• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Os alimentos que ficaram mais caros e baratos no primeiro semestre de 2023

No topo da lista dos mais caros, está o morango. Já na lista dos mais baratos, o limão é o top 1

Por Rebecca Crepaldi

18/07/2023 | 15:00 Atualização: 18/07/2023 | 15:49

Os preços de algumas frutas, verduras e legumes seguem aumentando nos supermercados. Foto: Envato Elements
Os preços de algumas frutas, verduras e legumes seguem aumentando nos supermercados. Foto: Envato Elements

Mesmo com o recuo da inflação em junho, quando o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou uma queda de 0,08% – o menor resultado para o mês desde 2017 – alguns alimentos seguem o caminho contrário e dispararam quase 80% no primeiro semestre de 2023, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Leia mais:
  • PIB vai fechar o ano em alta? 9 corretoras respondem
  • Veja a aposta de 12 corretoras para as ações que podem deslanchar na Bolsa
  • Com a reforma tributária, ainda vale comprar produtos nos EUA?
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O campeão da lista é o morango, que ficou 79,62% mais caro na média brasileira. Em segundo lugar, vem a cenoura, que teve um aumento médio no preço de 64,19% – mas, em algumas capitais, como Belo Horizonte, inflacionou mais de 89%.

Na outra ponta, em primeiro lugar como o item que mais barateou está o limão, com uma queda de -44,05%. Quase encostada na fruta, a cebola aparece como o segundo alimento mais barato, com recuo de -43,46% na média brasileira, chegando, em Porto Alegre, a uma redução do custo de -51,34% no primeiro semestre.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Apesar desses itens terem disparado no semestre, alguns dos subgrupos apresentaram deflação, como: tubérculos, raízes e legumes (-7,88%) e frutas (-0,92%). Já bebidas e infusões (2,55%) e hortaliças e verduras (18,21%) subiram. No grupo geral de alimentação e bebida, a inflação acumulada dos seis primeiros meses está em 1,02%.

Abril foi o mês com maior inflação dos alimentos

No primeiro semestre de 2023, vemos dois destaques: abril, com a maior inflação mensal (0,71%) no grupo de alimentos e bebidas; e junho, com a menor (-0,66%). Para Rica Mello, economista, o que motivou os registros de alta e baixa é uma somatória de três fatores: o clima, o alto preço do dólar até abril, que afetou a cadeia, e a Guerra da Ucrânia e Rússia.

“Até o mês de abril, o tempo não estava tão favorável e o dólar ainda estava com valores um pouco mais elevados. A partir de maio, a pressão de preços internacionais começou a reduzir. Além disso, aos poucos, os fornecedores de alimentos ao redor do mundo conseguiram se adequar à Guerra da Ucrânia e da Rússia”, afirma.

Nesse movimento pós-abril, segundo Mello, os fertilizantes, os insumos e os combustíveis, caíram de preço. “Então todo o entorno do alimento foi caindo de preço. E a safra brasileira também tem um potencial muito grande, a oferta é maior do que se imaginava e o custo do alimento foi caindo em todo mundo, além do dólar. Tudo isso fez que, a partir de maio, os alimentos começassem a cair mais rapidamente”, destaca.

Confira os alimentos que mais subiram

André Yano, sócio da WIT Invest, explica que, de acordo com produtores rurais consultados, as altas são reflexos da baixa oferta e alta demanda. Segundo ele, esses alimentos são mais difíceis de serem produzidos em larga escala, principalmente em momentos de climas frios. “As geadas, por exemplo, afetam a couve. Brócolis também”, comenta.

Confira os alimentos que mais caíram

Em relação às baixas nos preços, Yano destaca o óleo de soja. “Este produto está muito relacionado a parte de commodities. A soja caiu e isso acabou influenciando a queda do preço do produto”, exemplifica. Já para a banana, ele também cita a alta produção, que consegue atender a demanda.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • alimentos
  • alimentos caros
  • Conteúdo E-Investidor
  • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)
  • Inflação
Cotações
30/01/2026 10h00 (delay 15min)
Câmbio
30/01/2026 10h00 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Selic a 15%: como investir em juros altos sem travar a carteira no curto prazo

  • 2

    Ibovespa hoje renova recorde em dia de decisão de juros no Brasil e nos EUA

  • 3

    Ibovespa bate recordes em 2026 com entrada de capital gringo; movimento deve continuar?

  • 4

    Do Black aos mais exclusivos: como funcionam os cartões para alta e altíssima renda

  • 5

    "Banco do Brasil é sólido. Só está passando por um período difícil", diz Inter Asset

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: quem pode participar do programa?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: quem pode participar do programa?
Imagem principal sobre o Aposentadoria: como fica a regra dos pontos para servidoras públicas em 2026?
Logo E-Investidor
Aposentadoria: como fica a regra dos pontos para servidoras públicas em 2026?
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: passo a passo para se inscrever no programa
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: passo a passo para se inscrever no programa
Imagem principal sobre o Aposentadoria: como fica a regra dos pontos para professoras em 2026?
Logo E-Investidor
Aposentadoria: como fica a regra dos pontos para professoras em 2026?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (29)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (29)?
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: o que é preciso para manter a bolsa?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: o que é preciso para manter a bolsa?
Imagem principal sobre o 5 requisitos que você precisa cumprir se quiser antecipar o saque-aniversário do FGTS
Logo E-Investidor
5 requisitos que você precisa cumprir se quiser antecipar o saque-aniversário do FGTS
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: veja o calendário completo
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: veja o calendário completo
Últimas: Mercado
Mercados globais operam cautelosos com indicação de novo nome para banco central dos EUA
CONTEÚDO PATROCINADO

Mercados globais operam cautelosos com indicação de novo nome para banco central dos EUA

Patrocinado por
Ágora Investimentos
Ibovespa hoje acompanha desemprego no Brasil e decisão de Trump sobre sucessão no Fed
Mercado
Ibovespa hoje acompanha desemprego no Brasil e decisão de Trump sobre sucessão no Fed

A cautela no exterior deve contagiar os ativos locais em meio à fraqueza das commodities. Veja o que esperar do Ibovespa hoje (30)

30/01/2026 | 04h30 | Por Camilly Rosaboni
Ibovespa hoje: Prio (PRIO3) e B3 (B3SA3) lideram altas; Metalúrgica Gerdau (GOAU4) cai 5%
Mercado
Ibovespa hoje: Prio (PRIO3) e B3 (B3SA3) lideram altas; Metalúrgica Gerdau (GOAU4) cai 5%

Índice da B3 recuou após bater máxima histórica, sentido impacto do tom majoritariamente negativo de NY

29/01/2026 | 19h01 | Por Beatriz Rocha
Rede D’Or (RDOR3) e Mater Dei (MATD3) continuam bem-posicionadas para crescimento, afima Santander
Mercado
Rede D’Or (RDOR3) e Mater Dei (MATD3) continuam bem-posicionadas para crescimento, afima Santander

De acordo com relatório, a demanda permanecerá alta por um aumento no número de membros de planos de saúde privados e população envelhecendo

29/01/2026 | 17h00 | Por Wilian Miron

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador