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Mercado

Exportadoras exigem R$ 19 bi de bancos alegando manipulação cambial

Alegando manipulação no câmbio, a AEB move ação coletiva que reúne Vale, Suzano e outras gigantes

Moeda de 1 real em cima de cédulas de dolar
Real foi uma das moedas que mais desvalorizaram frente ao dólar em 2020. (Foto: Shutterstock)
  • De acordo com relatório da Associação, as exportadoras brasileiras tiveram prejuízo de R$ 107,4 bilhões de reais com a suposta manipulação de moedas por bancos
  • As principais companhias exportadoras do Brasil estão exigindo R$ 19 bilhões de reais de 19 bancos em uma ação coletiva que os acusa de manipular as taxas de câmbio

As principais companhias exportadoras do Brasil, incluindo Vale SA (VALE3) e Suzano SA (SUZB3), estão exigindo R$ 19 bilhões de reais de 19 bancos em uma ação coletiva que os acusa de manipular as taxas de câmbio. Os dados da Associação de Comércio Exterior (AEB) foram divulgados pelo jornal Valor Econômico.

De acordo com relatório da Associação, as exportadoras brasileiras tiveram prejuízo de R$ 107,4 bilhões de reais com a suposta manipulação de moedas por bancos. O cálculo da compensação da AEB levou em consideração que a associação representa 20% dos exportadores brasileiros.

Entre os bancos incluídos na ação coletiva estão HSBC, adquirido pelo Banco Bradesco SA (BBDC3), com indenização calculada de R$ 4,69 bilhões, Itaú Unibanco Holding SA (ITUB4), com indenização de R$ 4,30 bilhões e Banco Santander Brasil SA (SANB11), com cálculo de R$ 3,83 bilhões, segundo relatório da AEB. Outros bancos acusados são Citigroup (CTGP34) e BNP Paribas (EPA: BNP).

Segundo a agência de notícias Reuters, o Citi não quis comentar, acrescentando que a conduta está em conformidade com as regras. O Santander afirmou que ainda não tem conhecimento da ação coletiva, enquanto o Itaú disse que contestará as acusações.

A compensação exigida pelos exportadores brasileiros é outro desenvolvimento de um escândalo cambial global, que gerou bilhões de dólares em multas para bancos em todo o mundo. As alegações de manipulação generalizada no mercado de câmbio à vista foram relatadas pela primeira vez em 2013.

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