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Mercado

Banco do Brasil (BBAS3) é “melhor que o Itaú”, diz CFO da estatal, ao prometer dividendos

Mercado se preocupa com inadimplência do agronegócio e ação cai na Bolsa nesta quinta-feira; confira

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Por Bruno Andrade

20/02/2025 | 15:03 Atualização: 20/02/2025 | 16:48

Executivos do Banco do Brasil falaram sobre os dividendos do banco e da inadimplência do agronegócio (Foto: Nilton Fukuda/Banco do Brasil)
Executivos do Banco do Brasil falaram sobre os dividendos do banco e da inadimplência do agronegócio (Foto: Nilton Fukuda/Banco do Brasil)

Após reportar um balanço considerado fraco e poluído pela inadimplência do agronegócio no quarto trimestre de 2024, os analistas do mercado passaram a mostrar preocupação com o Banco do Brasil (BBAS3) e deixaram claro uma certa preferência pelas ações do Itaú (ITUB3; ITUB4). No entanto, o vice-presidente financeiro do banco (CFO), Marco Geovanne Tobias, disse que o Banco do Brasil é “muito melhor que o Itaú” por conta da entrega de dividendos e da capacidade de atuar em mercados que os pares privados não trabalham, como o agronegócio.

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“Eu não sou o Itaú, eu sou muito melhor que o Itaú. Temos recomendação de compra na maioria dos analistas e estamos entre os favoritos dos analistas para os dividendos. Temos o melhor balanço patrimonial, melhor dividend yield (rendimento de dividendos) e o mercado desconta nossa ação por causa desse risco de político, que em minha visão não passa de um preconceito”, disse Tobias, ao responder aos questionamentos do E-Investidor.

A fala surgiu após o CFO comentar qual seria a estratégia do banco para rever uma visão pessimista do mercado sobre o balanço do banco. Por volta das 15h, as ações BBAS3 recuavam 2,36%, a R$ 28,18. Ontem, o Banco reportou lucro líquido de R$ 9,58 bilhões no quarto trimestre de 2024, um aumento de 1,5% em relação ao mesmo período de 2023. Embora o resultado aparente ser positivo pelo lucro bilionário, o mercado está preocupado com a inadimplência.

Inadimplência no Banco do Brasil preocupa o mercado

A inadimplência do Banco do Brasil encerrou o quarto trimestre de 2024 em 3,3%, alta de 0,4 ponto porcentual na comparação com o mesmo período do ano passado. O principal fator que puxou o indicador para cima veio do agronegócio. No fim do quarto trimestre de 2024, a inadimplência do agronegócio da empresa  era de 2,45%, alta de 1,49 ponto porcentual na comparação com a inadimplência de 0,96% no quarto trimestre de 2023.

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Para analistas do mercado financeiro, os números são preocupantes. A XP Investimentos fala em deterioração dos resultados futuros. Eles relatam que o BB reduziu as projeções para o crescimento da carteira de crédito e registrou uma queda significativa nos índices de capital e abriu espaço para reduzir o payout (porcentual do lucro a ser pago em dividendos).

“No entanto, em 2025, o banco enfrentará mais um obstáculo em seus índices de capital devido à incorporação da Resolução CMN 4.966, que impactará o patrimônio líquido em aproximadamente R$ 10 bilhões. Apesar de indicar uma recuperação orgânica ao longo de 2025, o banco demonstrou maior cautela, sinalizando uma redução do payout para um intervalo de 40 a 45% (anteriormente 45%)”, argumentam Bernardo Guttmann, Matheus Guimarães, Rafael Nobre, que assinam o relatório da XP.

Impactos no patrimônio líquido do BB

Para os analistas do Citi, o Banco do Brasil possui “desafios relevantes” à frente, considerando os impactos da Resolução 4.966 do Conselho Monetário Nacional (CMN) sobre o patrimônio líquido. Conforme o BB, os impactos podem chegar a 5,3%, sendo 4,6% devido ao aumento das perdas esperadas com instrumentos financeiros e 0,7% com empresas controladas. “De acordo com nosso cálculo, o CET1 (indicador de liquidez do banco) deve ser impactado negativamente em 75 pontos-base (integral), ou aproximadamente 20 bps no primeiro ano”, observam os analistas Gustavo Schroden, Arnon Shirazi e Brian Flores, em relatório.

Segundo informações do Broadcast, o Citi tem recomendação neutra para as ações do Banco do Brasil, com preço-alvo de R$ 26, uma queda de 9,9% para BBSA3 em relação ao fechamento de quarta-feira (19), quando a ação encerrou o pregão a R$ 28,86.

Em resposta a essa projeção pessimista do Citi de queda de BBSA3, o CFO do BB disse que o banco é um dos preferidos pelos investidores pessoas físicas e está bem avaliado pela maioria dos analistas. “Temos recomendação de compra na maioria deles, não queremos agradar a todos. Uns olham o copo meio cheio e outros olham o copo meio vazio”, afirma Tobias.

Como ficam os dividendos do Banco do Brasil?

Em relação ao payout de dividendos, o CFO do banco disse que está mirando a faixa alta da projeção, de 45% do lucro. Ele comenta, no entanto, que o banco deve fazer ajustes ao longo do ano devido à nova norma do CMN, que deve exigir mais uso do próprio capital. Ele ainda afirma que prefere entregar esse payout para ter mais flexibilidade para o pagamento de dividendos do Banco Brasil, com base nos fatos que ocorrerem no ano. “Queremos essa flexibilidade para no fim do ano entregarmos a faixa alta de 45%”, disse Tobias.

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Analistas do mercado financeiro não enxergam a postura como benéfica para a empresa, mas ainda assim, a perspectiva é positiva para os dividendos, principalmente pelo fato de o papel estar descontado, o que acaba elevando dividend yield. Milton Rablelo, analista da VG Ressearch, estima que o dividend yield do Banco do Brasil deve ficar em 11% em 2025. Os analistas do Bradesco BBI e da Ágora Investimentos esperam rendimento em dividendos de 10% para este ano. E a equipe do BTG Pactual estima rendimento em proventos de 10,9%.

“Pelo quarto ano consecutivo, reafirmamos nossa visão positiva sobre as ações do BB. Acreditamos que o quarto trimestre de 2024 foi melhor do que temíamos, mas a orientação do resultado de 2025, o payout e o impacto maior do que o esperado da resolução do CMN ficaram um pouco aquém de nossas expectativas”, dizem Eduardo Rosman, Ricardo Buchpiguel e Thiago Paura, que assinam o relatório do BTG.

O que o Banco do Brasil vai fazer agora?

Em relação à inadimplência do agronegócio, a presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, comentou que a expectativa é que os indicadores do setor devem se acomodar ao longo do ano. Questionada pelo E-Investidor sobre quando ou que momento vai ocorrer, ela preferiu não dar um prazo específico, mas disse que os números vão melhorar ao longo de 2025. “Para 2025, temos uma previsão melhor para o agronegócio. A gente trabalha para que esse risco de crédito se acomode ao longo do ano. Essa carteira alcançou R$ 400 bilhões até o momento. E esperamos uma recuperação com a safra recorde”, aponta Medeiros.

Entre as projeções (guidance) para 2025, os analistas dizem que os números estão dentro do esperado, com todo o setor bancário estimando um 2025 conservador e desafiador. No entanto, o banco aponta um crescimento da carteira de crédito das pessoas físicas entre 7% e 11%. Questionados sobre se a empresa não está preocupada com o risco da pessoa física em meio ao ciclo de alta de juros, os executivos disseram que o Banco do Brasil deve focar em produtos com menores riscos, como o empréstimo consignado.

“Temos um guidance bastante ambicioso, mas temos foco em ter cuidado com o risco. Se sou líder no mercado do consignado público, também posso aumentar minha participação no consignado do setor privado. O mercado tinha barreira de entrada com as empresas privadas, nós estamos entrando nisso. Esse será nosso foco. Temos um oceano azul para poder trabalhar”, argumentou o vice-presidente de controle de negócios, Felipe Prince.

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Em linhas gerais, os analistas mostram preocupação com o banco e preferem o Itaú, mas a maioria está otimista com o papel BBAS3. O BTG tem recomendação de compra com preço-alvo de R$ 35 para o fim de 2025, alta de 21,3% na comparação com o fechamento de quarta-feira (19). A XP Investimentos, que também mostrou preocupações, recomenda compra com preço-alvo de R$ 37,00, alta de 31,72% em relação ao fechamento de quarta-feira. A Ágora Investimentos tem recomendação neutra com preço-alvo de R$ 32,00, crescimento de 10,9%. Já o Citi é o mais pessimista, com preço-alvo de R$ 26, queda de 9,9%, para as ações do Banco do Brasil (BBAS3).

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