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Investimentos

Ação do Google (GOOG) continua em alta mesmo com processo de monopólio das big techs

Departamento de Justiça dos EUA e 11 norte-americanos entraram com ação contra a empresa

Por Jenne Andrade

30/10/2020 | 14:00 Atualização: 30/10/2020 | 20:10

(Foto: Reuters/Arnd Wiegmann)
(Foto: Reuters/Arnd Wiegmann)

O Google faz parte do dia-a-dia de uma boa parcela da população mundial. De tão popular, a empresa virou verbo: ‘googlar’, referente a realizar pesquisas na internet. Tamanha relevância fez o buscador assumir uma posição privilegiada no mercado e minar a concorrência.

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“De fato, a companhia é uma monopolista”, diz André Kim, sócio e analista de investimentos da GEO Capital. E não é só o especialista que pensa assim: na última semana, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, em conjunto com mais 11 estados norte-americanos, entrou com uma ação contra o Google por supostas práticas ilegais para manter o monopólio de buscas e publicidade na internet.

De acordo com o processo antitruste, o maior das últimas duas décadas nos Estados Unidos, a gigante de tecnologia teria pago parceiros para manter o navegador como sistema padrão em celulares, em contratos de exclusividade. O buscador também estaria na mira da justiça europeia. No pregão em que a notícia foi ao ar, as ações do Google (GOOG) na Nasdaq chegaram ao fechamento com alta de 1,39%, aos US$ 1555,93 . Entre o dia 01 e 29 outubro, a valorização é de 6,64%, para US$ 1.567,24 .

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Kim explica que apesar da magnitude do processo, não é a primeira vez que a empresa passa por essa situação. “É quase uma rotina para o Google. Todo ano ela sofre esse tipo de ação. De certa forma, isso é positivo, porque quando vemos os reguladores em cima da empresa, é porque ela tem muito poder”, diz. Para o especialista, é inegável que o buscador usa sua posição monopolizadora para ganhar vantagens nos próprios produtos. Uma das maneiras de fazer isso, por exemplo, é deixando em destaque links e propagandas que interessam à empresa.

“É claro que alguns processos contra a companhia são passíveis de multa. Mas uma multa de R$ 5 bilhões ou R$ 10 bilhões, por exemplo, não vai tirar o sono do Google”, afirma Kim. “O que eu averiguo é como a Alphabet [controladora do Google] trabalha. A empresa vai se adaptando para atender as condições do regulador, para continuar a trabalhar.”

Em resposta, o Google Brasil publicou um comunicado em que afirma que o processo é ‘profundamente falho’. “Esta ação não ajudaria os consumidores em nada. Ao contrário, promoveria artificialmente alternativas de pesquisa de qualidade inferior, aumentaria os preços dos smartphones e tornaria mais difícil o acesso das pessoas aos serviços de pesquisa que desejam usar”, declara a empresa.

BDRs do Google estão mais acessíveis

Nos Estados Unidos, as ações do Google foram beneficiadas por uma correção do movimento de pessimismo em setembro. “A pandemia também ajudou a impulsionar o modelo de negócio da empresa”, afirma Kim. Na esteira do desempenho do exterior, os BDRs do buscador negociados na B3 também estão em alta no mês.

Sob o código GOGL34, os recibos valorizaram 13,39% em outubro, com um empurrãozinho do dólar, e terminaram o pregão da última quinta-feira (29) em R$ 63,31. Mas nem sempre o BDR do Google esteve nesse nível de preço: antes do processo de desdobramento (ou seja, de aumentar o número de papéis em circulação para que o preço do unitário caia) feito na semana passada, os recibos valiam em torno de R$ 356,17.

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Os Brazilian Depositary Receipts são ‘espelhos’ de ações, índices e títulos de dívida do exterior, que desde o dia 22 de outubro, podem ser adquiridos na Bolsa de Valores brasileira por qualquer tipo de investidor. A valorização ‘menor’ do BDR em relação a ação nos Estados Unidos acontece por conta dos efeitos da variação do dólar. “Se tem mal humor das ações do Google no exterior, por exemplo, o BDR vai refletir isso. Caso o câmbio também caia, vai ser um segundo efeito negativo pesando nos recibos”, explica o analista da GEO.

O que poderia, de fato, afetar o Google?

Segundo Kim, uma situação que poderia realmente afetar o Google envolveria mudanças significativas no ramo de negócios da empresa. Por exemplo, no ano passado políticos republicanos iniciaram uma sondagem em torno da possibilidade de desmembrar companhias apontadas como monopolizadoras, entre elas o próprio buscador, a Microsoft, Amazon e o Facebook. A proposta foi levada a público pela senadora Elizabeth Warren, então candidata à presidência dos EUA.

“Após o desmembramento, elas seriam geridas por diferentes líderes. Isso, de fato, seria um risco muito grande para as empresas, mas vejo baixíssima chance de se concretizar”, conclui Kim.

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