• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Renda variável ganha espaço no volume financeiro de gestoras em 2022

Os dados são da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais (Anbima)

Por Bruna Camargo, Estadão Conteúdo

15/03/2023 | 17:33 Atualização: 15/03/2023 | 17:33

Foto: Dragonimages
Foto: Dragonimages

O volume administrado pelas casas de gestão de patrimônio alcançou R$ 385,4 bilhões ao fim de 2022, uma alta de 21,2% em relação a dezembro de 2021 (R$ 318 bilhões). O número de instrumentos de investimento – como fundos de investimento e carteiras administradas – também cresceu no período, passando de 29.161 para 30.911 (+6%). Os dados são da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais (Anbima).

Leia mais:
  • CEO da BlackRock admite possível efeito dominó nos bancos dos EUA
  • Credit Suisse negocia venda de fatia na Verde, de Stuhlberger
  • Para agentes do mercado financeiro, governo Lula vai na direção errada
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O registro de alta de mais de 20% em volume no ano, no entanto, reflete uma movimentação concentrada em um fundo de ações (leia mais a seguir). Em entrevista ao Broadcast Investimentos, Fernando Vallada, diretor da Anbima, disse que sem esse fator os resultados mostrariam um avanço em torno de 10%.

Números mostram estabilidade

A renda variável ganhou participação no volume financeiro das gestoras, saindo de 28,7% em 2021 para 32% em 2022. Já os ativos híbridos – que consideram cotas de fundos multimercados e imobiliários, certificados de operações estruturadas (COEs) e fundos de índice (ETFs) -, representavam 24,9% do volume em 2022, ante 28% em 2021.

As cotas de fundos puxaram o crescimento nesses produtos, com a liderança dos fundos de ações, que saíram de R$ 47,2 bilhões em 2021 para R$ 82,9 bilhões em 2022, um avanço de 75,7%. Mas, segundo a Anbima, o motivo do salto foi um movimento concentrado em um fundo que mudou de classe e, na marcação a mercado dos papéis, impulsionou a alta. Sem esse fundo, a categoria teria queda de 4,7%. Já os fundos multimercados tiveram variação positiva de 6,5%, para R$ 82,4 bilhões.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Destaque ainda para as ações, cujo volume, que era de R$ 23,6 bilhões em 2021, caiu para R$ 17 bilhões em 2022 (-27,8%). Esse resultado, junto ao que deveria ser um recuo nas cotas de fundos de ações, “faz sentido, uma vez que enfrentamos a volatilidade da Bolsa no final do ano”, afirmou Vallada.

O levantamento da Anbima mostra que a renda fixa ainda é o maior segmento nas gestoras, representando 39,9% do volume financeiro em 2022, ante 40,1% no ano anterior. As maiores parcelas estão nas cotas de fundos de renda fixa, que chegaram a R$ 45,7 bilhões em volume (+23,2%), e em títulos públicos, com R$ 33,1 bilhões (+4,4%). Houve variação negativa apenas nas letras financeiras (LF), de R$ 7 bilhões para R$ 5,8 bilhões (-17%), mas a Anbima não identificou movimentos atípicos.

Já os títulos isentos de tributação ampliaram a participação no volume da renda fixa, representando 46,6% entre o total de títulos privados. As Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e do Agronegócio (LCA) cresceram, respectivamente, 146,7% (para R$ 3,7 bilhões) e 42,7% (para R$ 6,2 bilhões). Já os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) chegaram a R$ 4,8 bilhões (+46,8%) e os do Agronegócio (CRAs), a R$ 4,3 bilhões (+20,9%). “Com a taxa de juros alta somada à isenção tributária, vemos a procura maior”, afirmou Vallada.

Mas, de modo geral, na avaliação do diretor da Anbima, os números das gestoras de patrimônio em 2022 indicam estabilidade. “No segmento de gestão de patrimônio há duas formas de crescer: através da migração de clientes cobertos por outros players ou da entrada de novos clientes e grupos, o que é tipicamente muito proporcionado por eventos de liquidez, quando há atividade forte no mercado de capitais. E a gente não vem tendo tanta atividade nos tempos mais recentes”, disse.

Publicidade

Vallada ainda afirmou se tratar de uma “estatística nova comparada a outras indústrias”, com a incorporação de novos players – nesse caso, as gestoras de patrimônio. “Então não é estável. A variação pode ser devido à entrada de players ao longo do tempo”, ponderou.

Sudeste concentra número de clientes

O número de grupos econômicos – que podem ser famílias ou sócios de uma empresa, por exemplo, critério definido por cada gestor – subiu 2,2%, de 25,3 mil em 2021 para 25,8 mil em 2022. Vallada chamou a atenção para o avanço na região Centro-Oeste, de 1,3 mil para 1,7 mil. “Em termos absolutos não é uma grande variação, mas em termos relativos, é”, afirmou, uma vez que as demais regiões tiveram variações menores. São Paulo ainda concentra a liderança, com 10,7 mil grupos.

A região Sudeste segue na liderança no número de clientes, com 42,8% da base de 29,8 mil só em São Paulo, equivalente a 12,7 mil. Na sequência aparecem Minas Gerais e Espírito Santo (15,5%), região Sul (15,4%), Rio de Janeiro (12,2%), região Nordeste (7%), região Centro-Oeste (5,9%) e região Norte (1,2%).

Não há dados anteriores para a comparação interanual, segundo a Anbima.

Expectativa para 2023

Após um 2022 de estabilidade, Vallada afirmou que é “difícil fazer qualquer previsão” para os números de 2023. “Temos enfrentado coisas tão inesperadas nos últimos tempos”, disse, mencionando pandemia, reabertura das economias, aumento da inflação, aperto monetário global e guerra na Ucrânia como exemplos.

Com a taxa de juros local ainda em 13,75% ao ano, o diretor da Anbima afirmou que “obviamente existe uma valorização do estoque de ativos de renda fixa”. No entanto, ele observou que a Bolsa é dependente de outros elementos e condições de mercado. “É muito difícil prever qualquer coisa”, reforçou.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Ações
  • Anbima
  • Bolsa de valores
  • Conteúdo E-Investidor
  • ETFs
  • Fundos de investimento
  • Fundos de renda fixa
  • São Paulo
Cotações
05/04/2026 19h17 (delay 15min)
Câmbio
05/04/2026 19h17 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Guerra no Irã afasta turistas, derruba vendas de luxo em 50% no Oriente Médio e acende alerta entre marcas globais

  • 2

    A Páscoa ficou mais cara? Chocolate e bacalhau explicam por que a conta pesa no bolso

  • 3

    Chocolates estão 16% mais caros: vale a pena investir no ETF que acompanha os preços do cacau?

  • 4

    O IPO da SpaceX é ótimo, mas não vai gerar um retorno de 100 vezes o investimento

  • 5

    Sexta-feira Santa fecha bancos e Bolsa; veja o que funciona hoje (3) e no domingo de Páscoa

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: apostas são premiadas após acertarem menos números
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: apostas são premiadas após acertarem menos números
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: quantas apostas dividiram prêmio de R$ 40 milhões?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: quantas apostas dividiram prêmio de R$ 40 milhões?
Imagem principal sobre o Quando será o próximo sorteio da Dupla Sena, após a Dupla de Páscoa 2026?
Logo E-Investidor
Quando será o próximo sorteio da Dupla Sena, após a Dupla de Páscoa 2026?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: veja os números sorteados do prêmio de R$ 40 milhões
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: veja os números sorteados do prêmio de R$ 40 milhões
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: apostou online? Veja como resgatar o prêmio de R$ 40 milhões
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: apostou online? Veja como resgatar o prêmio de R$ 40 milhões
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: apostou presencialmente? Veja como resgatar o prêmio de R$ 40 milhões
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: apostou presencialmente? Veja como resgatar o prêmio de R$ 40 milhões
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: até quando o prêmio de R$ 40 milhões pode ser pago?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: até quando o prêmio de R$ 40 milhões pode ser pago?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: relembre quantas apostas ganharam no ano passado
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: relembre quantas apostas ganharam no ano passado
Últimas: Investimentos
Chocolates estão 16% mais caros: vale a pena investir no ETF que acompanha os preços do cacau?
Investimentos
Chocolates estão 16% mais caros: vale a pena investir no ETF que acompanha os preços do cacau?

Alta nos preços ao consumidor reflete custos repassados, enquanto commodity recua; especialistas opiniam sobre oportunidades em ETFs de cacau

05/04/2026 | 05h30 | Por Daniel Rocha
Investidores estrangeiros aportam R$ 53,37 bilhões na B3 até março, o melhor volume desde 2022
Investimentos
Investidores estrangeiros aportam R$ 53,37 bilhões na B3 até março, o melhor volume desde 2022

As entradas de capital internacional estão relacionadas ao nível de preço mais convidativos das ações nacionais em relação ao exterior

02/04/2026 | 15h24 | Por Ana Paula Machado, Maria Regina Silva e Caroline Aragaki
Carteiras recomendadas: com R$ 53 bilhões de fluxo, estrangeiros ditam o tom da Bolsa brasileira em abril
Investimentos
Carteiras recomendadas: com R$ 53 bilhões de fluxo, estrangeiros ditam o tom da Bolsa brasileira em abril

Mesmo com volatilidade global, entrada de capital externo impõe viés construtivo e orienta ajustes pontuais nos portfólios

02/04/2026 | 12h21 | Por Isabela Ortiz
Ruim para o Brasil, pior para o mundo: Ibovespa cai menos que Bolsas globais durante a guerra
Investimentos
Ruim para o Brasil, pior para o mundo: Ibovespa cai menos que Bolsas globais durante a guerra

Guerra no Oriente Médio leva mercados globais a mês negativo, mas analistas dizem ver fundamentos que sustentam melhor trimestre em anos da B3

02/04/2026 | 05h30 | Por Luíza Lanza

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador