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Investimentos

Secretário revela detalhes de lançamentos do Tesouro no 2º semestre

Em entrevista ao E-Investidor, Rogério Ceron explica como vão funcionar e os objetivos dos novos títulos

Por Isaac de Oliveira, especial para o E-Investidor

17/07/2023 | 2:59 Atualização: 01/08/2023 | 8:55

Secretário do 
Tesouro Nacional, 
Rogério 
Ceron (Foto: Wilton Junior/ Estadão)
Secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron (Foto: Wilton Junior/ Estadão)

O Tesouro Direto vai lançar no segundo semestre novos produtos na esteira do sucesso do Renda+, o título voltado para poupadores de longo prazo com o objetivo de complementar a aposentadoria do investidor. A fila de novidades será puxada por um título que tem o objetivo de financiar o estudo universitário de jovens no futuro, o Tesouro Educa+, que foi lançado oficialmente nesta terça-feira (1). As novidades do Tesouro Nacional, porém, não param por aí.

Leia mais:
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De acordo com Rogério Ceron, economista e secretário do Tesouro, novos produtos poderão ser utilizados como garantia para baratear crédito, para a aquisição de veículos, para gastos emergenciais ou para caução de aluguel. Eles devem adotar a lógica de um período de acumulação, quando o investidor faz aportes nos títulos, para depois chegar a um momento de recebimento, quando o Tesouro retorna o que foi aportado em parcelas, assim como acontece com o Renda+.

  • Tudo está sendo discutido, diz Ceron sobre tributação de investimentos 

Para Ceron, o conjunto dos novos títulos reforça o caráter de educador financeiro do programa. “No fundo, o Tesouro Direto tem um objetivo muito mais de educação financeira das famílias brasileiras. O meu desejo é atrair crianças para o programa, porque isso vai provocar na família a conscientização sobre o papel de poupar para financiar objetivos. Neste caso, um extremamente nobre, o futuro dos filhos”, diz.

Confira a entrevista exclusiva com o secretário do Tesouro:

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E-Investidor – O Tesouro já divulgou a criação de novos papéis com objetivos específicos: educação, garantia de crédito para financiamentos, aluguel, e emissões sustentáveis. Quando devem ser lançados?

Rogério Ceron – Devemos lançar em agosto, para comercialização, o título voltado para o ciclo educacional. Ele reproduz, em alguma medida, a lógica do Renda+. Ou seja, você vai fazendo investimento, vai acumulando durante um certo período e depois recebe o mesmo valor fixo durante um outro período. No caso do Renda+, como é voltado para aposentadoria, você acumula 10, 15, 20, 30 anos e recebe linearmente em 20 anos depois. Isso dá uma renda fixa para você, corrigida pela inflação.

O título educacional vai de 3 a 18 anos, em termos de acumulação, e depois o recebimento em 5 anos. Esse é o espírito. É uma forma de se preparar para pagar a mensalidade da faculdade ou o custeio do universitário naquele período em que não se consegue se dedicar totalmente ao trabalho ainda por conta dos estudos e precisa de uma renda complementar.

Tem uma série de novidades que vai vir com ele, que a gente vai escalonando. Uma parte vai ser em agosto e a outra provavelmente em outubro, até para coincidir com o mês das crianças, para fomentar investimento coletivo. Ou seja, que o círculo familiar e de amigos possa apoiar a poupança de uma determinada criança.

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O que deve ter de novidade nesses lançamentos?

Gift cards, que você pode dar no aniversário da criança. Simuladores, comparando preços médios de mensalidades de universidades para as pessoas poderem ter uma noção do quanto é necessário poupar para suportar um ciclo universitário. Incentivos para que empresas ofereçam esses produtos como benefícios para os seus colaboradores, ou seja, uma forma de engajamento do colaborador, até como uma medida de responsabilidade social da empresa. Também, apoiar Estados e municípios para fazerem programas de apoio aos alunos de baixa renda da rede pública de ensino.

Isso tudo está desenhado? Já tem detalhes como nome, valor de entrada?

Tem um nome já. Não posso comentar ainda. O ticket mínimo vai ser mantido, de R$ 30. E esse conjunto de coisas nós vamos separar em duas tranches, até para que os pais e as famílias possam começar esse processo de abertura de conta, fazer uma preparação. Num segundo momento, a gente vem com um conjunto grande de novidades para poder escalar e dar muitas possibilidades de utilização de benefícios a partir do programa.

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Estamos tomando cuidado nesse processo porque a ideia é que, ao anunciar, isso já esteja disponível para comercialização. Foi um aprendizado em relação ao Renda+, que quando foi anunciado, com todos os detalhes, ainda levou 30 dias para começar a ser comercializado e as pessoas procuravam o produto nas corretoras e ele não estava disponível. Muitas vezes elas esqueciam, deixavam de ir atrás disso porque não estava disponível.

Há uma estimativa de emissão com esse novo título?

Não tem uma meta de emissão em si. Porque, no fundo, o Tesouro Direto tem um objetivo muito mais de educação financeira das famílias brasileiras. Acreditamos muito nesse produto como algo transformador do ponto de vista social. O meu desejo em ser bem sucedido é atrair número de cadastrados, de crianças que vão estar no programa. Porque isso vai provocar na própria família essa conscientização sobre o papel de poupar para financiamento de alguns objetivos. Neste caso, um extremamente nobre, que é garantir o futuro dos filhos.

O programa tem cerca de 2,2 milhões de investidores ativos e 24,3 milhões no total. Qual o potencial de atingir novos cadastrados com esses títulos?

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Não é fácil falar de metas. Mas o ciclo educacional tem potencial para um milhão de novos cadastros. Falar que eu quero colocar um milhão de novos cadastros de menores de idade no título de ciclo educacional é bastante arrojado. Mas é algo que tem que buscar. Pelo menos centenas de milhares a gente alcança.

E os demais títulos, focados em garantia de crédito para financiamento e aluguel, devem ser lançados quando?

Isso é uma outra vertente de criar funcionalidades, estamos aprimorando para facilitar o acesso a isso, mas depende de um ajuste no sistema, que é feito com o Banco Central (BC). Estamos discutindo nesse momento qual é o prazo de conclusão, mas talvez caia no começo do ano que vem.

E o projeto das emissões sustentáveis, qual é a janela de lançamento?

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Essas são focadas no exterior para um público de pessoa jurídica. São grandes fundos de investimento. É de olho no mercado externo mesmo. Devemos ficar prontos para iniciar a partir de setembro. E aí depende da janela, pode ser em setembro, outubro, novembro, a depender de quando tiver as condições adequadas para fazer essa emissão bem feita. Estamos trabalhando no fechamento do arcabouço desta emissão, que é um documento que baliza o comprometimento em ações sustentáveis por parte de determinado país. Estamos bem avançados.

Essa emissão vai iniciar a inserção brasileira nesse mercado. Provavelmente é a emissão sustentável mais aguardada no mundo em 2023. Todos os investidores globais que olham essa agenda estão aguardando o que virá do Brasil nessa emissão. Vai ter um simbolismo muito grande em vários aspectos, do ponto de vista econômico, ambiental e até geopolítico brasileiro perante o mundo. Estamos bastante otimistas e com uma grande responsabilidade.

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