• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Guerra leva Bolsas de Nova York às mínimas do ano e reabre janela para investir lá fora

S&P 500 cede 5% em março, pior desempenho mensal em 12 meses; preços voltara aos níveis do Liberation Day, mas com menos alarde no mercado

Por Luíza Lanza

02/04/2026 | 5:30 Atualização: 01/04/2026 | 21:17

Guerra fez S&P 500 e Nasdaq terem pior desempenho desde o Liberation Day, em março de 2025. (Foto: Adobe Stock)
Guerra fez S&P 500 e Nasdaq terem pior desempenho desde o Liberation Day, em março de 2025. (Foto: Adobe Stock)

Quem ditou o rumo dos mercados globais no mês de março foi a guerra entre Estados Unidos e Irã. O petróleo disparou, as curvas de juros abriram, o dólar voltou a se fortalecer como ativo de proteção. Era o modus operandi comum em momentos de incerteza e maior aversão a risco, mas com uma exceção importante: os mercados emergentes conseguiram ser mais resilientes que os desenvolvidos.

Leia mais:
  • Ruim para o Brasil, pior para o mundo: Ibovespa cai menos que bolsas globais durante a guerra
  • ‘Negociar em cima de notícias de guerra é pior erro dos investidores’, diz Dalton Gardimam
  • Ouro cai com guerra no Irã, pressiona ETFs e desafia tese de “porto seguro”
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

As Bolsas de Nova York, que já vinham em baixa desde o início de 2026 graças à rotação dos portfólios globais, foram fortemente impactadas pela guerra. Parece um movimento contrário à resposta tradicional do mercado financeiro em momentos de incerteza, que geralmente levam o capital internacional a se refugiar em ativos de menor risco. Mas faz sentido tendo em vista o que vinha ocorrendo antes de a guerra eclodir, explica Rodrigo Sgavioli, head de Alocação da XP Investimentos.

  • Ruim para o Brasil, pior para o mundo: Ibovespa cai menos que bolsas globais durante a guerra

“Por mais que o clima de aversão a risco de março tenha impactado todo mundo, o pano de fundo não mudou. A tese principal que ainda está em curso é de uma mudança de alocação marginal em bolsas globais saindo de mercados desenvolvidos, principalmente Estados Unidos, e entrando em emergentes”, explica. “Sofreu mais quem, na margem, já estava ficando um pouco para trás, que eram índices de países desenvolvidos e os próprios índices de ações americano.”

O ajuste não foi pequeno. O S&P 500 caiu 5,09% em março, enquanto o Nasdaq teve queda de 4,75%.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

A perda só não foi maior porque no último pregão do mês, a terça-feira (31), os mercados globais deram um salto de recuperação após sinalizações do Irã indicando que estaria disposto a negociar com os Estados Unidos pelo fim do conflito. Antes disso, o S&P 500 caía mais de 7% no acumulado mensal.

Para se ter uma ideia do tamanho do impacto, o último mês tão negativo em Nova York foi março de 2025, quando o Nasdaq perdeu 8,21% e o S&P500 caiu 5,75%, segundo levantamento da Economatica.

Há 12 meses, o mercado americano sofria com a incerteza gerada pela promessa de guerra tarifária do presidente dos EUA Donald Trump. O anúncio das “tarifas recíprocras”, que ganhou a alcunha de Liberation Day, veio em 2 de abril – o desempenho na ocasião também foi fortemente negativo naquele semana, mas, aos poucos, à medida que o presidente americano recuava no discurso, as Bolsas se recuperavam. Em abril, o S&P 500 caiu apenas 0,76%; o Nasdaq teve leve alta de 0,85%.

A queda de 2026 é de mesma magnitude, mas parece bem mais silenciosa. “Em geral, a percepção do mercado era de que essa guerra seria passageira e que em algum momento as coisas voltariam ao normal. As tarifas iriam impactar as empresas para o resto da vida, por 12, 24 meses, até, eventualmente, caírem ou não. Era algo muito mais relevante e para um universo maior de empresas do que o impacto do preço de óleo e gás”, explica William Castro Alves, estrategista-chefe da Avenue.

Publicidade

A guerra no Oriente Médio, porém, acelerou um movimento de desvalorização que já vinha acontecendo nos primeiros meses deste ano, com investidores globais recalibrando carteiras que passaram muitos anos sobrealocadas nos EUA. Mas há ainda outros fatores. A incerteza com o momento da economia, com o Federal Reserve pressionado pela inflação ainda fora da meta e um mercado de trabalho desacelerando, é um deles. Há também questionamentos sobre os investimentos bilionários ligados a inteligência artificial (IA).

“Os EUA vinham ainda de um momento de muita dúvida e incerteza em relação ao segmento de software, com todas as novidades de AI podendo disruptar diferentes mercados e diferentes empresas. Alguns setores que vinham performando bem, como o industrial, sofreram bastante”, destaca Alves.

Janela de oportunidade

A queda das Bolsas de NY em 2026, acentuada pelo desempenho de março, trouxe uma correção importante em papéis que já há algum tempo são considerados “caros” pelo mercado. Nos meses finais de 2025, a alta dos índices, puxada principalmente por nomes de tecnologia, fez muita gente se questionar se a tese da inteligência artificial não seria a próxima bolha a explodir. Houve muita discussão sobre o tópico, como mostramos aqui.

Fato é que, em termos de lucro, as empresas continuam entregando resultados expressivos. O preço das ações na Bolsa, no entanto, deu alguns passos atrás. Para os especialistas, a guerra reabriu a janela para se investir nesses papéis.

“Muita coisa chama a atenção, especialmente nas empresas de tecnologia. Faz tempo da última vez que vimos a Nvidia negociar a 15 vezes lucro, Broadcom a 17x, Microsoft menos de 20x. Bancos como JP Morgan a 12 vezes lucro, Bank of America a 10x também chamam a atenção”, destaca Will Castro Alves, da Avenue. “Para quem pensa em montar uma posição de longo prazo em Estados Unidos, é um bom momento.”

Publicidade

A nova janela de alocação fez a XP alterar as estratégias de carteira para abril, adicionando um passo a mais de ações globais. A ideia não é entrar “all in”, justamente pela incerteza com a continuidade do conflito, mas sim aproveitar a queda dos preços para aumentar as posições de S&P 500, especialmente das techs. “Vínhamos falando que queremos ter Bolsa americana, queremos ter IA, mas os valuations estavam esticados. Veio a guerra e corrigiu parte desses preços para níveis que abrem uma janela de oportunidade para quem quer começar ou quer rebalancear o portfólio para aumentar a exposição a tecnologia”, diz Rodrigo Sgavioli.

Essa não é uma visão apenas de players brasileiros. Jeremiah Buckley e Michael Keough, gerentes de portfólio da Janus Henderson, destacam que a gestora está usando as quedas para aumentar posições em empresas que tenham vantagens competitivas duradouras, focando em nomes de qualidade e que ofereçam previsibilidade de fluxo de caixa. Nas techs, a preferência é por semicondutores e softwares.

“A geopolítica é inerentemente imprevisível e pode causar movimentos rápidos no mercado baseados no medo. No entanto, historicamente, a menos que esses eventos alterem drasticamente a trajetória econômica global ou o crescimento dos lucros das empresas a longo prazo, seu impacto tende a ser de curta duração para os investidores de ações“, diz Buckley. “Mantemos nossa convicção de que o custo de oportunidade de estar fora do mercado durante uma recuperação costuma ser maior do que o risco de enfrentar a volatilidade de curto prazo.”

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Liberation Day
  • Nasdaq
  • S&P 500
Cotações
02/04/2026 5h31 (delay 15min)
Câmbio
02/04/2026 5h31 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Turbulência no Tesouro: oportunidades e riscos dos títulos públicos com guerra, leilões e circuit breakers

  • 2

    Brasileiro quer guardar dinheiro, mas não consegue: cansaço e falta de rotina travam finanças em 2026

  • 3

    Banco do Brasil sofre com agro, mas guerra no Irã pode virar o jogo; e os dividendos?

  • 4

    Nem toda empresa de IA vai entregar lucro: saiba separar as vencedoras das promessas em 2026

  • 5

    Ibovespa hoje sobe com aposta em fim da guerra; Vale (VALE3) salta mais de 3%

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Bolsa Família: por quanto tempo o benefício pode ficar bloqueado?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: por quanto tempo o benefício pode ficar bloqueado?
Imagem principal sobre o 5 documentos que aposentados devem ter em mãos para conseguir sacar o FGTS
Logo E-Investidor
5 documentos que aposentados devem ter em mãos para conseguir sacar o FGTS
Imagem principal sobre o Salário-maternidade do INSS: onde realizar a solicitação do benefício?
Logo E-Investidor
Salário-maternidade do INSS: onde realizar a solicitação do benefício?
Imagem principal sobre o FGTS: tem mais de 70 anos? Veja como solicitar o saque presencialmente
Logo E-Investidor
FGTS: tem mais de 70 anos? Veja como solicitar o saque presencialmente
Imagem principal sobre o Bloqueio do Bolsa Família: saiba o que acontece quando a situação é regularizada
Logo E-Investidor
Bloqueio do Bolsa Família: saiba o que acontece quando a situação é regularizada
Imagem principal sobre o Bolsa Família: quando o bloqueio do benefício pode acontecer?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: quando o bloqueio do benefício pode acontecer?
Imagem principal sobre o Salário-maternidade: quem pode solicitar o benefício em 2026?
Logo E-Investidor
Salário-maternidade: quem pode solicitar o benefício em 2026?
Imagem principal sobre o Salário-maternidade rural: passo a passo para solicitar o benefício
Logo E-Investidor
Salário-maternidade rural: passo a passo para solicitar o benefício
Últimas: Investimentos
XP lança novo home broker após mais de 10 anos; veja o que muda para o investidor
Investimentos
XP lança novo home broker após mais de 10 anos; veja o que muda para o investidor

Nova plataforma aposta em tecnologia própria, mais estabilidade e integração, mas ainda chega de forma gradual aos investidores

01/04/2026 | 10h46 | Por Isabela Ortiz
Banco do Brasil sofre com agro, mas guerra no Irã pode virar o jogo; e os dividendos?
Investimentos
Banco do Brasil sofre com agro, mas guerra no Irã pode virar o jogo; e os dividendos?

Crise no Estreito de Ormuz pressiona fertilizantes e impacta a recuperação do BBAS3

01/04/2026 | 05h30 | Por Leo Guimarães
Do diesel ao dividendo: como a crise no agro pode afetar ações e FIIs na sua carteira
Investimentos
Do diesel ao dividendo: como a crise no agro pode afetar ações e FIIs na sua carteira

Choque de custos no campo comprime margens, aumenta riscos em FIAGROs e pode manter juros altos por mais tempo, exigindo mais seletividade na Bolsa

01/04/2026 | 05h30 | Por Isabela Ortiz
Ibovespa cai em março com impacto da guerra e entra em abril sob pressão
Investimentos
Ibovespa cai em março com impacto da guerra e entra em abril sob pressão

Após renovar recordes no início do mês, índice recua com aversão ao risco global, mas ainda garante o melhor trimestre desde 2020

31/03/2026 | 18h14 | Por Murilo Melo

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador