• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

O que o IPCA de setembro diz sobre as próximas decisões de juros do Copom?

Veja as projeções para a Selic e em quais ativos de renda fixa o investidor deve aportar no momento

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Por Bruno Andrade

09/10/2024 | 10:52 Atualização: 09/10/2024 | 12:24

Veja onde investir na renda fixa após dados do IPCA (Imagem: Rmcarvalhobsb em Adobe Stock)
Veja onde investir na renda fixa após dados do IPCA (Imagem: Rmcarvalhobsb em Adobe Stock)

A inflação de setembro, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), foi de 0,44%, ante deflação de 0,02% em agosto, mostram dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (9). Segundo informações do Broadcast, os números vieram dentro do esperado, visto que o mercado aguardava uma inflação de 0,45% para o nono mês do ano.

Leia mais:
  • Dólar hoje abre em alta com exterior pesando mais do que o IPCA
  • 8 ações que custam até R$ 50 e pagam até 12% em dividendos
  • Sabatina de Gabriel Galípolo: as respostas agradaram o mercado?
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

De acordo com o Bradesco, o resultado de setembro confirma as principais expectativas do banco para os números de inflação, como alta de alimentação, repasse cambial dentro do padrão histórico e serviços em desaceleração gradual.

“Esse movimento é importante por si só, mas especialmente em um momento em que o crescimento tem surpreendido para cima, com mercado de trabalho aquecido. Nossa expectativa é que o IPCA termine o ano com uma alta de 4,4%. Já a média dos núcleos deve encerrar o ano em 4,0%, muito próxima do patamar atual”, explica a equipe do banco.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Na visão de Felipe Corleta, sócio da GTF Capital, a cifra ficou muito próxima das expectativas. Ele diz que é muito importante notar que o IPCA foi puxado por itens sob os quais a taxa de juros tem pouco impacto como mecanismo de controle de inflação: alimentos e energia elétrica — que refletiu a mudança de bandeira tarifária frente à seca.

“Núcleos, difusão e inflação de serviços saíram muito comportados, indicando que haverá pouca pressão adicional nos modelos de juros do BC. Ainda assim, apesar de achar que o BC deveria manter o ritmo de 0,25 ponto porcentual de alta na Selic, acredito que há grande chance de uma aceleração para alta de 0,50 ponto porcentual”, diz o especialista.

Já Étore Sanchez, economista-chefe da Ativa Investimentos, diz que o número também ficou levemente acima da projeção da Ativa Investimentos de 0,42%. “No final das contas, podemos classificar a divulgação como neutra para a política monetária, visto que o número inicial surpreendeu o mercado para baixo, mas a abertura foi marginalmente mais aguda. Preliminarmente, esperamos que nossas projeções não sejam fortemente alteradas, permanecendo em 4,3% para 2024”, diz Sanchez.

Já Rodrigo Romero, analista chefe da Levante Inside Corp, os dados do IPCA vieram acima do esperado, mas sem surpresas nas principais linhas de impacto. No entanto, ele diz esperar uma melhora do cenário da inflação de alimentos ao longo de 2025. Segundo ele, isso deve acontecer devido à boa estimativa para safra de grãos, mas a inflação de serviços deve continuar sendo o grande desafio, sendo altamente dependente dos próximos passos da política monetária e fiscal.

Publicidade

“Para a próxima reunião, acreditamos em aceleração do ritmo de aumento para 0,50%. O momento é desafiador do ponto de vista da convergência das inflações à meta, especialmente por conta do fiscal expansionista e os reflexos disso no mercado de trabalho e consequentemente na atividade, hoje muito forte.”, argumenta Romero.

O que esperar da Selic até o fim de 2024 após dados do IPCA?

Em linhas gerais, os analistas disseram que os dados do IPCA de hoje não mudam as estimativas de Selic. O consenso dos especialistas é de que a taxa básica de juros da economia deve encerrar 2024 cotada a 11,75% ao ano, a mesma projeção do mais recente boletim Focus.

Ainda assim, Corleta é o que mais destoa. Na visão dele, seria mais adequado manter o ritmo mais gradual de elevação dos juros, especialmente diante da queda das taxas nos países desenvolvidos. “Mas a maior probabilidade é que Roberto Campos Neto siga a curva e encerre o ano com a Selic em 11,75%”, salienta o sócio da GTF Capital.

Ele também tem um posicionamento um pouco mais diferenciado em relação aos demais em relação ao fim do corte de juros. Para o especialista, a Selic deve encerrar o atual ciclo de corte de juros em até 12,50%, enquanto o restante do mercado estima o fim do ciclo em 12% na reunião de janeiro.

Onde aplicar na renda fixa após dados do IPCA?

Em meio a essas projeções, os analistas dizem em quais modalidades de títulos da renda fixa o investidor deve aportar agora. Para Marcus Labarthe, especialista em mercado de capitais e sócio-fundador da GT Capital, o investidor deve apostar em títulos pós-fixados para acompanhar a alta de juros dos próximos meses. Ele também recomenda investir o dinheiro em títulos atrelados ao IPCA com foco em ganhos com juros reais.

Haroldo da Silva, conselheiro do Conselho Regional de Economia de São Paulo (Corecon-SP), também acredita que o investidor deve aportar nos títulos atrelados à inflação. “O investidor deve aportar em títulos do Tesouro IPCA + 2045, mas também deve aportar em debêntures com vencimentos menores no curto e médio prazo, visto que aportar apenas em um título longo do Tesouro não é tão vantajoso pelo fato de não ter diversificação na carteira”, aponta Silva.

Publicidade

Já Colerta diz que prefere os títulos prefixados. Ele diz enxergar que o IPCA implícito pelas curvas de juros está muito elevado, operando muito acima das metas do Banco Central. “Vejo como muito interessantes taxas prefixadas de prazo médio, algo entre 3 e 6 anos para o vencimento”, aponta.

Ainda assim, o consenso é de aporte em títulos atrelados à inflação e pós-fixados ao CDI. Entretanto, se o investidor quiser aumentar a diversificação e aportar em todas as modalidades de renda fixa mencionadas para se proteger de qualquer variável, essa pode ser uma boa medida após os dados do IPCA.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Economia
  • Inflação
  • Investimentos
  • Mercados
  • Renda fixa
  • Selic
Cotações
29/01/2026 22h32 (delay 15min)
Câmbio
29/01/2026 22h32 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    XP, BTG e Nubank são alvo de ação judicial no caso Master; promotoria vai analisar

  • 2

    Selic a 15%: como investir em juros altos sem travar a carteira no curto prazo

  • 3

    Ibovespa hoje renova recorde em dia de decisão de juros no Brasil e nos EUA

  • 4

    Ibovespa bate recordes em 2026 com entrada de capital gringo; movimento deve continuar?

  • 5

    "Banco do Brasil é sólido. Só está passando por um período difícil", diz Inter Asset

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: passo a passo para se inscrever no programa
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: passo a passo para se inscrever no programa
Imagem principal sobre o Aposentadoria: como fica a regra dos pontos para professoras em 2026?
Logo E-Investidor
Aposentadoria: como fica a regra dos pontos para professoras em 2026?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (29)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (29)?
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: o que é preciso para manter a bolsa?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: o que é preciso para manter a bolsa?
Imagem principal sobre o 5 requisitos que você precisa cumprir se quiser antecipar o saque-aniversário do FGTS
Logo E-Investidor
5 requisitos que você precisa cumprir se quiser antecipar o saque-aniversário do FGTS
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: veja o calendário completo
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: veja o calendário completo
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia 2026: é preciso se inscrever no programa para receber o benefício?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia 2026: é preciso se inscrever no programa para receber o benefício?
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia 2026: veja quem pode receber o benefício
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia 2026: veja quem pode receber o benefício
Últimas: Investimentos
TRGAR11 despenca quase 15% com nova projeção de dividendos: mercado pesou a mão com o FII?
Investimentos
TRGAR11 despenca quase 15% com nova projeção de dividendos: mercado pesou a mão com o FII?

Postura conservadora da gestão do fundo imobiliário frustra o mercado e pesa sobre o desempenho das cotas

29/01/2026 | 14h46 | Por Daniel Rocha
Itaú BBA mantém compra de WEG (WEGE3); veja por que o banco segue otimista com a ação
Investimentos
Itaú BBA mantém compra de WEG (WEGE3); veja por que o banco segue otimista com a ação

Leitura dos resultados da ABB reforça demanda firme, volumes em alta e tese estrutural positiva para a WEG, apesar de desafios no curto prazo

29/01/2026 | 12h15 | Por Isabela Ortiz
Casos Master e Will Bank motivam mudanças no FGC; veja impactos para CDBs e investidores
Investimentos
Casos Master e Will Bank motivam mudanças no FGC; veja impactos para CDBs e investidores

Após liquidações bilionárias, FGC ganha poder para agir antes de crises e pode esfriar ofertas de CDBs fora da curva

29/01/2026 | 09h51 | Por Beatriz Rocha
Copom indica queda da Selic em março e mercado se divide sobre tamanho do corte
Investimentos
Copom indica queda da Selic em março e mercado se divide sobre tamanho do corte

Economistas avaliam que tom do comunicado sinaliza início de um ciclo de corte de juros gradual

28/01/2026 | 20h37 | Por Beatriz Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador