• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

‘A quantidade de Bolsa no portfólio das pessoas vai crescer’

Fernando Lovisotto, sócio da Vinci Partners, fala sobre o mercado e sobre o modelo de 'multigestor' no fundo Atlas

Por Jenne Andrade

07/09/2020 | 7:50 Atualização: 30/12/2020 | 10:20

Foto: Divulgação/Vinci Partners
Foto: Divulgação/Vinci Partners

Definitivamente, o mercado financeiro brasileiro não é o mesmo de cinco anos atrás. As taxas de juros, antes na casa dos dois dígitos, agora estão na mínima histórica de 2%, o que incentiva a migração de investidores para a renda variável. A inflação controlada também é recente no Brasil.

Leia mais:
  • Florian Bartunek: "Não adianta ter boa nota ESG e ser um mau negócio"
  • ‘Linx e Stone não deveriam manchar sua história com atitudes tão baixas’, diz Alperowitch
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Contudo, toda essa conjuntura não provoca mudanças apenas no comportamento dos investidores. Os especialistas do mercado financeiro e as gestoras de investimento também estão na corrida para se adaptar a essa nova realidade. E novos modelos de gestão vem ganhando espaço no mercado.

É o caso do ‘multigestor’, estrutura em que vários profissionais são responsáveis pela performance de um único fundo de investimento.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

O Atlas Multimercado, da gestora Vinci Partners, foi um dos pioneiros a utilizar esse modelo no Brasil e atualmente conta com seis gestores, que acompanham diferentes classes de ativos. O fundo, criado em agosto de 2016, tem um patrimônio líquido de R$ 356,5 milhões, aplicação mínima de R$ 5 mil e retorno de 7,33% no ano e 14,87% em 12 meses – o retorno do CDI no mesmo período é de 2,14%.

Na visão de Fernando Lovisotto, sócio da Vinci e responsável pelas estratégias de curto prazo da gestora, esse modelo facilita a análise dos investimentos. “Lá em 2016, nós enxergamos que com o mercado se desenvolvendo, as grandes mudanças de preço iriam ocorrer”, explica. “Vimos que aquele call de ‘compra Bolsa, vende o dólar e aplica os juros’ ia deixar de funcionar […] e nós iríamos precisar conhecer muito bem cada segmento.”

Durante o período de maior impacto da crise, em março, o grupo de gestores do fundo também não bateu cabeça. “Nós temos uma regra automática para essas situações”, diz Lovisotto. Para o E-Investidor, o especialista conta como surgiu a estratégia de múltiplos gestores, vantagens e de que forma enfrentaram a pandemia.

E-Investidor – Há uma discussão sobre se existe ou não uma ‘bolha’ no mercado de ações. O senhor acredita que os preços estão inflados?

Publicidade

Fernando Lovisotto – Não acreditamos em bolha na Bolsa. Nossa visão é que o juro ficará baixo por bastante tempo e que esse movimento de migração da renda fixa para a renda variável deve seguir forte. Por outro lado, tem a quantidade de ofertas que estão vindo a mercado, o que às vezes acaba limitando a alta da Bolsa; mas é temporário. Então nesse mundo com o juro baixo, a quantidade de Bolsa no portfólio das pessoas vai crescer.

E-Investidor – Isso significa que todo investidor precisa ter ações?

Lovisotto – O que eu fico um pouco preocupado são com os modismos, quando as pessoas vão todas de uma vez, sem nenhum tipo de planejamento, para o mesmo tipo de investimento. Preocupa porque não sei até que ponto a pessoa está investindo naquilo porque conhece o produto e sabe o que está fazendo. Pode acontecer do investidor ir para uma aplicação muito sofisticada sem ter experimentado um investimento no ‘meio do caminho’. Eu falo que é como se a pessoa quisesse aprender a dar um triplo mortal carpado, sem nunca nem ter feito uma cambalhota.

E-Investidor – Por que a Vinci decidiu trazer o modelo multigestão para o Brasil?

Publicidade

Lovisotto – Estávamos enxergando anos atrás que, com o mercado se desenvolvendo, as grandes mudanças de preço iriam ocorrer. Logo, para obtermos bons retornos precisaríamos de muita especialização em nichos diferentes do mercado.

Vimos que aquele call de ‘compra Bolsa, vende dólar e aplica em juros’ ia deixar de funcionar, porque uma hora o mercado já teria passado por muita reprecificação, os prêmios estariam menores e, para continuar tendo rentabilidade, nós precisaríamos conhecer muito bem cada segmento. É difícil um único gestor ser especialista em tantas coisas.

E-Investidor – No Brasil, já existiam fundos com um modelo de gestão parecido?

Lovisotto – O mais comum que funcionava no Brasil, até então, é o modelo em que as decisões são tomadas com base na opinião do gestor principal, que é uma figura importante. O exemplo mais antigo que temos, e que funciona muito bem até hoje, é o do Fundo Verde, que é liderado pelo Luis Stuhlberger. Ele dá a diretriz para os gestores de onde tem qde ir a carteira. Depois que a adotamos o modelo multigestor, em 2016, tiveram outros fundos fazendo parecido, mas não igual, como Itaú e Safra.

Publicidade

E-Investidor – O senhor acredita que, no futuro, o modelo de ‘gestor estrela’ tende a desaparecer?

Lovisotto – O que acontece é que o mercado começa a ficar maior e com menos prêmio, isso faz com que você precise buscar esse retorno diferencial e estratégias mais inchadas. Mas falar em desaparecer esse modelo de star manager é muito difícil, porque sempre vão ter excelentes gestores, pessoas que são muito boas e que vão ter um processo de decisão mais centralizado.

Mas vemos outros modelos crescendo e ganhando espaço, como o próprio multigestor e o de ‘gestores quantitativos’.

E-Investidor – Em quais casas vocês se inspiraram para adotar esse modelo de gestão?

Publicidade

Lovisotto – Existiam gestoras no exterior que já utilizam esse modelo multigestor. Podemos pegar o exemplo da gestora Millenium, que tem mais de 400 gestores trabalhando para gerir a performance dos fundos. A casa dá um mandato para um determinado grupo de gestores, que passam a ser os responsáveis por olhar só tecnologia, outro só para consumo, setor farmacêutico e etc. Então, é bem nichado. Tendo gestores mais nichados em cada segmento, você consegue extrair melhores retornos.

E-Investidor – Como foi o processo de adaptação para os padrões brasileiros?

Lovisotto – Vimos que no Brasil não dá para ter 400 gestores, por exemplo. Esse foi um ponto de partida importante, principalmente porque a gente não tem um mercado tão sofisticado como o externo. Nós não temos 100 empresas de jogos e outras centenas de tecnologia. Tivemos que diversificar, achar esses gestores especialistas e os mandatos corretos para cada grupo de gestores, tendo em vista essa limitação na profundidade do mercado brasileiro.

E-Investidor – Hoje, como estão divididos os ‘mandatos’ no Atlas?

Publicidade

Lovisotto – Nós temos aqui seis books principais, ou seja, seis portfólios. Cada gestor olha para um desses portfólios. Temos o responsável pela Bolsa, que faz a parte de stock picking, ou seja, escolher as empresas de acordo com o cenário e o time de pesquisa. Também temos outro mandato para long&short de ações.

O terceiro book é de juro e moeda, que tem uma visão de médio e longo prazo e que além dos pares de moedas, opera juro e inflação no Brasil e juro americano. Em quarto, existe um gestor que olha de forma mais específica para o Brasil, atividade econômica e inflação. Existe também um outro portfólio que é só de moedas, e um sexto que faz um trabalho mais quântico, é como se fosse um fundo quântico dentro do nosso fundo.

Além desses seis, tem um portfólio que chamamos de ‘book de assimetria’. Então foi a forma que a gente encontrou de ir diversificando nossa carteira.

E-Investidor – Como funciona esse book de assimetria?

Lovisotto – No book de assimetria a gente faz algumas operações de proteção. Vou dar um exemplo: vamos supor que dois gestores acham que na próxima reunião do Copom [Comitê de Política Monetária] vai ter um corte de juros muito grande. Então, esses gestores montam uma posição grande para o fundo com base nessa perspectiva.

Eu, que tenho a visão macro do fundo, penso ‘poxa, mas se esse cenário não acontecer, o impacto deve ser muito negativo para o cotista’. Vou lá nesse book e faço uma operação para reduzir esse risco. É uma operação de assimetria no sentido de reduzir o risco de uma ‘aposta’ que se der errado pode machucar o cotista.

E-Investidor – Em março, a Bolsa sofreu muito com o impacto do coronavírus. Como foi passar por esse período turbulento com seis gestores tomando decisões?

Lovisotto – Por incrível que pareça, esse período foi relativamente tranquilo porque temos um rígido controle de risco. A gente tem uma regra muito clara para essas situações em que, dependendo do resultado do segmento, você vai reduzindo as posições. Ou seja, se determinado gestor está perdendo capital porque o mercado está piorando, ele tem que reduzir as posições. É uma regra automática.

Então, não teve muita discussão porque, automaticamente, se as posições estão perdendo, elas têm que ser reduzidas.

E-Investidor – Quais outras estratégias foram utilizadas no período de crise?

Lovisotto – Vou contar sobre uma estratégia que trabalhamos lá em fevereiro e março. Se for lembrar, a Bolsa vinha subindo há três anos. Desde dezembro, todo mundo vinha em uma euforia muito grande com o mercado, porque o juro estava caindo, a China tinha assinado a fase 1 do acordo comercial com os Estados Unidos, então tinha muita animação. Naquele momento, conseguimos identificar algumas operações de proteção que estavam bastante baratas, justamente porque o mercado estava em euforia. É como se o seguro de um carro, que sempre custou R$ 3 mil, estivesse por R$ 1 mil. Então a gente fez proteções no mercado de dólar (ficamos comprados em dólar contra o real), compramos opções de venda tanto em S&P 500 quanto no Ibovespa.

Óbvio que a gente não imaginava que o coronavírus ia ter o impacto que teve, que a realização ia ser tão forte quanto foi, mas dado que estava todo mundo eufórico, pensando da mesma maneira, fazia sentido realizar essas operações de proteção pensando que o caos poderia acontecer.

E deu certo, a gente passou fevereiro e março sem ter grandes problemas. Rodamos ali em -0,25% em fevereiro e -0,27% em março, que é basicamente o custo da taxa de administração.

E-Investidor – A Vinci pretende estender esse modelo para outros fundos da casa?

Lovisotto – Não. Acreditamos que o fundo Atlas tem um espaço muito grande para crescer ainda, então o objetivo é crescer esse fundo e manter a performance. Só nessa aplicação nós fazemos gestão de cerca de R$ 2 bilhões e acreditamos que dá para chegar ao nível de R$ 5 bilhões a R$ 10 bilhões tranquilamente, incorporando eventualmente novos gestores e novas estratégias. E com o desenvolvimento do mercado e crescimento do fundo fica muito fácil a gente ir agregando novos gestores e novos mandatos, nós temos bastante flexibilidade.

Aliás, esse é um dos problemas que a gente vê no Brasil [em relação ao modelo de gestor único]. Os fundos começam a ficar muito grandes e o retorno acaba sendo diluído porque o tamanho do mercado não comporta o fundo, dado que aquele gestor estava acostumado a trabalhar de um certo tamanho ou de um certo tipo de mercado.

E-Investidor – Há uma procura por gestores para eventuais novos portfólios? Em quais áreas?

Lovisotto – Esse trabalho de novos mandatos e novos gestores é contínuo. Estamos sempre olhando. Atualmente, um gestor que olha a parte de ações globais me interessaria, assim como gestores que trabalham mais com a parte de volatilidade do mercado e arbitragem de empresas.

Essa é uma das vantagens dessa estrutura de multigestor. Nós temos um tripé: diversificação dos mandatos e cada gestor trabalhando independentemente um dos outros, a questão do controle de riscos, que tem essas regras automáticas que fazem com que o gestor que venha tendo perdas tenha que diminuir as posições, e esse book de assimetria, que defendeu muito bem os investidores em um momento de estresse.

E-Investidor – Como está a carteira do fundo Atlas?

Lovisotto – Como trabalhamos com vários gestores, a carteira é bem diversificada. Em relação à Bolsa, em janeiro a gente tinha 50 papéis, agora devemos estar com uns 25 papéis. Temos ações ligadas à commodities, setor financeiro, educação, construção ligada à baixa renda, entre outros. Acabamos tendo, também, umas cinco posições em moedas diferentes, posições no juro americano e aqui no Brasil temos posições prefixadas e indexadas à inflação. Investimos também em ouro, prata e petróleo.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Bolsa de valores
  • Conteúdo E-Investidor
  • Dolar
  • Fundos de investimento
  • Taxa Selic
Cotações
21/01/2026 9h46 (delay 15min)
Câmbio
21/01/2026 9h46 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa fecha acima de 166 mil pontos e bate novo recorde em meio a cenário externo tenso

  • 2

    Onde investir o ressarcimento do FGC dos CDBs do Master: opções seguras e rentáveis

  • 3

    Ibovespa hoje fecha em leve alta em meio a tensões EUA-Europa e com foco no FGC e Master

  • 4

    A Bolsa dos EUA já não gira só em torno das ‘Sete Magníficas’ — e isso é uma boa notícia

  • 5

    Mais um ano de seca de IPOs na B3? Empresas esperam brecha para abertura de capital no Brasil, mas Wall Street atrai mais olhares

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Quer se aposentar em 2026? Veja o que muda na idade mínima
Logo E-Investidor
Quer se aposentar em 2026? Veja o que muda na idade mínima
Imagem principal sobre o Como pagar a multa por não votar nas eleições pelo Autoatendimento Eleitoral?
Logo E-Investidor
Como pagar a multa por não votar nas eleições pelo Autoatendimento Eleitoral?
Imagem principal sobre o Multa por não votar nas eleições: como pagar o valor no cartório?
Logo E-Investidor
Multa por não votar nas eleições: como pagar o valor no cartório?
Imagem principal sobre o Como pagar a multa por não votar nas eleições pelo aplicativo e-Título?
Logo E-Investidor
Como pagar a multa por não votar nas eleições pelo aplicativo e-Título?
Imagem principal sobre o IPVA 2026: veja as alíquotas desse ano conforme o tipo de veículo em São Paulo
Logo E-Investidor
IPVA 2026: veja as alíquotas desse ano conforme o tipo de veículo em São Paulo
Imagem principal sobre o Saiba se você deve fazer a prova de vida em 2026
Logo E-Investidor
Saiba se você deve fazer a prova de vida em 2026
Imagem principal sobre o Aposentadoria para até um salário mínimo: quando ela começará a ser paga em 2026?
Logo E-Investidor
Aposentadoria para até um salário mínimo: quando ela começará a ser paga em 2026?
Imagem principal sobre o Quando acontecem os sorteios da Dupla Sena?
Logo E-Investidor
Quando acontecem os sorteios da Dupla Sena?
Últimas:
Resultado da Lotofácil 3592: AGORA SAIU! Aposta ganha, sozinha, R$ 4,7 milhões
Loterias
Resultado da Lotofácil 3592: AGORA SAIU! Aposta ganha, sozinha, R$ 4,7 milhões

O sorteio da quarta-feira (20) foi transmitido ao vivo pelo YouTube da Caixa Econômica Federal

21/01/2026 | 09h34 | Por Jéssica Anjos
Ibovespa futuro sobe a 169 mil pontos de olho em pesquisa eleitoral, Trump e caso Master
Tempo Real
Ibovespa futuro sobe a 169 mil pontos de olho em pesquisa eleitoral, Trump e caso Master

O Índice Bovespa pode se beneficiar da correção de alta em Nova York, após renovar recorde na sessão anterior

21/01/2026 | 09h28 | Por Camilly Rosaboni
Azul (AZUL4) anuncia novo aporte de US$ 100 mi e oferta de até US$ 950 mi para acelerar saída do Chapter 11
Tempo Real
Azul (AZUL4) anuncia novo aporte de US$ 100 mi e oferta de até US$ 950 mi para acelerar saída do Chapter 11

Segundo a empresa, o novo plano reflete novos desenvolvimentos que reduzem significativamente os riscos do plano

21/01/2026 | 09h03 | Por Ana Paula Machado
BRB troca diretoria de controles e riscos e nomeia ex-vice-presidente do Banco do Brasil (BBAS3)
Tempo Real
BRB troca diretoria de controles e riscos e nomeia ex-vice-presidente do Banco do Brasil (BBAS3)

O banco também anunciou nova diretoria executiva de Finanças, Controladoria e Relações com Investidores

21/01/2026 | 08h41 | Por Amélia Alves

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador