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Investimentos

Sabesp (SBSP3) aprova dividendos de 100% do lucro após privatização, mas há uma “pegadinha” aí

Mesmo assim, analistas estão com recomendação de compra para SBSP3; entenda os motivos

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Por Bruno Andrade

20/06/2024 | 18:02 Atualização: 21/06/2024 | 14:18

O pagamento dos dividendos da Sabesp deve ficar condicionado a fatores de universalização do serviço de saneamento básico. (Foto: Pintau Studio em Adobe Stock)
O pagamento dos dividendos da Sabesp deve ficar condicionado a fatores de universalização do serviço de saneamento básico. (Foto: Pintau Studio em Adobe Stock)

A Sabesp (SBSP3) aprovou uma nova política de dividendos com a possibilidade do pagamento de 100% do lucro aos acionistas a partir de 2030. Analistas do mercado financeiro enxergam a notícia como positiva, mas há algumas ressalvas na tese de investimentos da companhia. Eles reforçam que o pagamento de proventos pode ser considerado como possibilidade remota e a Sabesp não deve satisfazer o investidor de dividendos nos próximos dois anos, período em que a empresa deve focar em investimentos para atingir as metas de universalização do saneamento básico.

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Segundo a própria Sabesp, o pagamento de 100% dos dividendos deve ficar condicionado ao Fator de Universalização (chamado de Fator U), nos termos do contrato de concessão. Quanto menor o Fator U, maior será a distribuição de dividendos.

Por exemplo: caso o indicador seja igual a zero, a distribuição de dividendos estará autorizada a atingir os 100% a partir de 2030. Se ficar entre 0 e 1%, a distribuição de dividendos será limitada a 80% do lucro; entre 1% e 2%, cairá para 60%; e, se passar de 2%, o teto se encontrará no dividendo mínimo exigido pela Bolsa, de 25%.

No entanto, para chegar aos dividendos máximos de 100% em 2030 a empresa também coloca um período de transição, com evolução gradual do porcentual do lucro pago em dividendos. Os acionistas poderão receber até 50% do lucro líquido ajustado dos resultados de 2026 e 2027; até 75% nos exercícios de 2028 e 2029; e até 100% a partir de 2030.

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Para Raony Rossetti, CEO da Melver, a Sabesp enfrentará desafios nos próximos anos, com grandes necessidades de investimentos justamente para atingir as metas de universalização de seus serviços. Por causa disso, Rossetti comenta que o investidor deve demorar para ver dividendos robustos. “O consenso de mercado estima um lucro de R$ 3,2 bilhões e R$ 3,6 bilhões para 2024 e 2025, respectivamente. Considerando uma distribuição entre 25% e 50% nos dois anos, o dividend yield (rendimento de dividendos) deverá ficar entre 2,1% e 4,6%”, diz Rossetti.

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Já Ricardo Salim Júnior, analista da Lumi, afirma que a companhia deve lucrar R$ 2,8 bilhões em 2024 e R$ 3,3 bilhões em 2025. Segundo ele, o dividend yield (DY) da Sabesp deve ficar em patamares mais baixos por causa dos investimentos para a universalização, entre 2% e 3%. Justamente por isso, o investidor deve se lembrar de que, se o foco for lucrar com dividendos nos próximos anos, a ação da Sabesp não configura uma opção interessante.

Entretanto, a situação muda caso o foco seja ganhar com a valorização do papel. Essa estimativa acontece pelo fato de a privatização da empresa tender a acelerar a expansão da Sabesp, com o crescimento de seus ativos em decorrência do aumento no fornecimento de água, o que pode gerar mais receita e lucro para a empresa, com consequente ganho no valor das ações.

Ações da Sabesp vão mal em 2024

Investidores podem temer o comportamento de SBSP3. Segundo dados do Broadcast, as ações da Sabesp recuaram 7,39% nos últimos 30 dias, com base no fechamento de quinta-feira (20). No acumulado de junho, até o dia 20, os papéis da estatal caem 2,44%, enquanto que em 2024 a queda total chega a 2,95%.

Se o papel mostra viés de queda e a perspectiva de dividendos não agrada para os próximos dois anos, por qual motivo o investidor deveria comprar a ação da empresa?

Segundo Flávio Conde, analista da Levante, a baixa de SBSP3 não tem relação com a privatização nem com os resultados financeiros da companhia. Na visão dele, o desempenho negativo das ações da Sabesp está relacionado com o problema macroeconômico, prejudicado pela questão fiscal do País. Em janeiro, o mercado esperava que a Selic encerraria 2024 em 9% ao ano. Porém, a estimativa mudou e agora a expectativa é de que a taxa básica da economia termine 2024 em 10,5% ao ano, conforme o último Boletim Focus com as previsões do mercado. Ou seja, o mesmo patamar no qual a Selic se encontra hoje.

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“Essas preocupações com as contas públicas pressionam a Bolsa e todas as ações listadas nela pelo fato de o Banco Central ter de manter os juros em patamar elevado para conter a inflação vinda dos gastos do governo. Um juro elevado provoca a fuga de capital do mercado de ações para a renda fixa, pressionando os papéis das empresas da Bolsa de Valores, como o da Sabesp”, explica Conde.

Redução tarifária da Sabesp preocupa o mercado

Outro ponto que pode impactar a companhia e prejudicar o investidor diz respeito à redução tarifária. Segundo cálculos do International Finance Corporation (IFC), a Sabesp tende a apresentar um corte 6,4%. O número, porém, está muito abaixo do esperado pelo mercado, que ao invés de queda da tarifa de água esperava um reajuste de preço entre 0,6% e 1,8%.

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De acordo com Conde, os cálculos do IFC podem estar errados e os analistas brasileiros possuem muito mais experiência e conhecimento sobre a Sabesp do que analistas de fora do País. “Eu acho pouco provável que teremos uma redução da tarifa de água no próximo ano, o cenário mais realista indica um reajuste por motivos inflacionários”, aponta o analista da Levante.

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Os demais especialistas dizem que a palavra final tende a ficar com a Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp). A entidade é a responsável por regulamentar o reajuste das tarifas da Sabesp.

Ricardo Salim, da Lumi, diz que essa questão segue imprevisível e o investidor deve aguardar a decisão final para fazer alguma projeção de impacto sobre lucro e receita da Sabesp. As projeções do analista de lucro de R$ 3,3 bilhões em 2025 consideram um reajuste tarifário dentro do esperado.

O investidor deve comprar as ações da Sabesp?

De modo geral, os analistas reconhecem que as ações da Sabesp possuem dois riscos. O primeiro diz respeito à manutenção dos juros da economia brasileira em patamar elevado, que pressiona o mercado acionário e pode fazer as ações da empresa caírem. O segundo está no reajuste da tarifa, que pode vir abaixo do esperado, causando perda no preço de SBSP3. Ainda assim, o consenso é para o investidor comprar a ação.

A recomendação tem foco no longo prazo, com a privatização da empresa podendo trazer bons resultados nos próximos 12 meses. O CEO da Melver lembra que o objetivo da privatização é a expansão da empresa, que tende a trazer bons frutos para a companhia. “Uma vez privatizada, a companhia deverá ampliar seu escopo geográfico de atuação, elevando a receita”, diz Raony Rossetti.

  • Leia ainda: Por que o Brasil tem a pior Bolsa do mundo, enquanto os vizinhos decolam em 2024?

A Levante tem recomendação de compra para a Sabesp, com preço-alvo de R$ 110 para os próximos 12 meses. A cifra equivale a uma alta de 52,65% em relação ao fechamento de quinta-feira (20), quando a ação da Sabesp encerrou o pregão a R$ 72,06. Já a Lumi tem recomendação de compra com preço-alvo de R$ 95 para os próximos 12 meses, uma alta de 31,83%.

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