• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Renda fixa: acha IPCA + 6% pouco? Especialistas indicam o “dólar + 5%”

Especialistas veem renda fixa americana em momento único e elencam a melhor forma de se expor ao investimento

Por Luíza Lanza

18/06/2024 | 3:00 Atualização: 18/06/2024 | 14:27

Especialistas veem renda fixa americana em momento único. (Foto: Envato)
Especialistas veem renda fixa americana em momento único. (Foto: Envato)

A abertura da curva de juros brasileira vista nos últimos meses elevou o retorno dos títulos públicos a patamares bastante atrativos, e que não costumam ser vistos com muita frequência no mercado. O “IPCA + 6%”, negociado no Tesouro IPCA, é tido como um juros de crise, que só aparece em momentos de turbulência e que costuma ser uma ótima oportunidade de investimento dado o alto nível de retorno para um ativo de risco baixo. Por causa disso, a taxa parece ter se tornado o novo benchmark do momento.

Leia mais:
  • O que acontece com os investimentos se o dólar bater R$ 6?
  • Dólar de volta aos R$ 5? Veja se a tese tem respaldo no mercado e se pode ocorrer em 2024
  • Dólar dispara para R$ 5,43 após declarações de Lula e desgaste de Haddad com Senado
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Leia também: Como o “IPCA + 6%” pode encurtar o caminho até o primeiro R$ 1 milhão

Mas, segundo especialistas, não é só a renda fixa local que se encontra em uma boa janela de oportunidade. Lá fora, sobretudo nos Estados Unidos, os retornos oferecidos pelos títulos públicos também estão mais elevados do que a média histórica. O país vem desde 2022 em um ciclo de aperto monetário para tentar frear a maior inflação das últimas décadas; com isso, a taxa de juros americana está estacionada no patamar de 5,25% a 5,50% ao ano, o maior em 22 anos.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Daí a excepcionalidade do momento. Um levantamento feito pela corretora Avenue, ao final de maio, mostra que o yield dos títulos de 10 anos dos EUA, as Treasuries, só esteve acima dos atuais 4,5% que são negociados em 1,5% do tempo nos últimos 15 anos. “Se no Brasil temos uma taxa de remuneração de títulos de renda fixa que se mostra interessante para muitos, nos EUA vemos um cenário oportunístico ímpar, considerando o histórico de taxas”, diz William Castro Alves, estrategista-chefe da Avenue, em relatório.

Paula Zogbi, head de investimentos da Nomad, concorda que, ainda que o “IPCA + 6%” chame a atenção dos brasileiros, o momento atual parece mais oportuno para os Treasuries do que para os títulos nacionais. São taxas elevadas para um investimento que, por ser ligado ao governo dos Estados Unidos, a maior economia global, é conhecido como o ativo mais seguro no mundo.

“O rendimento atual das Treasuries de 10 anos, de 4%, é historicamente elevado considerando que são ativos ‘livres de risco’. Mas olhando para um prazo curto, estamos diante de um rendimento entre 5,1% a 5,4% nos títulos do tesouro americano para vencimentos entre 1 ano e 3 meses. É o equivalente a ‘dólar + 5%'”, destaca a head. “Vale lembrar que, em geral, rentabilidades mais elevadas são alcançadas quando abrimos mão de liquidez. E não é o caso atualmente.”

Diversificação em dólar

Para além do yield em si, o que chama a atenção na renda fixa americana é a possibilidade de ganhar os rendimentos em dólar. Além de ser uma moeda forte, a alocação internacional permite que o investidor diversifique a carteira, descorrelacionando parte dos investimentos do “risco Brasil”. Um ponto importante dado que a volta do IPCA + 6% indica, entre outros fatores, o receio do mercado para com a trajetória fiscal do País.

Mas não se trata de uma escolha única, de um ou de outro. Há espaço para a renda fixa local e a estrangeira na carteira. “O que queremos salientar é que o investidor pode diversificar e se aproveitar de taxas diferenciadas em contexto histórico em ambos os mercados, alocando parte do portfólio em títulos IPCA+ para proteção contra inflação e parte em ativos dolarizados para diversificação cambial, obviamente respeitando sempre seu perfil de investidor”, ressalta William Castro Alves, da Avenue.

Publicidade

Mas faz sentido realizar essa alocação agora? Ao longo desta semana, a cotação do dólar voltou a disparar em meio a ruídos políticos e fiscais, que acentuaram a aversão a risco no mercado.

Isso fez a moeda americana ser negociada a R$ 5,43 ao longo da quarta-feira (12), o maior patamar desde janeiro de 2023. No acumulado de 2024, o dólar acumula uma valorização perto de 10% em relação ao real. E, como mostramos aqui, especialistas esperam que a moeda americana continue se fortalecendo frente ao real, ao menos no curto prazo.

A alta do câmbio, no entanto, não muda a visão para a diversificação internacional. O entendimento é que o investimento em dólar é mais eficiente se feito de forma estrutural e recorrente; no longo prazo, sai “mais caro” não ter uma parcela da carteira dolarizada do que montar essas posições em uma janela de cotação apreciada.

“Quando pensamos em investimento internacional, é muito mais sobre uma forma de diversificação, de atrelar parte do patrimônio em uma moeda forte e que vai te dar um leque muito grande de oportunidades, do que sobre a visão no curto prazo em relação ao câmbio, por exemplo”, explica Beto Saadia, economista e diretor de investimentos da Nomos.

Como investir no “dólar + 5%”?

O investidor brasileiro consegue acessar a renda fixa americana de três formas principais: comprando as Treasuries diretamente, em corretoras que operem no mercado internacional; via Exchange Traded Funds (ETFs) e por meio de fundos de renda fixa global.

Publicidade

Quem optar pela primeira opção precisa estar ciente das particularidades do investimento. As Treasuries funcionam como os títulos de renda fixa prefixados, em que a rentabilidade é contratada no momento do investimento e será entregue para o investidor que segurar o título até o vencimento. O “risco” nesse caso é de oportunidade; ou seja, investir a uma determinada taxa, o cenário piorar e taxas maiores serem oferecidas no momento em que o investidor já “travou” o dinheiro. É possível encontrar ativos com vencimento entre 3 meses a 30 anos.

Nesse caso, o investidor precisa fazer uma remessa para o exterior por meio da corretora de sua escolha, operação sobre a qual é cobrada uma taxa operacional e o IOF. Também há incidência de uma alíquota de 15% sobre os rendimentos da renda fixa dos EUA, assim como todo em investimento no exterior.

“Para escolher o produto ideal para o seu caso, é importante se atentar ao prazo no qual você irá precisar desse dinheiro e às taxas praticadas. Como mencionado, atualmente, os títulos de curto prazo pagam taxas acima do longo prazo (curva invertida), mas as Treasuries de longo prazo podem se valorizar ao longo do tempo com os cortes nas taxas de juros para quem tiver interesse em negociar no mercado secundário (desde que de acordo com o seu perfil de investidor)”, destaca Paula Zogbi, da Nomad.

Mas essa não é a estratégia preferida dos especialistas. No geral, a forma mais simples do investidor brasileiro se expor a esse mercado é via ETFs de renda fixa global. Trata-se de fundos listados, que contam com gestão profissional para selecionar os títulos da carteira – isso significa que o investidor não precisa selecionar os ativos e girar a carteira por conta própria, por exemplo. “É uma porta de entrada interessante e uma forma mais simples e mais democrática de investir nesses ativos, se beneficiando da liquidez da negociação em bolsa e permitindo valor de entrada mais baixo”, diz a head da Nomad.

Publicidade

Essa também é a preferência de Beto Saadia, da Nomos. O diretor de investimentos da Nomos explica que, ainda que os fundos de renda fixa global também contem com a gestão ativa, nesse caso, os investidores ficariam limitados às opções disponibilizadas por cada corretora. “Uma conta aberta em uma plataforma internacional te permite acesso a um universo de toda a Bolsa americana e todos os ETFs que ela disponibiliza. Os custos do ETF listado também são mais baixos, então eu particularmente prefiro”, afirma Saadia. “É prático, principalmente para quem está começando.”

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Diversificação
  • Dolar
  • Estados Unidos
  • Exchange Traded Fund (ETF)
  • Fundos de renda fixa
  • Renda fixa
  • Treasuries
Cotações
24/02/2026 17h29 (delay 15min)
Câmbio
24/02/2026 17h29 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Existe um custo invisível nas compras em dólar; descubra os cartões que escapam dele

  • 2

    Bitcoin hoje a US$ 65 mil testa investidores em meio à volatilidade: “Mercado não espera consenso para vender”, diz Fabrício Tota

  • 3

    Crise no BRB muda a percepção de risco e traz alerta para investidores; veja o que fazer

  • 4

    Revés nas tarifas comerciais de Trump na Justiça reforça tese de dólar fraco e sustenta rali na Bolsa

  • 5

    Por que os ultra-ricos estão disputando espaço com seus megaiates no mar em Miami

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o INSS: aposentados devem ficar atentos aos novos pagamentos desta semana
Logo E-Investidor
INSS: aposentados devem ficar atentos aos novos pagamentos desta semana
Imagem principal sobre o Saque-aniversário do FGTS: nascidos em fevereiro ainda podem retirar o saldo em 2026?
Logo E-Investidor
Saque-aniversário do FGTS: nascidos em fevereiro ainda podem retirar o saldo em 2026?
Imagem principal sobre o Saque-aniversário do FGTS: veja onde solicitar o benefício e quem ainda pode sacar em fevereiro
Logo E-Investidor
Saque-aniversário do FGTS: veja onde solicitar o benefício e quem ainda pode sacar em fevereiro
Imagem principal sobre o PREVBarco: como funciona a prestação de serviços?
Logo E-Investidor
PREVBarco: como funciona a prestação de serviços?
Imagem principal sobre o Rolex 6 Horas de São Paulo: qual o valor dos pacotes para os três dias?
Logo E-Investidor
Rolex 6 Horas de São Paulo: qual o valor dos pacotes para os três dias?
Imagem principal sobre o Rolex 6 Horas de São Paulo: qual o valor dos ingressos VIP?
Logo E-Investidor
Rolex 6 Horas de São Paulo: qual o valor dos ingressos VIP?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: entenda o valor do benefício em 2026
Logo E-Investidor
Bolsa Família: entenda o valor do benefício em 2026
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: quem pode alterar os dados bancários para receber restituição?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: quem pode alterar os dados bancários para receber restituição?
Últimas: Investimentos
JP Morgan lança JEPI39 na B3 e traz ao Brasil o maior ETF ativo do mundo
Investimentos
JP Morgan lança JEPI39 na B3 e traz ao Brasil o maior ETF ativo do mundo

BDR do ETF ativo JEPI amplia acesso local a estratégia que combina ações americanas e geração de renda com derivativos

24/02/2026 | 09h36 | Por Isabela Ortiz
Isa Energia, Taesa e Axia: quem sustenta dividendos na nova safra de balanços
Investimentos
Isa Energia, Taesa e Axia: quem sustenta dividendos na nova safra de balanços

Com ações mais caras e dívida em alta, dividend yield das elétricas perde fôlego e não supera 9% em 2026; veja quem surpreende e quem decepciona

24/02/2026 | 09h30 | Por Katherine Rivas
Telefônica Brasil (VIVT3) supera estimativas no 4T25 e forte geração de caixa anima o mercado; o que fazer com as ações?
Investimentos
Telefônica Brasil (VIVT3) supera estimativas no 4T25 e forte geração de caixa anima o mercado; o que fazer com as ações?

Lucro e Ebitda vêm acima das projeções, móvel lidera crescimento e programa de recompra reforça sinalização ao investidor

23/02/2026 | 20h33 | Por Murilo Melo
Confira as ações mais afetadas na Bolsa brasileira após novo anúncio de Trump sobre tarifas
Investimentos
Confira as ações mais afetadas na Bolsa brasileira após novo anúncio de Trump sobre tarifas

Após a Corte limitar o uso de tarifas unilaterais, presidente dos EUA eleva alíquota para 15%

23/02/2026 | 14h17 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador