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Investimentos

Quanto valeria hoje R$ 5 mil investidos na Petrobras (PETR4) desde seu fundo do poço em 2016?

Investir R$ 5 mil na Petrobras em 2016 teria rendido R$ 26.619,50 em 2024, um crescimento de 432,39%

Por Leo Guimarães

01/11/2024 | 10:42 Atualização: 01/11/2024 | 10:42

Fachada da Petrobras. Foto: Adobe Stock
Fachada da Petrobras. Foto: Adobe Stock

Em 2016, a Petrobras (PETR3; PETR4) enfrentava uma crise financeira e de credibilidade. No ano, a petroleira registrou um prejuízo líquido de R$ 14,8 bilhões, o terceiro ano negativo, e lidava com uma dívida líquida de R$ 314,12 bilhões, ao ser o epicentro da corrupção apurada pela Operação Lava Jato. “Investir na Petrobras em 2016 parecia um salto no escuro”, diz Gianluca Di Matina, especialista em investimentos da Hike Capital.

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Porém, quem apostou R$ 5 mil naquela época com fé nos diferenciais da companhia, como a liderança mundial em exploração e produção de petróleo em águas profundas e dominância na distribuição de combustíveis e refino no Brasil, tem hoje R$ 26.619,50 na carteira. Esse é um valor quase cinco vezes maior, um crescimento de 432,39%. 

“Esse período coincidiu com um preço do petróleo em baixa e uma série de incertezas para investidores. No entanto, para quem decidiu investir na época, o resultado foi impressionante”, avalia Di Matina, que fez o levantamento sobre a valorização do papel a pedido do E-Investidor. 

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O período de recuperação da Petrobras, lembra o especialista, envolveu um esforço de reestruturação interna, venda de ativos, redução da alavancagem e uma política mais rígida de controle financeiro. Esses fatores, aliados à retomada dos preços do petróleo e um ambiente econômico mais favorável, possibilitaram que a empresa voltasse a ser vista como uma das gigantes do setor. “A Petrobras se beneficiou da alta global do petróleo e da recuperação econômica interna.”

Com o balanço do terceiro trimestre a ser divulgado na próxima quinta (7), a estatal enfrenta novos desafios, e uma certa desconfiança do mercado. “A expectativa para o futuro é mista, pois a Petrobras continua sujeita a variáveis econômicas globais, políticas internas e, agora, às preocupações ambientais e de governança”, comenta Di Matina.

As adversidades apontadas pelo profissional envolvem questões ligadas a possíveis interferências políticas. A substituição do CEO Jean Paul Prates por Magda Chambriard, em junho, afetou a confiança de investidores. 

Na parte ambiental, a exploração da Margem Equatorial é foco de muita resistência, enquanto no operacional, a Petrobras chamou para si a necessidade de diversificar a matriz energética, com um plano de investimentos de US$ 102 bilhões até 2028. 

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A revisão da política de preços também é um tema de constante estresse na companhia e conversa com os problemas externos em relação a câmbio, preço internacional do petróleo e instabilidade geopolítica. 

O mercado observa com cautela a estabilidade das políticas de preços e investimentos da Petrobras (PETR3; PETR4), especialmente devido às pressões para transição energética, observa o especialista da Hike Capital. “Em comparação com 2016, a empresa possui uma base mais sólida, mas permanece vulnerável às flutuações do petróleo e aos desafios de diversificação.

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