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Investimentos

IPCA-15 mais baixo muda a rota da Selic? Veja o que esperar dos investimentos

A prévia da inflação registrou alta de 0,36% em maio, ante 0,43% do mês anterior, no piso das estimativas

Por Daniel Rocha

27/05/2025 | 17:45 Atualização: 28/05/2025 | 16:10

A Selic é a taxa básica de juros (Foto: Adobe Stock)
A Selic é a taxa básica de juros (Foto: Adobe Stock)

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15) de maio registrou alta de 0,36%, após ter subido 0,43% no mês anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (27). O resultado ficou perto do piso das estimativas dos analistas do mercado financeiro consultados pelo Projeções Broadcast, que apontava avanço de 0,44%. A leitura benigna do IPCA-15 alimentou as expectativas dos investidores para o fim do ciclo de aperto monetário da Selic na próxima reunião do Banco Central (BC), prevista para acontecer nos dias 17 e 18 de junho. Mas analistas consultados pelo E-Investidor mantiveram sua perspectivas sobre a taxa básica de juros e contaram o que esperar dos investimentos nesse cenário.

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“Seguimos com nossa visão de que o Copom deve aumentar a Selic em 0,25 ponto percentual, para 15%, em junho, mas o dado de hoje aumenta a chance de os juros ficarem estáveis na próxima reunião”, escreveu Claudia Moreno, economista do C6 Bank, ao comentar sobre os dados da prévia da inflação. Essa possibilidade ajudou até o Ibovespa, principal índice da B3, a fechar a sessão desta terça-feira (28) com alta de 1,02%, aos 139.541,23 pontos. Já o dólar encerrou o dia cotado a R$ 5,6457, após ceder 0,53%.

Apesar do otimismo, há outros elementos que podem pesar sobre a decisão dos membros do BC sobre os rumos da taxa básica de juros, sendo o principal deles o risco fiscal do País. “Há a possibilidade de o Congresso bloquear o aumento do IOF. Se houver agravamento do problema fiscal e o contingenciamento não for suficiente para conter as expectativas, não haverá outra saída a não ser uma nova alta da Selic“, diz Fernando Camargo Luiz, sócio da Garoa Wealth Management.

O que esperar dos investimentos?

O mercado continua dividido quanto ao prazo para o fim do ciclo de aperto monetário no País. Algumas corretoras e bancos de investimentos, como o C6 Bank, projetam essa pausa a partir da reunião de junho, quando o BC poderá realizar o último ajuste na taxa Selic. Outros, como a Monte Bravo Investimentos e a CM Capital, avaliam que a alta do encontro de maio, quando a autoridade monetária elevou os juros para 14,75%, foi a última do período.

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Contudo, independente das apostas, o mercado entende que a Selic irá parar de subir ainda este ano. Esse consenso, na avaliação Luciano Costa, economista-chefe da Monte Bravo, tem contribuído para o recente rali da bolsa de valores. Como mostramos nesta reportagem, o Ibovespa renovou quatro vezes a sua máxima histórica em um intervalo de apenas uma semana. O último recorde aconteceu na sessão desta terça-feira (20), quando o principal índice da B3 fechou o dia com uma valorização de 0,34%, aos 140.109,63 pontos.

“Com o fim do ciclo de alta, iremos ver uma continuidade do movimento de alta do Ibovespa. Temos um preço-alvo de 150 mil para o índice e boa parte desse movimento já foi com essa expectativa (de pausa no ciclo de alta)”, diz Costa.  Já no mercado de renda fixa, os ativos pós-fixados continuam atraentes, especialmente para investidores que buscam segurança e retornos previsíveis. Certificados de Depósito Bancário (CDBs), Letras de Crédito Imobiliário (LCIs), Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs), títulos do Tesouro Direto, como o Tesouro Selic, e fundos DI de baixo custo passam a oferecer remunerações mais altas, com pouco ou nenhum risco de crédito, apontam os especialistas. Veja os detalhes nesta reportagem.

Já os títulos prefixados devem ganhar espaço na carteira, quando houver uma redução efetiva da inflação ao passo de possibilitar a queda dos juros no País. “Em períodos anteriores ao ciclo de queda, os ativos prefixados costumam entregar uma rentabilidade melhor ao longo do tempo em comparação aos pós-fixados”, diz Carla Argenta, economista-chefe da CM Capital.

Com informações do Broadcast

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