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Em semana tensa, Gol (GOLL4), CVC (CVCB3) e Azul (AZUL4) tiveram os piores desempenhos da na Bolsa

Os três papéis registraram as maiores quedas na B3 na semana de 26 a 30 de outubro

Por Thiago Lasco

30/10/2020 | 20:03 Atualização: 03/12/2020 | 11:15

Foto: Sergio Moraes/Reuters
Foto: Sergio Moraes/Reuters

O Ibovespa entregou o que ainda tinha de ganhos no mês na última sessão de outubro, ao fechar em baixa de 2,72%, aos 93.952,40 pontos, acumulando perda de 7,22% na semana, o pior desempenho desde o tombo de 18,88% entre 16 e 20 de março, o intervalo que precedeu o início da quarentena e que se mantém, até aqui, como o ponto mais baixo da pandemia, com o Ibovespa a 67.069,36 pontos.

Leia mais:
  • Como será o turismo no pós-crise, de acordo com a CVC
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Com as perdas acumuladas em cinco das últimas seis sessões, o índice da B3 passou de ganho de 7,73% até o fechamento da quinta passada para uma baixa de 0,69% em outubro, após recuos de 4,80% em setembro e de 3,44% em agosto. No ano, a retração volta agora a 18,76%.

“Esta guinada para baixo nas últimas sessões reflete a necessidade de se colocar na planilhas a segunda onda de covid-19”, aponta Gustavo Cruz, estrategista da RB Investimentos.

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Esse cenário perdia força em agosto, mas, com as novas medidas de distanciamento social adotadas nesta semana em grandes economias europeias, como a alemã e a francesa, por fim, a queda se materializou.

O prolongamento da pandemia, cortando a recuperação que vinha em curso no hemisfério norte, é algo que não tem como deixar de voltar a ser colocado no preço dos ativos, observa Cruz. “A vacina, quando de fato vier, será uma baita notícia, e aí sim a resposta do mercado tende a ser forte.”

Até lá, o investidor com exposição a risco precisa se sentir confortável com a elevada volatilidade, que acaba oferecendo oportunidades de entrada, especialmente para os que mantêm perspectiva de longo prazo.

No curto prazo, o estrategista considera que, a depender do desenlace da eleição americana e de como será definido o auxílio à renda a partir de 2021, uma nova rodada de aversão a risco, como a de setembro, pode vir a se impor, após o Ibovespa ter chegado a mostrar bom desempenho em outubro, com os balanços do terceiro trimestre.

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Praticamente todas as ações listadas no índice Bovespa, com exceção de três, fecharam a semana no vermelho. Mas Gol (GOLL4), CVC (CVCB3) e Azul (AZUL4) foram as mais castigadas. Confira o que prejudicou o desempenho delas.

Gol (GOLL4): -20,08%, R$ 15,80
CVC (CVCB3): -18,45%, R$ 12,29
Azul (AZUL4): -16,42%, R$ 22,70

As empresas relacionadas ao turismo foram as maiores vítimas do pânico generalizado que se instalou nos mercados internacionais nesta semana. O avanço dos novos casos de covid-19 na Europa e nos Estados Unidos começou a derrubar os papéis de Gol, CVC e Azul já na segunda-feira (26), fazendo crescer um movimento de aversão ao risco.

Na quarta (28), a situação se agravou quando países como Alemanha e França anunciaram a volta das medidas de restrição de circulação de pessoas. Os dois países determinaram o fechamento de lojas e restaurantes, entre outras providências, até o início de dezembro, enquanto a Itália verificou um novo recorde no número de infecções diárias.

Os investidores temem que mais países da Europa anunciem bloqueios, podendo afetar viagens e retardar ainda mais a retomada das operações nos aeroportos e no turismo. Com isso, a reação natural dos mercados, no Brasil e no exterior, é de fuga das ações ligadas ao setor.

“Todo mundo está saindo do risco. Estamos em um momento de tirar risco da mesa. Quem perde são os papéis de empresas que sofrem com as preocupações do mercado (consumidor) mais tempo fechado”, afirma Jorge Junqueira, sócio-gestor da Gauss Capital.

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*Com Estadão Conteúdo

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