Os principais mercados acionários operam em alta pelo segundo dia consecutivo, diante do crescente otimismo de que a guerra no Oriente Médio está próxima do fim.
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Os principais mercados acionários operam em alta pelo segundo dia consecutivo, diante do crescente otimismo de que a guerra no Oriente Médio está próxima do fim.
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Donald Trump, por exemplo, afirmou que o conflito pode terminar em duas ou três semanas e sugeriu que o país alcançou grande parte de seus objetivos militares e pode deixar para outras nações a tarefa de reabrir o Estreito de Ormuz – e disse ainda que um acordo com Teerã não era necessário para o fim da guerra.
Para além das Bolsas, o dólar e os rendimentos dos títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano, Treasuries, caem com vigor, enquanto o ouro segue em alta, beneficiado pela retomada de fluxo para o metal precioso.
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Já entre as principais commodities, os contratos futuros do petróleo chegaram a cair, brevemente, abaixo de US$ 100 por barril, enquanto os preços futuros do minério de ferro registram leve ganho de 0,12% na madrugada em Dalian, aos US$ 117,68 por tonelada.
Tal qual na sessão anterior, esse maior apetite por risco global tende a favorecer os ativos domésticos – e, de fato, o EWZ, principal fundo de índice brasileiro em Nova York, subia levemente no pré-mercado.
Ainda assim, com a guerra no Oriente Médio ainda em curso, a Refinaria de Mataripe elevou o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) em 15,3% e a Petrobras reajustou o querosene de aviação em 54,6% a partir de hoje, o que deve provocar receios sobre os rumos da inflação, ao menos no curtíssimo prazo.
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