• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Onde investir no exterior e fugir do risco Brasil e rombo na Americanas

Em meio a incertezas políticas e rombo na Americanas, especialistas defendem diversificação internacional

Por Luíza Lanza

16/01/2023 | 2:30 Atualização: 16/01/2023 | 7:39

Diversificação internacional permite acesso a diferentes de opções de investimento. (Fonte: Getty Images/Reprodução)
Diversificação internacional permite acesso a diferentes de opções de investimento. (Fonte: Getty Images/Reprodução)

Investir no exterior pode ser uma ótima alternativa para quem quer diversificar os investimentos, ter acesso a mercados maiores e até blindar o portfólio das instabilidades do cenário brasileiro. Uma estratégia que vem ganhando fôlego nos últimos anos, mas que se mostrou especialmente importante depois de toda a volatilidade de um ano atípico, como foi 2022.

Leia mais:
  • 2023: entenda o cenário e onde você pode investir
  • As 22 maiores pagadoras de dividendos de 2023; Veja
  • 8 FIIs são afetados pelo rombo da Americanas
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Em 2023, o início de ano no mercado brasileiro também começou turbulento. Não bastassem as questões fiscais no novo governo na última semana, a invasão de golpistas em Brasília trouxe ainda mais incertezas para o cenário.

Para completar a tempestade perfeita, a Americanas (AMER3) identificou “inconsistências contábeis” no valor de R$ 20 bilhões em seus balanços – uma notícia que atingiu em cheio as ações da companhia e provocou uma queda de mais de 75% em um único pregão. 

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Com tantos elementos prometendo pressionar os investimentos domésticos, colocar parte do patrimônio no exterior pode ser uma forma de se proteger em partes do “risco Brasil”.

Uma estratégia importante independentemente do momento do mercado e que deve ser mantida como uma posição estrutural da carteira de investimentos, explica Ian Caó, diretor de investimentos da Gama. “Dentro do mercado brasileiro, querendo ou não, todos os ativos estão expostos a esse guarda-chuva de risco Brasil. Estando tudo bem ou tudo ruim por aqui é importante ter uma parcela do portfólio lá fora”, diz.

A diversificação internacional costuma englobar especialmente o mercado norte-americano, o maior e mais maduro do mundo. As vantagens de uma alocação nos Estados Unidos são variadas e, segundo Rachel de Sá, chefe de economia da Rico, podem ser úteis para a maior parte dos perfis de investidores, com exceção dos muito conservadores ou daqueles focados em prazos mais curtos.

“Ter parte de seu patrimônio em ativos dolarizados te ajuda a proteger sua carteira em momentos de incerteza elevada e de eventos puramente domésticos, como eleições e crises políticas; a investir em setores que muitas vezes não existem ou ainda são muito incipientes em nossa economia e em nossa Bolsa, como é o caso das empresas de tecnologia; e a acessar um mercado muito maior do que o brasileiro”, elenca a economista da Rico.

Publicidade

Nesta outra reportagem, mostramos algumas opções para quem quer ampliar a carteira para além do eixo mais famoso “EUA-Europa”.

Qual o melhor ativo no momento?

Em 2022, o mercado de ações dos EUA sofreu quedas acentuadas. Um desempenho bem abaixo do próprio Ibovespa no período, como mostramos aqui. O principal motivo? O início do aperto monetário, com sete aumentos consecutivos na taxa de juros americana para tentar conter a maior inflação do país em mais de 40 anos.

Com o ciclo de alta nos juros ainda em curso, começou a ser precificado por lá a possibilidade de uma recessão que, se confirmada, pode voltar a penalizar os ativos de renda variável.

“Apesar de termos começado o ano bem, com as ações mostrando alguma recuperação, a desaceleração econômica e possível recessão ainda deve cobrar a sua conta em termos de resultados mais fracos das empresas”, explica William Castro Alves, estrategista-chefe da Avenue. “Isso quer dizer que, se as coisas ainda continuarem ruins, as ações podem sofrer mais. Por isso estamos mais defensivos na parte de alocação em ações”.

Por outro lado, a alta da taxa de juros criou uma oportunidade que há muito tempo não se via para investir em títulos de renda fixa nos EUA. A maior parte desses ativos é prefixada e sofreu com a marcação a mercado em 2022. Uma oportunidade dupla aos investidores: estão com preços descontados e pagando uma taxa atrativa.

Publicidade

“Se durante muito tempo falamos de juros muito baixos, de 0% ou 1%, hoje a realidade é outra. Dá para encontrar títulos do governo americano pagando 4% ou de empresas high yields pagando entre 4% a 8% de taxa”, diz Alves. “Um rendimento em dólar que não se via há muito tempo”.

Esta também é a visão de Ian Caó, da Gama. “Se tivéssemos que destacar uma classe de ativos específica seria a renda fixa global, que realmente tem um prêmio muito atrativo dado o risco retorno”. Nesta reportagem, mostramos quais são as principais aplicações que permitem a exposição ao mercado internacional.

A aplicação pode ser feita diretamente por meio de bonds, os títulos de renda fixa americana, ou por meio de fundos de investimento. Uma maneira mais segura para o investidor com pouco domínio do mercado, segundo Vania Cervini, especialista em investimentos da Ágora Investimentos. “Fundos são uma forma mais fácil de se investir no exterior, com um custo menor, contando ainda com um gestor especializado para fazer essa alocação. Acaba sendo uma forma mais simples para aquele investidor que não conhece tanto o mercado”, diz.

A Ágora tem duas recomendações para quem quer internacionalizar o portfólio com exposição a renda fixa global: os fundos da Lord Abbett e da PIMCO. “São duas gestoras fortes em renda fixa global e com muita experiência nesse mercado”, destaca Cervini.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Diversificação
  • Estados Unidos
  • Fundos de investimento
  • Renda fixa
Cotações
16/01/2026 16h39 (delay 15min)
Câmbio
16/01/2026 16h39 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Até voos de helicóptero: o que os bancos ofertam em cartão para altíssima renda

  • 2

    Ações para dividendos em 2026: as mais citadas nas carteiras e o porquê

  • 3

    Reag em liquidação: o que acontece agora com os investidores e fundos?

  • 4

    FGC paga quem perdeu na liquidação da Reag?

  • 5

    Caso Master expõe riscos de CDBs, coloca FGC sob pressão inédita e dá lição a investidor

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o FGTS: caso o titular tenha falecido, seus dependentes podem sacar o saldo retido?
Logo E-Investidor
FGTS: caso o titular tenha falecido, seus dependentes podem sacar o saldo retido?
Imagem principal sobre o Aposentadoria tem novo valor mínimo de pagamento pelo INSS em 2026
Logo E-Investidor
Aposentadoria tem novo valor mínimo de pagamento pelo INSS em 2026
Imagem principal sobre o Mudou de endereço? Saiba se você precisa atualizar o CadÚnico para não perder o Bolsa Família
Logo E-Investidor
Mudou de endereço? Saiba se você precisa atualizar o CadÚnico para não perder o Bolsa Família
Imagem principal sobre o VIP, helicópteros e seguro de R$ 1 milhão: o que você ganha dos bancos sendo rico?
Logo E-Investidor
VIP, helicópteros e seguro de R$ 1 milhão: o que você ganha dos bancos sendo rico?
Imagem principal sobre o Após realizar o saque do saldo retido do FGTS, o trabalhador retorna ao saque-rescisão?
Logo E-Investidor
Após realizar o saque do saldo retido do FGTS, o trabalhador retorna ao saque-rescisão?
Imagem principal sobre o IPVA 2026: veja as datas de vencimentos das parcelas para veículos com placa final 3 em SP
Logo E-Investidor
IPVA 2026: veja as datas de vencimentos das parcelas para veículos com placa final 3 em SP
Imagem principal sobre o Entregadores de aplicativo podem ser isentos do Imposto de Renda ainda em 2026?
Logo E-Investidor
Entregadores de aplicativo podem ser isentos do Imposto de Renda ainda em 2026?
Imagem principal sobre o Quando todos os beneficiários do Bolsa Família podem receber os pagamentos no 1º dia do calendário?
Logo E-Investidor
Quando todos os beneficiários do Bolsa Família podem receber os pagamentos no 1º dia do calendário?
Últimas: Investimentos
Veja a lista de fundos que eram administrados pela Reag Trust, liquidada pelo BC
Investimentos
Veja a lista de fundos que eram administrados pela Reag Trust, liquidada pelo BC

Autarquia diz que empresa cometeu graves violações às normas do sistema financeiro nacional

16/01/2026 | 11h16 | Por Daniel Rocha
Ações para dividendos em 2026: as mais citadas nas carteiras e o porquê
Investimentos
Ações para dividendos em 2026: as mais citadas nas carteiras e o porquê

Bancos e corretoras ajustam recomendações diante da expectativa de cortes da Selic, Bolsa barata e aumento da volatilidade política

16/01/2026 | 05h30 | Por Isabela Ortiz
Reag em liquidação: o que acontece agora com os investidores e fundos?
Investimentos
Reag em liquidação: o que acontece agora com os investidores e fundos?

Decisão do Banco Central foi divulgada nesta quinta-feira (15) sob a justificativa de que a empresa cometeu graves violações às normas do sistema financeiro nacional

15/01/2026 | 11h15 | Por Daniel Rocha
8 ações de setores perenes para enfrentar um 2026 de juros, eleições e mudanças tributárias – e ganhar bons dividendos
Investimentos
8 ações de setores perenes para enfrentar um 2026 de juros, eleições e mudanças tributárias – e ganhar bons dividendos

Setores perenes atuam como pilares resilientes em estratégias de renda passiva; analistas escolhem as melhores para o ano

15/01/2026 | 10h06 | Por Katherine Rivas

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador