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Tarifas de Trump derrubam mais uma vez bolsas de NY. Até quando vai o estresse dos investidores?

Os índices acionários de Wall Street encerraram mais uma sessão com perdas após novos atritos de Trump com o Canadá

Por Daniel Rocha

11/03/2025 | 18:05 Atualização: 12/03/2025 | 13:57

(Foto: Adobe Stock)
(Foto: Adobe Stock)

A decisão da Ucrânia em concordar com o plano de cessar-fogo imediato de 30 dias e a suspensão da província canadense de Ontário sobre as taxas de 25% da energia vendida para os EUA ajudaram a minimizar a sangria das bolsas de Nova York nesta terça-feira (11). O índice Nasdaq, por exemplo, quase encerrou a sessão no campo positivo: nos minutos finais do pregão voltou a cair e fechou o dia com uma desvalorização de 0,18%, aos 17.436,10 pontos. Os índices S&P 500 e Down Jones foram na mesma direção e encerraram com perdas de 0,81% e 1,14%, respectivamente.

Leia mais:
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O desempenho dos principais índices acionários de Wall Street espelham mais uma vez o estresse dos mercados com a forma como o presidente americano, Donald Trump, conduz a sua política de tarifária. Pela manhã, o chefe da Casa Branca disse, em uma publicação na rede social Truth Social, que iria dobrar as alíquotas de importação sobre o aço e alumínio vindos do Canadá. A medida era uma resposta à decisão da província canadense de Ontário que aplicou um imposto de 25% sobre as exportações de eletricidades para os EUA.

A retaliação durou por poucas horas. Segundo informações do Broadcast, o primeiro-ministro da província canadense de Ontário, Doug Ford, suspendeu a medida após uma conversa com o secretário do comércio americano, Howard Lutnick, na tarde de hoje. Essa imprevisibilidade, além de elevar a tensão comercial entre os países, que também inclui o México e China, eleva a preocupação dos analistas com os rumos da maior economia do mundo. Para eles, as novas alíquotas podem pressionar a inflação dos EUA e, como consequência, desencadear uma recessão econômica nos próximos meses.

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A Tesla subiu 3,8%, após a gigante dos veículos elétricos cair 15% enquanto os investidores consideravam a possibilidade de recessão nos EUA e um analista de Wall Street reduzia a sua previsão para as entregas da empresa no primeiro trimestre.

Nesta terça-feira, o presidente dos EUA, Donald Trump, apareceu ao lado do CEO da empresa, Elon Musk, após dizer que pretende comprar um veículo da Tesla, em sinal de apoio ao dono da montadora.

As ações da Nucor subiram 2,5% e a da Alcoa ganharam 3,13% depois que o presidente dos EUA disse que as tarifas sobre aço e alumínio entrariam em vigor na quarta-feira, depois que o Canadá retaliou as tarifas anteriores com impostos mais altos sobre a eletricidade enviada aos EUA.

Nesta terça-feira, contudo, Ontário anunciou a suspensão da sobretaxa de eletricidade. A Delta despencou 7,25%, após cortar projeções. Já a Southwest subiu 8,3% em meio a notícias de pretende começar a cobrar por despacho de bagagem. As ações da Alibaba listadas em NY ganharam 4,9%. O Citigroup elevou as ações chinesas a “overweight” e reduziu a exposição ao EUA em realocação global. Em dia de agenda esvaziada, investidores aguardavam a divulgação do índice de preços ao consumidor de fevereiro (CPI, na sigla em inglês), amanhã, que pode ajudar a balizar expectativas para a política monetária nos EUA.

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“A bolsa, que experimentou euforia após a vitória de Trump, devolveu os ganhos desde a posse. O “Índice do Medo” atingiu o nível mais alto desde dezembro, e o indicador “Fear and Greed” da CNN passou de “ganância” em novembro para “medo extremo” recentemente, em níveis não vistos desde agosto”, diz Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad. O temor dos mercados não tem intimidado a Casa Branca. No último domingo (9), em entrevista ao canal Fox News, Trump afirmou que tinha o dever “de construir um país forte” e, por isso, não teria tempo “para prestar atenção no mercado”.

Dado a nova conduta do governo, Marcelo Cabral, CEO da gestora Stratton Capital, acredita que os investidores devem continuar buscando proteção, enquanto os efeitos positivos da gestão de Trump, como corte de impostos e maior desregulamentação, não aparecem. “Esperamos que os próximos 3 a 6 meses sejam de alta volatilidade com tendência de queda. Os efeitos negativos da politica do novo governo vão se manifestar antes dos efeitos positivos”, diz o especialista. “A queda é uma oportunidade de compra, especialmente em inteligência artificial (IA)”, acrescenta.

Com informações doBroadcast

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