• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Spiti: “A demanda pela democratização do BDR ficou gritante com a pandemia”

A especialista de investimentos globais explica os benefícios para pequenos investidores

Por Isaac de Oliveira

13/08/2020 | 12:36 Atualização: 03/12/2020 | 8:10

Francine Balbina, analista de investimentos globais  da Spiti, casa de análise independente (Foto: Divulgação Spiti)
Francine Balbina, analista de investimentos globais da Spiti, casa de análise independente (Foto: Divulgação Spiti)

O mercado de capitais brasileiro vibrou com o anúncio da tão aguardada atualização das regras dos BDRs, os Brazilian Depositary Receipts, feita pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A expectativa agora é uma expansão da oferta de novos produtos, que deve beneficiar os pequenos investidores no País.

Leia mais:
  • Novas regras de BDR conectam investidor a Apple e Amazon; entenda o que mudou
  • Como investir em Google, Amazon, Apple, Tesla, Microsoft, Facebook e Netflix
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O E-investidor ouviu a especialista de investimentos globais Francine Balbina, da Spiti, casa de análise independente, sobre as mudanças feitas pelo órgão regulador após meses de discussão e uma audiência pública movimentada, que durou de meados de dezembro de 2019 até o fim de fevereiro de 2020.

“Já era uma demanda do mercado e ficou ainda mais gritante com a pandemia”, destaca Balbina.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Os BDRs consistem em lastros de valores mobiliários de outros países. Esses títulos são como certificados que “espelham” ações ou fundos de índices (ETFs) negociados no exterior, por exemplo. Ou seja, eles evitam a obrigatoriedade de possuir conta em corretoras estrangeiras para ter acesso aos papéis de grandes companhias internacionais.

O problema é que eles só estavam disponíveis para investidores qualificados, com alguma certificação ou no mínimo R$ 1 milhão em patrimônio investido. Com as novas regras da CVM, a partir de 1º de setembro, as pessoas físicas também terão o direito de acessar esses produtos.

A democratização dos BDRs também ajuda a concretizar a máxima levantada por qualquer fonte que acompanha o mercado de investimentos, que é a diversificação de portfólios. Afinal, ter uma carteira plural depende de opções de escolhas, ainda mais em um período de crise, que derrubou os juros e a rentabilidade de muitos investimentos utilizados pelo investidor comum, como a renda fixa e a poupança.

Confira a seguir a entrevista com a especialista da Spiti, que tira as principais dúvidas sobre essa modalidade de investimentos.

Publicidade

E-Investidor: Quem ganha como a nova regra dos BDRs?

Francine Balbina: O investidor de varejo ganha muito com isso porque está abrindo um novo caminho para esse investidor comum acessar outros setores, outros mercados e outras regiões para diversificar a carteira.

O pequeno investidor não podia comprar BDR e alocar em fundos que invistam 100% no exterior. Ele ficava excluído de um setor, como o de tecnologia, que a gente não tem [com grande peso] na nossa bolsa. Para ter acesso e investir em empresas estrangeiras, o investidor precisa abrir uma conta fora do País. O problema é que isso gera uma dificuldade tributária.

O mercado aguardava muito por isso?

Publicidade

Já era uma demanda do mercado e ficou ainda mais gritante com a pandemia. Nossa bolsa é [formada em maior parte pelos setores de] commodity e financeiro. A gente viu, inclusive, a criação de vários produtos, fundos de investimentos com foco em tecnologia, porque existe essa demando do investidor.

O que muda com as novas regras?

Abre caminho para uma gama maior de produtos, como a listagem de mais ETFs, que são fundos de índices. Na B3, são cerca de 20 – no exterior, mais de sete mil. Nos Estados Unidos, por exemplo, são mais de 3 mil. Agora se dá acesso ao exterior pelo varejo e evita que um número grande de investidores abram contas em corretoras estrangeiras para investir em um mercado diferente.

Quais serão os custos para os investidores?

Publicidade

Os BDRs são negociados na bolsa. Algumas corretoras cobram taxa de custódia, outras cobram taxa de corretagem. No caso dos BDRs, além esses players há os patrocinadores, que trazem esse produto para o Brasil. Isso significa que cada um dentro dessa estrutura vai cobrar o seu preço. É por esse motivo que muitos BDRs são caros no País.

Precisamos aguardar e ver como as taxas serão cobradas. Olhando o mercado financeiro brasileiro pelo número de investidores na bolsa e nas corretoras, com certeza vai existir uma pressão por redução de taxa.

O mercado brasileiro terá mais liquidez?

Eu não diria mais liquidez, porque os BDRs são certificados dessas ações. A pessoa física não pode pegar um dividendo da Apple e achar que o dividendo do BDR será igual. Você não está comprando a ação, mas um certificado.

Publicidade

Como investir nesses produtos?

Você compra BDR da mesma forma que compra uma ação. Basta entrar no home broker [a plataforma] da sua instituição financeira, colocar a sigla do título e comprar o BDR como se estivesse comprando uma ação de qualquer companhia listada. O investidor vai comprar uma BDR de Apple como se fosse uma ação da Petrobras, por exemplo.

E o que muda na rentabilidade do investimento?

A rentabilidade é menor porque será diluída de acordo com esse certificado. Não dá para comparar quem abre uma conta em uma corretora norte-americana e compra uma ação de Amazon, com quem compra uma BDR da Amazon aqui na B3. O investidor não vai ter o mesmo valor de dividendo.

Publicidade

Qual é a vantagem então de investir no BDR se a rentabilidade é menor?

O benefício de comprar através da B3 é que o investidor não precisa se dar ao trabalho de abrir uma conta em uma corretora estrangeira. Não são todas que abrem conta para não residentes. Além disso, há questões tributárias para declarar. Dividendo é tributado nos Estados Unidos em 30% e aqui não é dessa forma. A vantagem é ter todas essas questões de facilidade de acesso, de respaldo do regulador local e de tributação que não teria se abrisse uma conta no exterior.

E-Investidor · O que são e como comprar BDRs?

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • b3sa3
Cotações
18/02/2026 15h49 (delay 15min)
Câmbio
18/02/2026 15h49 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Como comprar dólar e pagar menos no exterior: os melhores apps e contas globais para viajar em 2026

  • 2

    Queremos cobrar menos por assinatura e aproximar o investidor, diz CEO da Empiricus

  • 3

    Carnaval: bancos têm modo de proteção para golpes; veja como ativar nos apps

  • 4

    BC decreta liquidação do Banco Pleno, de ex-sócio do Master; veja o que fazer se você tem CDB ou dinheiro na instituição

  • 5

    Do glitter ao hotel: ficou mais caro curtir o carnaval este ano?

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o IPVA 2026 Ceará: é possível ter desconto no pagamento?
Logo E-Investidor
IPVA 2026 Ceará: é possível ter desconto no pagamento?
Imagem principal sobre o IPVA 2026 Ceará: veja o calendário de vencimento das cinco parcelas
Logo E-Investidor
IPVA 2026 Ceará: veja o calendário de vencimento das cinco parcelas
Imagem principal sobre o Saque FGTS: veja 3 documentos necessários para o trabalhador avulso
Logo E-Investidor
Saque FGTS: veja 3 documentos necessários para o trabalhador avulso
Imagem principal sobre o Imposto de Renda MEI: onde consultar o recibo após a entrega da DASN?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda MEI: onde consultar o recibo após a entrega da DASN?
Imagem principal sobre o IPVA 2026 Bahia: como efetuar o pagamento?
Logo E-Investidor
IPVA 2026 Bahia: como efetuar o pagamento?
Imagem principal sobre o IPVA 2026 Bahia: veja o calendário de vencimento das parcelas
Logo E-Investidor
IPVA 2026 Bahia: veja o calendário de vencimento das parcelas
Imagem principal sobre o Imposto de Renda MEI: como fazer a declaração de 2026?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda MEI: como fazer a declaração de 2026?
Imagem principal sobre o Tele Sena de Carnaval 2026: campanha premiará até R$ 4,7 milhões
Logo E-Investidor
Tele Sena de Carnaval 2026: campanha premiará até R$ 4,7 milhões
Últimas:
Balanço da Caixa Seguridade deve vir em linha com as projeções, mas analistas veem queda das ações, diz Citi; veja motivos
Tempo Real
Balanço da Caixa Seguridade deve vir em linha com as projeções, mas analistas veem queda das ações, diz Citi; veja motivos

Banco americano destaca o ramo de hipotecas como principal motor de crescimento, com avanço de 9% em relação ao 4T24

18/02/2026 | 15h36 | Por Camila Vech
Inflação recua e Selic permanece em 12,25% no fim de 2026, projeta Focus
Tempo Real
Inflação recua e Selic permanece em 12,25% no fim de 2026, projeta Focus

Relatório Focus mostra quarta queda seguida da inflação em 12 meses; mercado mantém projeção da Selic em 12,25% no fim de 2026 e estabilidade para PIB e câmbio.

18/02/2026 | 15h30 | Por Marianna Gualter e Jean Mendes
O corte da Selic esperado pelos bancos em março e como ficam os juros no fim de 2026, segundo pesquisa da Febraban
Tempo Real
O corte da Selic esperado pelos bancos em março e como ficam os juros no fim de 2026, segundo pesquisa da Febraban

Pesquisa da Febraban mostra que maioria das instituições aposta no início do ciclo de flexibilização já na próxima reunião do Copom

18/02/2026 | 14h48 | Por Ana Machado
FGC já pagou R$ 37,2 bilhões a credores do Master e avança em ressarcimento do Will Bank
Tempo Real
FGC já pagou R$ 37,2 bilhões a credores do Master e avança em ressarcimento do Will Bank

Fundo quitou 92% das garantias estimadas do conglomerado Master e iniciou antecipações para clientes do Will; caso do Banco Pleno ainda depende de liquidante

18/02/2026 | 14h43 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador