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Investimentos

XP vê oportunidade rara no Tesouro IPCA+ para ganho de até 91% com queda dos juros

Analistas destacam o nível considerado alto históricamente para os títulos soberanos e o fluxo de caixa recorrente para o investidor

Por Isabela Ortiz

03/02/2026 | 10:34 Atualização: 03/02/2026 | 10:34

XP Investimentos destaca títulos do Tesouro IPCA+ como uma das principais oportunidades da renda fixa no ciclo de queda dos juros. (Foto: Adobe Stock)
XP Investimentos destaca títulos do Tesouro IPCA+ como uma das principais oportunidades da renda fixa no ciclo de queda dos juros. (Foto: Adobe Stock)

Com os juros reais ainda em níveis elevados e o mercado já antecipando um ciclo de queda da Selic, a XP Investimentos destaca uma oportunidade rara na renda fixa com os títulos do Tesouro IPCA+. Segundo a casa, o atual patamar de taxas abre uma chance para o investidor compor uma carteira com ganhos que podem chegar a até 91%, à medida que os juros recuam.

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Segundo a XP, os títulos atrelados ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) pagam hoje remuneração real robusta, ao mesmo tempo em que atuam como proteção contra a inflação no longo prazo.

“É importante manter uma parcela da carteira em ativos atrelados à inflação, especialmente considerando a imprevisibilidade da trajetória inflacionária em horizontes mais longos”, destaca o relatório.

O ponto central passa pela chamada marcação a mercado. Em títulos de renda fixa, quando os juros caem, os papéis contratados a taxas mais altas ganham valor. No caso do Tesouro IPCA+, esse efeito se mostra ainda mais relevante em títulos com duration (prazo médio para recuperar o investimento realizado na compra do ativo) mais longa, como os vencimentos a partir da próxima década.

A XP ressalta que, em cenários de afrouxamento monetário, o ganho não se limita ao rendimento contratado até o vencimento. Caso o investidor opte por vender o papel antes, a valorização pode ser expressiva. Na prática, o investidor não precisa necessariamente carregar o papel até o fim para capturar valor, desde que entenda os riscos e a volatilidade envolvidos.

Rentabilidade real ainda elevada

No portfólio recomendado de fevereiro, a XP destaca, por exemplo, a NTN-B (Nota do Tesouro Nacional Série B, conhecida também como Tesouro IPCA+ com juros semestrais) com vencimento em agosto de 2032, que oferece uma taxa indicativa de IPCA + 7,3% ao ano. Representa um nível considerado alto do ponto de vista histórico, sobretudo para um título soberano.

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O relatório ressalta que a NTN-B gera fluxo de caixa recorrente ao investidor, além da correção inflacionária. Ainda assim, a XP aponta que o principal atrativo está no potencial de valorização caso a curva de juros reais recue.

“Quanto maior a duration, maior a oscilação do preço do título em relação às expectativas de juros”, explica a equipe de Research, ressaltando que esse tipo de ativo exige horizonte mais longo e tolerância à volatilidade no curto prazo.

Tesouro Direto ou mercado secundário?

Outro ponto abordado pela XP vem da diferença entre investir via Tesouro Direto ou pelo mercado secundário. No Tesouro Direto, o acesso é exclusivo para pessoa física, com taxa de custódia de 0,2% ao ano e aplicação mínima reduzida. Já no mercado secundário não há taxa de custódia, mas o valor mínimo de investimento costuma ser mais elevado.

A vantagem do mercado secundário, segundo a XP, está no fato de que os títulos ficam marcados na curva dentro da carteira, o que reduz a volatilidade visual do portfólio. Ainda assim, em caso de venda antecipada, o investidor estará sujeito às condições de mercado no momento do resgate.

Para quem faz sentido essa estratégia

Apesar do entusiasmo com a oportunidade, a XP assume um tom cauteloso ao lembrar que o Tesouro IPCA+ não é um produto para reserva de emergência. A recomendação é que esses títulos componham a parcela de médio e longo prazo da carteira, alinhados a objetivos como aposentadoria, proteção patrimonial ou formação de capital real.

A casa também reforça a importância de diversificação e adequação ao perfil do investidor. “É essencial considerar o prazo, o risco do título e o tamanho da alocação”, destaca o relatório, lembrando que oscilações no curto prazo são naturais e fazem parte do jogo para quem busca retornos maiores no ciclo de queda dos juros.

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