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Mercado

As 5 empresas de capital aberto mais valiosas do Brasil

Setor financeiro e de commodities têm destaque no ranking

Por Isaac de Oliveira

10/08/2020 | 19:00 Atualização: 19/10/2022 | 15:19

Vale integra o grupo das empresas de capital aberto mais valiosas do Brasil.
Vale integra o grupo das empresas de capital aberto mais valiosas do Brasil.

Três das cinco mais valiosas empresas de capital aberto da América Latina são do Brasil. A Vale, com seus US$ 102 bilhões de valor de mercado, está no topo do ranking e à frente da argentina Mercado Livre, que cotada atualmente em US$ 80 bilhões.

Leia mais:
  • Como ficam os investimentos na Vale após recorde do valor da ação
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  • Do petróleo ao minério de ferro, como será o segundo semestre das commodities
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Na sequência, aparecem Petrobras (US$ 56 bilhões) e o Itaú Unibanco (US$ 46,46 bilhões) em quarto e sexto lugar, respectivamente. A quinta posição da lista ficou com a America Movil (US$ 49,10 bilhões).

As 5 empresas de capital aberto mais valiosas do Brasil

Considerando apenas o mercado brasileiro, além de Vale, Petrobras e Itaú, o top cinco das companhias de maior valor de mercado abarca também a Ambev e o Bradesco. Ou seja, destacam-se os setores financeiro, de commodities e de consumo.

Confira os valores de cada uma delas a seguir:

  • Vale: US$ 102 bilhões
  • Petrobras: 56 bilhões
  • Itaú Unibanco: US$ 46,46 bilhões
  • Ambev: US$ 44,95 bilhões
  • Bradesco: US$ 39,37 bilhões

O superintendente de Research da Ágora Investimentos, Francisco Cataldo, explica que essas companhias são as conhecidas blue chips, de grande reconhecimento dentro e fora do País.

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“São empresas que têm, geralmente, ações negociadas fora do Brasil, e têm uma grande capitalização em função disso”, diz Cataldo.

No caso da Petrobras, Cataldo destaca a expertise da companhia em águas profundas, além das reservas brasileiras que permitem preços competitivos. Sobre a Vale, o benefício está, por exemplo, no alto preço do minério de ferro.

“Considerando o volume de vendas e capacidade produtiva, a Vale deve ter uma geração de fluxo de caixa livre bastante boa, que vai permitir, inclusive, pagar dividendos extraordinários, possivelmente agora no terceiro trimestre”, lembra Cataldo.

Commodities e o dólar

Stefano Spinelli, operador da RB Investimentos, acrescenta que, com o enfraquecimento do dólar, as commodities estão se fortalecendo, principalmente o minério de ferro que beneficia a Vale.

Quanto à Petrobras, segunda do ranking, ele explica que o impacto do consumo na pandemia pode ter afetado os negócios de petróleo.

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“Os contratos futuros de petróleo chegaram a ser negociados em um patamar negativo. Isso nunca tinha sido visto antes. Mas, ainda assim, ela [Petrobras] tem boa perspectiva. Vale também não para de subir já há um tempo”, analisa Spinelli.

Sobre a Ambev, o operador da RB ressalta que a gestão da companhia é bem avaliada no mercado.

Contudo, a redução do consumo no Brasil devido à pandemia teve impacto para a empresa. “É um papel [da Ambev] que não veio tão ruim, mas abaixo das expectativas [após divulgação de balanço]”, considera Spinelli.

Como estão os papéis dos bancos?

Das 20 companhias latinas com maior valor de mercado, 13 são brasileiras. Destas, cinco são bancos: Itaú Unibanco, Bradesco, BTG, Santander e Banco do Brasil. O que mostra a força do setor financeiro no mercado de capitais brasileiro.

O sócio da Acqua Investimentos, Bruno Musa, esclarece que, apesar de estarem enfrentando a concorrência “saudável” das plataformas digitais, os bancos alcançaram o tamanho e importância que têm atualmente na economia devido ao histórico de juros altos e grande concentração bancária.

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Tanto que o setor financeiro têm se destacado no principal índice da bolsa brasileira.

“Se olhar o Ibovespa este ano, o Bradesco tem mais espaço para andar do que o Itaú. Então, muita gente tem colocado o Bradesco como uma recomendação para compra porque teve uma distorção muito grande. Mas ambos continuam sendo extremamente importantes e têm um peso grande no índice”, diz Musa.

O operador da RB Investimentos acrescenta que o risco político é hoje o maior desafio do setor bancário. “Há oportunidades no setor por ele estar um pouco para trás. O risco político deixa o investidor desconfiado de entrar neste tipo de papel. Mas no médio e longo prazo eles devem se valorizar”, confia Spinelli.

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