• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Tem FIIs do Credit Suisse? Saiba o que fazer com os ativos

Fundos imobiliários da gestora do banco suíço no Brasil não sofreram grandes impactos com a venda da instituição para o UBS

Por Luíza Lanza

24/03/2023 | 4:52 Atualização: 24/03/2023 | 7:39

Ao contrário das ações e BDRs do Credit Suisse, FIIs não sofreram com a crise do banco suíço. (Foto: Reuters/ Denis Balibouse)
Ao contrário das ações e BDRs do Credit Suisse, FIIs não sofreram com a crise do banco suíço. (Foto: Reuters/ Denis Balibouse)

A possibilidade de uma crise bancária nas maiores economias do mundo vem assustando investidores. Depois da falência de bancos nos Estados Unidos, esta semana foi a vez de o Credit Suisse, a segunda maior instituição financeira da Suíça, precisar de apoio para não fechar as portas.

Leia mais:
  • A venda do Credit Suisse para o UBS é uma “solução-tampão”?
  • Crise nos bancos: 4 investimentos para blindar a carteira
  • Vale a pena investir no Credit Suisse e no UBS após acordo de compra?
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Em um acordo com a autoridade monetária do país, o UBS acabou acertando a compra do Credit Suisse por US$ 3,2 bilhões – um movimento de emergência arquitetado para tentar conter maiores problemas no sistema financeiro mundial, mas que ainda assim chacoalhou os mercados.

  • Vale a pena investir no Credit Suisse e no UBS após acordo de compra?

As ações do Credit Suisse, por exemplo, não escaparam de um tombo de mais de 55% no primeiro pregão após a compra do UBS, na segunda-feira (20). Com os BDRs (Brazilian Depositary Receipts) da instituição também não foi diferente, uma queda de 28% no mesmo dia.

Mas, em meio a esta crise, há uma classe de ativos ligada ao bancos suíço passando praticamente protegida dos problemas da instituição: os fundos imobiliários.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Um levantamento feito pela Economatica, a pedido do E-Investidor, mostra que FIIs da Credit Suisse Hedging-Griffo (CSHG), a corretora do banco suíço no Brasil, não sofreram grandes instabilidades depois que a instituição foi comprada pelo UBS. Os sete ativos negociados na B3 tiveram desempenhos perto da estabilidade, sem quedas superiores a 0,6%.

Fundo Imobiliário Código Variação 20/03/23
Castello Branco Office Park FI-Unica CBOP11 -0,40%
CSHG Imobiliario Fof – FII-Unica HGFF11 -0,47%
CSHG Logistica FII – FII-Unica HGLG11 0,16%
CSHG Prime Offices FII-Unica HGPO11 -0,02%
CSHG Real Estate FII-Unica HGRE11 -0,18%
CSHG Recebiveis Imobiliarios -Unica HGCR11 -0,54%
CSHG Renda Urbana – FII-Unica HGRU11 0,17%
Fonte: Economatica

 

Felipe Paletta, sócio e analista da Monett, explica que os FIIs possuem um CNPJ próprio, ou seja, são independentes e segregados das instituições que os administram. Um ponto fundamental nessa indústria e que protege esses ativos de instabilidades como a que está acontecendo no Credit Suisse. E que é determinado inclusive pela lei que regulariza esse mercado no Brasil, a Lei 8.668 de junho de 1993.

“Isso significa que o fundo mobiliário fica apartado do patrimônio da gestora ou banco que faz a administração dos recursos que estão investidos ali”, afirma.

Por esse motivo, a crise no Credit Suisse ou a compra do banco pelo UBS não afetou a performance desses ativos, já que não altera os fundamentos dos portfólios dos fundos. Celina Vaz Guimarães, sócia da Paladin, destaca ainda que o “vasto e longo” histórico da CSHG, à frente dos FIIs, também ajuda a distanciá-los dos problemas na Suíça.

Publicidade

“Para o longo prazo as coisas deveriam normalizar, pois a gestão é sólida e comprovada. O CSHG é uma das maiores gestoras do Brasil, então os efeitos dessa fusão [com o UBS] não deveriam ser tão sentidos aqui, como será no país sede”, diz Guimarães.

Como os especialistas não acreditam em grandes impactos de curto prazo nesses FIIs, o ponto agora é observar se, no médio prazo, haverá alguma mudança na administração dos fundos. Um cenário eventual, caso o UBS não tenha interesse em manter a gestão dos ativos e a transfira para outra gestora, podendo alterar também as estratégias de alocação da carteira, por exemplo.

“Se eventualmente muda a gestão, isso sim pode afetar os investidores até que tenhamos uma clareza em relação ao que pode acontecer”, pontua Felipe Paletta, da Monett. “Mas no curto prazo acho que o investidor não deveria fazer nada e precisa aguardar novas informações para ver o que vai acontecer.”

O que fazer com os ativos

Até que haja clareza no cenário sobre o que vai acontecer com o Credit Suisse e seus ativos sob gestão, agora no comando do UBS, os investimentos que sejam ligados ao banco podem oscilar. Ainda assim, os especialistas não acreditam que investidores brasileiros com FIIs da CSHG na carteira precisem se preocupar.

Wellington Lourenço, analista da Ágora Investimentos, explica que, como os ativos não têm ligação direta ao patrimônio do banco, não devem sofrer nenhum efeito em termos de fundamento. “Basicamente pode ter algum fluxo negativo em virtude do noticiário, de forma que o investidor com receio pode vender, mas para operação não tem relação”, diz.

Publicidade

Felipe Paletta, da Monett, concorda: “Se a equipe de gestão for mantida e não se alterar o regulamento do fundo, a liquidez ou nada em termos de fundamento e caixa no curto prazo, então o investidor não deveria se preocupar”, explica.

O analista traz ainda um outro ponto. Os fundos imobiliários andam em baixa em 2023 – e abrir mão das posições neste momento seria como vender na baixa.

Como contamos nesta reportagem, além dos juros altos que penalizam os FIIs de tijolo, o atual cenário de crédito deteriorado vem pressionando também os fundos de papel. Uma combinação de fatores que faz alguns ativos caírem até 16% neste início de ano.

Entre os FIIs da CSHG, o Castello Branco Office Park FII (CBOP11) acumula uma queda de 25% até o dia 20 de março, mostram os dados levantados pela Economatica. Entre os 7 fundos imobiliários da corretora ligada ao banco suíço, apenas um tem rentabilidade positiva em 2023, o CSHG Recebíveis Imobiliários (HGCR11), que sobe 2,39% em 2023.

Publicidade

“Temos um cenário macroeconômico que tem desfavorecido os fundos imobiliários no curto prazo, vejo grandes descontos na indústria de forma geral”, destaca Paletta. “Por isso, não acho que os investidores deveriam vender.”

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Credit Suisse
  • FII
  • Fundos imobiliários
  • UBS
Cotações
08/01/2026 9h51 (delay 15min)
Câmbio
08/01/2026 9h51 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Aposta de US$ 30 mil vira mais de US$ 400 mil após captura de Maduro e levanta suspeitas de insider trading

  • 2

    Carteiras recomendadas para janeiro de 2026 mostram como bancos equilibram oportunidades e risco eleitoral

  • 3

    Nem Venezuela, nem eleições: Ibovespa deve ignorar incertezas e chegar a 192 mil pontos em 2026, diz Ágora

  • 4

    Veja quais ações você deve comprar (ou evitar) em 2026, um ano eleitoral e com Selic menor

  • 5

    Pé-de-Meia 2026: veja o calendário de pagamentos para estudantes que concluíram o ensino médio

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Aumento da passagem em SP: como ficam os créditos comprados antes?
Logo E-Investidor
Aumento da passagem em SP: como ficam os créditos comprados antes?
Imagem principal sobre o Quando o pagamento do Bolsa Família será antecipado em 2026?
Logo E-Investidor
Quando o pagamento do Bolsa Família será antecipado em 2026?
Imagem principal sobre o Como usar o ventilador estrategicamente para gastar menos na conta de luz?
Logo E-Investidor
Como usar o ventilador estrategicamente para gastar menos na conta de luz?
Imagem principal sobre o CadÚnico: como funciona o sistema de alerta por cores do app
Logo E-Investidor
CadÚnico: como funciona o sistema de alerta por cores do app
Imagem principal sobre o Bolsa Família: como fazer a atualização presencial no CRAS?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: como fazer a atualização presencial no CRAS?
Imagem principal sobre o Como funcionam as bandeiras tarifárias na conta de luz?
Logo E-Investidor
Como funcionam as bandeiras tarifárias na conta de luz?
Imagem principal sobre o Como vai funcionar a emissão digital do Documento Único de Arrecadação no IPVA do Espírito Santo?
Logo E-Investidor
Como vai funcionar a emissão digital do Documento Único de Arrecadação no IPVA do Espírito Santo?
Imagem principal sobre o Tenho direito ao saldo retido do FGTS? Veja como tirar a dúvida de forma online
Logo E-Investidor
Tenho direito ao saldo retido do FGTS? Veja como tirar a dúvida de forma online
Últimas: Investimentos
Fundos de pensão tentam reverter prejuízo bilionário com ativos financeiros do Banco Master
Investimentos
Fundos de pensão tentam reverter prejuízo bilionário com ativos financeiros do Banco Master

Nove fundos de pensão podem perder até R$ 1,7 bilhão com a liquidação do Master; Institutos apuram responsabilidade pela decisão de investimento

08/01/2026 | 05h30 | Por Daniel Rocha
Carteiras da Ágora lideram ranking da Grana Capital e superam o mercado em 2025
CONTEÚDO PATROCINADO

Carteiras da Ágora lideram ranking da Grana Capital e superam o mercado em 2025

Patrocinado por
Ágora Investimentos
Crise na Venezuela, petróleo no radar e defesa em alta: por que o BTG mantém compra da Embraer
Investimentos
Crise na Venezuela, petróleo no radar e defesa em alta: por que o BTG mantém compra da Embraer

Relatórios do BTG Pactual conectam tensão geopolítica, crise venezuelana e avanço do setor de defesa para sustentar a recomendação de compra das ações da Embraer

07/01/2026 | 12h30 | Por Isabela Ortiz
Dólar hoje: câmbio sobe com dados de emprego dos EUA e novas ofensivas de Trump
Investimentos
Dólar hoje: câmbio sobe com dados de emprego dos EUA e novas ofensivas de Trump

Foi a primeira alta de 2026. Criação de empregos no setor privado dos EUA veio abaixo das expectativas; investidores também acompanham tensões geopolíticas

07/01/2026 | 10h25 | Por Daniel Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador