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Fed mantém juros nos EUA e reconhece incerteza gerada pela guerra no Oriente Médio

Banco Central americano disse que próximas decisões de juros dependem do que acontecer no conflito, que impacta diretamente a inflação global; taxa permanece entre 3,50% e 3,75%

Por Luíza Lanza

18/03/2026 | 16:39 Atualização: 18/03/2026 | 16:44

Federal Reserve (Fed). (Imagem: Adobe Stock)
Federal Reserve (Fed). (Imagem: Adobe Stock)

O Federal Reserve (Fed), o Banco Central dos Estados Unidos, decidiu manter a taxa de juros do país inalterada no intervalo entre 3,5% e 3,75% ao ano em reunião realizada nesta quarta-feira (18). A decisão, amplamente esperada, segue o consenso de mercado, mais cauteloso após a piora do cenário macroeconômico desde o início da guerra entre Estados Unidos e Irã.

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Desde a última reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC, na sigla em inglês), no fim de janeiro, muita coisa mudou. Os dados do mercado de trabalho americano de fevereiro vieram muito abaixo das expectativas – foram 92 mil vagas fechadas, contra a projeção do mercado de abertura de 59 mil postos. No lado da inflação, o conflito no Oriente Médio acendeu um alerta global, com a disparada de mais de 50% nos preços do petróleo em março.

Essa é a primeira reunião do Federal Reserve desde a indicação de Kevin M. Warsh pelo presidente americano Donald Trump para ocupar a presidência da instituição.

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Ao contrário do BC brasileiro, cujo mandato é perseguir a meta de inflação, o mandato do Fed é duplo e exige também olhar para o mercado de trabalho. É um contexto sensível para essa missão: dados mais fracos da economia americana apontariam, em condições normais, para juros menores, mas o risco inflacionário vindo da guerra pode estabilizar os juros em patamares mais elevados por mais tempo.

Antes da reunião, o mercado entendia que, dado o novo contexto, a instituição poderia priorizar o controle inflacionário sobre o mercado de trabalho. “Em teoria, um mercado de trabalho mais fraco deveria aliviar a inflação, mas não é isso que estamos vendo nos Estados Unidos. Pelo contrário, o cenário se torna ainda mais preocupante quando somado à pressão do petróleo”, explica Alison Correia, analista de investimentos e co-fundador da Dom Investimentos. “Há um claro descompasso entre atividade e inflação, o que complica e muito a condução da política monetária.”

A mediana indica também apenas mais um corte de 0,25 ponto percentual em 2026, ainda que o dot plot, gráfico que mostra para onde os dirigentes acham que os juros vão, mostre divergência entre os membros. Para Olívia Flôres de Brás, CEO da Magno Investimentos, isso indica que a autoridade monetária reconhece que, ainda que a economia tenha demonstrado enfraquecimento, é prematuro transformar isso em acomodação monetária. “Sobretudo em um ambiente em que choques de oferta e fatores exógenos, como petróleo e geopolítica, podem voltar a contaminar a dinâmica inflacionária”, diz.

Impacto da guerra

Em sua tradicional coletiva de imprensa após a decisão, o presidente Jerome Powell disse que os desdobramentos dos choques no petróleo e da guerra no Oriente Médio para a economia dos EUA ainda são incertos. E enfatizou:

“Tomaremos nossas decisões reunião a reunião. Se eu não observar progresso na inflação, não haverá corte na taxa de juros.”

Para André Valério, economista do Inter, a reunião “ocorreu defasada”, já que o cenário mudou muito graças à guerra. “Não há nenhuma novidade relevante no comunicado ou nas projeções, muito em parte porque o Fed ainda não tem expectativa sobre os impactos na economia americana”, explica.

Na ferramenta de monitoramento do CME Group, as apostas do mercado para um corte de juros nos EUA em outubro passaram para dezembro. “Powell evitou debater a duração ou o impacto efetivo da guerra, admitiu que os efeitos esperados de um prolongamento do conflito seriam de deterioração do mercado de trabalho e aumento da inflação, mas ponderou que o choque tende a ser temporário, o que afasta, na nossa visão, a possibilidade de aumentos da taxa de juros no cenário atual’, destaca Paula Zogbi, estrategista-chefe da Nomad.

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Durante o discurso, as bolsas de Nova York ampliaram as perdas a ao menos 1%, enquanto os juros dos Treasuries e o dólar, que já estavam em alta, aceleraram o movimento. A manutenção do juros, amplamente esperada, afetou pouco o mercado brasileiro. O Ibovespa opera perto da estabilidade, apoiado na alta das ações da Petrobras.

 

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