e do cenário fiscal doméstico. Embora seja improvável um retorno imediato à casa dos R$ 6, oscilações podem ocorrer diante de incertezas políticas e econômicas globais.”

O dólar vai continuar caindo?

A projeção do Boletim Focus, que traz a mediana das expectativas do mercado, é de um dólar a R$ 6 ao final de 2024. Algumas casas têm projeções ainda maiores; mostramos com detalhes nesta outra reportagem. Mas há espaço para o dólar continuar caindo. Ao menos, no curto prazo.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

“Estamos observando um fluxo positivo de entrada de recursos externos em nossa economia e com efeito compra de real. Entendemos que no mês de fevereiro, a taxa de câmbio pode continuar caindo até testar se possível o patamar de R$ 5,70”, diz Lucas Dezordi, economista-chefe da Rubik Capital.

  • O que vai acontecer com o dólar em fevereiro? Veja o que diz a XP Investimentos

A sequência de queda do dólar se deve a alguns fatores. No Brasil, desde a virada do ano, o Banco Central atuou com frequência para garantir liquidez ao mercado de câmbio, com operações de swap cambial. O recesso parlamentar no Congresso também amenizou – por ora – a volatilidade causada por medidas fiscais.

Enquanto isso, lá fora, o início do governo de Donald Trump está sendo mais brando do que o inicialmente previsto. O presidente dos EUA deu início à sua guerra tarifária, mas chegou a acordos com o México e o Canadá; as medidas que envolvem a China também foram menores do que as prometidas em campanha. Isso levou o dólar a um movimento de alívio global.

“Ninguém esperava que o dólar se enfraquecesse ante outras moedas neste momento”, destaca Felipe Vasconcellos, Sócio da Equus Capital. “Mas a volatilidade do mercado cambial permanece alta. Fatores como as políticas comerciais dos EUA, a situação fiscal brasileira e o cenário econômico global continuarão influenciando o comportamento do câmbio. Não há garantias de uma tendência sustentada de queda.”

Paula Zogbi, gerente de Research da Nomad, lembra que a marcha lenta do Congresso na definição das pautas prioritárias e a previsão de que a votação do orçamento de 2025 do governo Lula ocorra somente após o Carnaval “favoreceram a montagem de novas posições compradas na divisa norte-americana”. E agora? “Os riscos altistas também continuam no âmbito global, com as incertezas a respeito da política tarifária do governo Trump, apesar do alívio temporário gerado pela percepção de que as ameaças serão usadas como moeda de troca para negociações em relação a temas comerciais ou políticos. Há, inclusive, a expectativa de um acordo para a suspensão da aplicação das tarifas à China, similar ao que ocorreu entre os EUA, Canadá e México”, diz Zogbi.

Publicidade

Com maior apetite por ativos brasileiros, a volta do fluxo de capital externo está beneficiando a apreciação do real. Dados levantados por Einar Rivero, sócio-fundador da Elos Ayta Consuloria, mostram que investidores estrangeiros ingressaram com R$ 6,82 bilhões em janeiro deste ano; o maior patamar mensal desde agosto de 2024.

Enquanto esse movimento continuar, o dólar pode continuar caindo. “O fluxo de investimento estrangeiro cresceu devido aos juros altos e à estabilidade econômica, aumentando a oferta de moeda estrangeira no País. A tendência da moeda dependerá das próximas decisões de política monetária no Brasil e no exterior, além da evolução do cenário fiscal”, afirma Pedro Ros, CEO da Referência Capital.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Câmbio
  • Conteúdo E-Investidor
  • Dolar
  • Donald Trump
  • Investidor estrangeiro
Cotações
16/01/2026 21h19 (delay 15min)
Câmbio
16/01/2026 21h19 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Até voos de helicóptero: o que os bancos ofertam em cartão para altíssima renda

  • 2

    Ações para dividendos em 2026: as mais citadas nas carteiras e o porquê

  • 3

    Reag em liquidação: o que acontece agora com os investidores e fundos?

  • 4

    FGC paga quem perdeu na liquidação da Reag?

  • 5

    Caso Master expõe riscos de CDBs, coloca FGC sob pressão inédita e dá lição a investidor

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o FGTS: caso o titular tenha falecido, seus dependentes podem sacar o saldo retido?
Logo E-Investidor
FGTS: caso o titular tenha falecido, seus dependentes podem sacar o saldo retido?
Imagem principal sobre o Aposentadoria tem novo valor mínimo de pagamento pelo INSS em 2026
Logo E-Investidor
Aposentadoria tem novo valor mínimo de pagamento pelo INSS em 2026
Imagem principal sobre o Mudou de endereço? Saiba se você precisa atualizar o CadÚnico para não perder o Bolsa Família
Logo E-Investidor
Mudou de endereço? Saiba se você precisa atualizar o CadÚnico para não perder o Bolsa Família
Imagem principal sobre o VIP, helicópteros e seguro de R$ 1 milhão: o que você ganha dos bancos sendo rico?
Logo E-Investidor
VIP, helicópteros e seguro de R$ 1 milhão: o que você ganha dos bancos sendo rico?
Imagem principal sobre o Após realizar o saque do saldo retido do FGTS, o trabalhador retorna ao saque-rescisão?
Logo E-Investidor
Após realizar o saque do saldo retido do FGTS, o trabalhador retorna ao saque-rescisão?
Imagem principal sobre o IPVA 2026: veja as datas de vencimentos das parcelas para veículos com placa final 3 em SP
Logo E-Investidor
IPVA 2026: veja as datas de vencimentos das parcelas para veículos com placa final 3 em SP
Imagem principal sobre o Entregadores de aplicativo podem ser isentos do Imposto de Renda ainda em 2026?
Logo E-Investidor
Entregadores de aplicativo podem ser isentos do Imposto de Renda ainda em 2026?
Imagem principal sobre o Quando todos os beneficiários do Bolsa Família podem receber os pagamentos no 1º dia do calendário?
Logo E-Investidor
Quando todos os beneficiários do Bolsa Família podem receber os pagamentos no 1º dia do calendário?
Últimas: Investimentos
Veja a lista de fundos que eram administrados pela Reag Trust, liquidada pelo BC
Investimentos
Veja a lista de fundos que eram administrados pela Reag Trust, liquidada pelo BC

Autarquia diz que empresa cometeu graves violações às normas do sistema financeiro nacional

16/01/2026 | 11h16 | Por Daniel Rocha
Ações para dividendos em 2026: as mais citadas nas carteiras e o porquê
Investimentos
Ações para dividendos em 2026: as mais citadas nas carteiras e o porquê

Bancos e corretoras ajustam recomendações diante da expectativa de cortes da Selic, Bolsa barata e aumento da volatilidade política

16/01/2026 | 05h30 | Por Isabela Ortiz
Reag em liquidação: o que acontece agora com os investidores e fundos?
Investimentos
Reag em liquidação: o que acontece agora com os investidores e fundos?

Decisão do Banco Central foi divulgada nesta quinta-feira (15) sob a justificativa de que a empresa cometeu graves violações às normas do sistema financeiro nacional

15/01/2026 | 11h15 | Por Daniel Rocha
8 ações de setores perenes para enfrentar um 2026 de juros, eleições e mudanças tributárias – e ganhar bons dividendos
Investimentos
8 ações de setores perenes para enfrentar um 2026 de juros, eleições e mudanças tributárias – e ganhar bons dividendos

Setores perenes atuam como pilares resilientes em estratégias de renda passiva; analistas escolhem as melhores para o ano

15/01/2026 | 10h06 | Por Katherine Rivas

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador