A percepção de aumento de risco fiscal no cenário doméstico foi o maior gatilho para o desempenho pífio do índice. De acordo com projeções da Instituição Fiscal Independente (IFI), o Governo terá um déficit primário de R$ 102,9 bilhões em 2025 e R$ 107,8 bilhões em 2026, em um “desequilíbrio estrutural” das contas públicas e da dívida pública, conforme relatório publicado pelo órgão.
“O mercado já esperava uma proposta parecida com a que foi apresentada, mas com esperança de que viesse algo maior e melhor. Só que o anúncio da isenção do IR foi um balde de água fria”, afirma Jeff Patzlaff, especialista em mercado de capitais e Planejador Financeiro CFP®️.
Esse conjunto de incertezas para o ano que vem faz com que analistas concentrem as recomendações em ações de empresas historicamente resilientes aos solavancos econômicos. “Empresas maduras, como as companhias elétricas e o setor financeiro no Brasil, podem ser consideradas como um local seguro para investir em 2025″, afirma Alexandre Pletes, head de renda variável da Faz Capital.
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