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Como Raízen (RAIZ4), Ultrapar (UGPA3) e Vibra (VBBR3) ganham com o desmantelamento do PCC na Carbono Oculto?

Empresas investigadas detinham 3,1% de participação no mercado de combustíveis e lacuna tende a ser oportunidade para companhias do setor

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Por Bruno Andrade

29/08/2025 | 17:05 Atualização: 29/08/2025 | 17:05

A operação Carbono Oculto investiga 17 distribuidoras e mais 1.000 postos de combustíveis (Foto: Werther Santana/Estadão)
A operação Carbono Oculto investiga 17 distribuidoras e mais 1.000 postos de combustíveis (Foto: Werther Santana/Estadão)

A operação Carbono Oculto pode beneficiar os ganhos de participação de mercado e de margem de Raízen (RAIZ4), Ultrapar (UGPA3) e Vibra (VBBR3), explicam analistas da Ativa Investimentos, BTG Pactual e UBS BB em relatórios enviados aos clientes nesta sexta-feira (29). Na quinta-feira, a Polícia Federal fez buscas e apreensões no âmbito da investigação que apura um esquema de fraudes e lavagem de dinheiro envolvendo o Primeiro Comando da Capital (PCC) no setor de combustíveis.

Leia mais:
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Segundo informações da Receita Federal e do Ministério Público do Estado de São Paulo, foram encontradas irregularidades em mais de 1.000 postos de combustíveis espalhados pelos estados de São Paulo, Bahia, Goiás, Paraná, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Maranhão, Piauí, Rio de Janeiro e Tocantins.

De acordo com Yuri Fisberg, procurador de Justiça no Ministério Público do Estado de São Paulo, a fraude nos combustíveis era feita com o uso de metanol muito acima do permitido pela Agência Nacional de Petróleo e Gás (ANP). O produto é altamente inflamável e tóxico e deve compor somente 0,5% dos combustíveis.

“O crime organizado fazia uso de 90% de metanol na composição da gasolina ou do etanol, o que é altamente perigoso para o consumidor final”, explicou Fisberg.

Ao todo, há 17 distribuidoras investigadas, entre elas Rodopetro, Arka, Duvale e Rede Sol. Outras empresas do setor também estão na mira, como Aster e Copape, cujas licenças de operação foram cassadas pela ANP no ano passado. Além disso, as investigações apuram irregularidades no Grupo Refit. Conforme os analistas do BTG Pactual, as empresas sob investigação representam cerca de 3,1% da participação de mercado total. É justamente nesse ponto em que se abre oportunidade para as demais companhias do setor.

Como a Carbono Oculto pode beneficiar as ações de Raízen (RAIZ4), Ultrapar (UGPA3) e Vibra (VBBR3)?

Mesmo com as investigações, os integrantes do Ministério Público informaram durante a coletiva com a imprensa desta quinta-feira (28) que nenhum dos 1.000 postos autuados foi fechado. Para os analistas do UBS BB, mesmo assim a investigação tende a inibir a concorrência desleal.

“Essa medida é positiva para o ambiente do setor, visto que a postura mais rígida pune empresas que faziam concorrência desleal e pressionavam as companhias que atuavam corretamente no segmento”, dizem Tasso Vasconcellos, Matheus Enfeldt e Victor Modanese, que assinam o relatório do UBS BB.

Os analistas da Ativa Investimentos explicam que o quadro favorece a recomposição de volumes e margens das distribuidoras que seguem as regras, como a Raízen (RAIZ4), Ultrapar (UGPA3) e Vibra (VBBR3). A corretora comenta que as companhias foram perdendo participação de mercado desde 2019.

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De acordo com dados da corretora, em junho de 2019, a Vibra possuía cerca de 27% de participação de mercado, mas recuou para cerca de 23% em junho de 2025. No caso dos postos Ipiranga, da Ultrapar, a fatia no segmento foi de 17% para cerca de 15% no mesmo período. A Raízen viu sua participação de mercado recuar de 22% para 18%. Enquanto isso, a fatia no setor das bandeiras independentes, onde se encontrava o crime organizado, cresceu de 34% para cerca de 43%.

“O aperto sobre elos irregulares da cadeia deve trazer maior disciplina de preços, menor participação de produtos fora de especificação e abertura de espaço competitivo para as incumbentes. Com a operação, as companhias tendem a capturar market share incremental, reduzir pressão de preços e ampliar rentabilidade por metro cúbico (m³)”, explicam os analistas da Ativa.

Carbono Oculto deve trazer crescimento de até R$ 4 por ação

A equipe do BTG Pactual vê uma oportunidade para as operadoras conquistarem participação e expandirem a lucratividade, apoiadas por uma conformidade mais forte do setor. Eles calculam que para cada R$ 15 por metro cúbico (m³) de expansão da margem estrutural de longo prazo (em termos reais), há a possibilidade de aumento no valor patrimonial da Ultrapar em R$ 3 por ação e de um incremento de R$ 4 por ação da Vibra.

“Acreditamos que ambas as empresas devem se beneficiar. No entanto, calculamos um incremento de R$ 1 por ação maior na Vibra pelo fato de a companhia estar mais próxima de uma empresa de distribuição de combustíveis pura”, explicam Luiz Carvalho e Gustavo Cunha, que assinam o relatório do BTG.

Em relação à Raízen, o banco comenta que a companhia mudou suas negociações e serviços, diluindo o foco sem aumentar significativamente os retornos, o que resultou em perda de participação de mercado. “Calculamos que a empresa também deve conseguir capitalizar essa agenda regulatória em andamento, potencialmente levando à recuperação de participação de mercado”, explicam os analistas.

Em linhas gerais, os relatórios dos analistas mostram otimismo com o setor devido à operação contra o PCC. Mesmo sem o fechamento dos 1.000 postos autuados pela Carbono Oculto nesta quinta-feira, os analistas indicam que o cumprimento da lei deve melhorar a qualidade da competitividade do setor de combustíveis, possibilitando os ganhos estimados.

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