• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Commodities ajudam a amenizar risco fiscal e dólar tem manhã estável a R$ 5,35

Depois de dias de cotação em alta, dólar opera perto da estabilidade, com uma leva queda de 0,16% a R$ 5,35

Por Luíza Lanza

14/06/2024 | 12:42 Atualização: 14/06/2024 | 12:58

O dólar atingiu a sua maior cotação desde agosto de 2022. (Foto: Adobe Stock)
O dólar atingiu a sua maior cotação desde agosto de 2022. (Foto: Adobe Stock)

O dólar hoje opera perto da estabilidade nesta sexta-feira (14), com diferentes fatores pesando para lados contrários. No início da tarde, a moeda americana tinha uma leve queda de 0,16%, a R$ 5,35. No mesmo horário, o Ibovespa tinha uma alta de 0,07%, aos 199,654,07 pontos.

Leia mais:
  • Dólar em disparada: ações da bolsa que ganham (e perdem) com a alta da moeda
  • Dólar bate maior cotação em 1 ano: a moeda vai continuar subindo? 
  • Não é só o dólar: taxas do Tesouro Direto batem o maior valor do ano
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

De um lado, a recuperação das commodities no exterior ajuda. Do outro, os ruídos políticos em relação ao fiscal e a perspectiva de juros ainda altos nos Estados Unidos seguem no radar, pressionando para que a cotação permaneça elevada.

Pela manhã, o dólar chegou a oscilar entre R$ 5,34 e R$ 5,38, mas caminhou para certa estabilidade nesta primeira metade do pregão.

  • Saiba mais: Dólar e queda do preço do petróleo vão afetar os dividendos da Petrobras (PETR4)?

O diretor de câmbio da corretora Ourominas, Elson Gusmão, atribui a instabilidade a fatores dissonantes que influenciam os negócios nesta manhã. “A queda de mais cedo refletiu uma realização de lucros em meio à alta de commodities, como petróleo e minério de ferro, e alívio no estresse recente trazido pela percepção de enfraquecimento do ministro da Fazenda, Fernando Haddad”, disse ao Broadcast.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Altas de petróleo e minério atraem exportadores ao mercado à vista para fechar contratos de venda de dólar, favorecendo a recuperação pontual do real, acrescentou. De outro lado, no exterior, segundo ele, o dólar estende a valorização da véspera nesta manhã, por causa da perspectiva de manutenção de juros nos EUA pelo menos até setembro, enquanto euro, iene, peso mexicano e rublo russo voltam a ser pressionados frente ao dólar por questões econômicas e políticas regionais.

O vai e vem da cotação do dólar

A moeda americana já vinha em trajetória de valorização em 2024, com fortalecimento frente ao real em meio à saída de capital estrangeiro do País causada pela perspectiva de juros mais altos por mais tempo nos Estados Unidos. Mas o humor piorou nos últimos dias.

Há uma semana, na sexta-feira (7), o dólar teve um salto de 1,42% saindo de R$ 5,25 para R$ 5,32 em um único dia. A valorização aconteceu na esteira de novos dados sobre o mercado de trabalho americano. A criação de mais vagas de emprego do que o previsto surpreendeu negativamente os agentes econômicos e indica que a batalha contra a inflação pode não ter chegado ao fim por lá. Isso fez a cotação bater o maior patamar desde janeiro de 2023 – e esta semana não trouxe nenhum alívio.

Nesta quarta-feira (12), a moeda americana chegou a ser negociada a R$ 5,43 durante um discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que destacou que o governo está “colocando as contas públicas em ordem para assegurar o equilíbrio fiscal”, mas que “não consegue discutir economia sem colocar a questão social na ordem do dia”. As falas acentuaram o sentimento negativo de investidores em relação ao equilíbrio das contas do Brasil, em um momento em que o governo federal enfrenta dificuldades para aprovar no Congresso medidas que aumentem a arrecadação fiscal e, assim, ajudem a União a entregar a meta de déficit zero prometida para 2025.

  • Veja também: 1º semestre enterra otimismo da Bolsa; veja as novas projeções para o Ibovespa

Na quinta-feira (13), no entanto, os ânimos se acalmaram depois que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, fez um discurso em defesa da intensificação na agenda de revisão e corte de gastos, afirmando que as equipes econômicas do governo estão dando bastante força nesta pauta com uma reavaliação “ampla, geral e irrestrita das despesas do País”. Com a reação mais amena do mercado ao cenário fiscal, o dólar conseguiu encerrar a sequência de altas que já durava a quatro pregões, com uma queda de 0,70% a R$ 5,36.

“O ministro da fazenda Fernando Haddad está perdendo poder dentro do governo e o mercado ficou com medo de que algum político menos comprometido com o fiscal do Brasil pudesse assumir o lugar dele ou ganhar mais voz no governo; isso foi, especialmente, o que mais pesou na quarta-feira. Após a fala de Haddad sobre os avanços na agenda de revisão de gastos, os ativos locais passaram a operar em melhores níveis”, diz Volnei Eyng, CEO da gestora Multiplike.

O que esperar do câmbio no resto de 2024?

As projeções do mercado para o câmbio ao final de 2024 começaram a ser revisadas. Em janeiro, a expectativa era que o dólar encerrasse o ano na casa dos R$ 5, mas a tese tem cada vez menos respaldo no mercado. A última edição do Boletim Focus trouxe uma expectativa de R$ 5,05, mas há quem esteja mais negativo em relação à trajetória da moeda americana. Para Alexandre Viotto, head de banking e câmbio da EQI Investimentos, essa previsão é otimista, e para ele o patamar deve estar acima disso. “Bater R$ 5,50 é muito mais fácil do que voltar para R$ 4,80, e a moeda deve chegar nesse patamar no curto prazo”, diz.

Publicidade

O Itaú BBA, por exemplo, elevou nas últimas semanas a sua projeção para o dólar para R$ 5,15 em dezembro. “A nossa expectativa de um dólar forte para frente somada ao ambiente doméstico desafiador nos fez revisar recentemente [a previsão] para R$ 5,15 por dólar (antes R$ 5,00) em 2024 e R$ 5,25 por dólar (de R$ 5,20) em 2025 e a Selic terminal para 10,25 (de 9,75)”, menciona relatório – confira aqui uma lista de projeções de bancos e corretoras para o dólar.

*Com informações do Broadcast

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Dolar
Cotações
02/01/2026 21h04 (delay 15min)
Câmbio
02/01/2026 21h04 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Bitcoin começa o ano sob nova lógica de preço

  • 2

    Como investir em bitcoin e criptos em 2026

  • 3

    Ibovespa hoje encerra primeiro pregão de 2026 sem fôlego, com queda de 0,36%; frigoríficos MBRF e Minerva caem após restrições da China

  • 4

    Mega da Virada: seis apostas levam quase R$ 182 milhões cada uma; veja quanto rende esse valor investido

  • 5

    Por que a Geração Z e Millennials veem nas criptomoedas uma saída para construir riqueza

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Lotofácil de hoje (02): CONCURSO 3577 SERÁ EM NOVO HORÁRIO
Logo E-Investidor
Lotofácil de hoje (02): CONCURSO 3577 SERÁ EM NOVO HORÁRIO
Imagem principal sobre o Calendário do 2º semestre do Bolsa Família de 2026; veja as datas
Logo E-Investidor
Calendário do 2º semestre do Bolsa Família de 2026; veja as datas
Imagem principal sobre o Calendário do 1º semestre do Bolsa Família de 2026; veja as datas
Logo E-Investidor
Calendário do 1º semestre do Bolsa Família de 2026; veja as datas
Imagem principal sobre o Como receber o benefício do INSS em 2026
Logo E-Investidor
Como receber o benefício do INSS em 2026
Imagem principal sobre o Saque de até R$ 1,8 mil do FGTS: quem pode receber?
Logo E-Investidor
Saque de até R$ 1,8 mil do FGTS: quem pode receber?
Imagem principal sobre o Período sem rodízio em São Paulo encerra em breve; veja data
Logo E-Investidor
Período sem rodízio em São Paulo encerra em breve; veja data
Imagem principal sobre o INSS: quais são os canais para verificar informações do benefício
Logo E-Investidor
INSS: quais são os canais para verificar informações do benefício
Imagem principal sobre o Mega da Virada: quantas apostas dividiram prêmio de R$ 1,09 bilhão?
Logo E-Investidor
Mega da Virada: quantas apostas dividiram prêmio de R$ 1,09 bilhão?
Últimas: Mercado
Ibovespa hoje: Minerva (BEEF3) despenca após restrições da China contra carne brasileira; GPA (PCAR3) se destaca
Mercado
Ibovespa hoje: Minerva (BEEF3) despenca após restrições da China contra carne brasileira; GPA (PCAR3) se destaca

Índice abriu primeiro pregão de 2026 em alta, mas perdeu fôlego ao longo do dia. Veja destaques

02/01/2026 | 19h01 | Por Jenne Andrade
Ibovespa termina 1ª semana de 2026 em queda: SLCE3 salta 14% e BEEF3 recua com restrições da China
Mercado
Ibovespa termina 1ª semana de 2026 em queda: SLCE3 salta 14% e BEEF3 recua com restrições da China

Índice da Bolsa terminou o período em queda de 0,22%, passando de 160.896,64 pontos para 160.538,69 pontos; veja as principais ações em alta e em baixa

02/01/2026 | 18h57 | Por Jenne Andrade
Mercado hoje: Bolsas globais abrem 2026 com novo otimismo em torno da inteligência artificial
CONTEÚDO PATROCINADO

Mercado hoje: Bolsas globais abrem 2026 com novo otimismo em torno da inteligência artificial

Patrocinado por
Ágora Investimentos
Ibovespa hoje encerra primeiro pregão de 2026 sem fôlego, com queda de 0,36%; frigoríficos MBRF e Minerva caem após restrições da China
Mercado
Ibovespa hoje encerra primeiro pregão de 2026 sem fôlego, com queda de 0,36%; frigoríficos MBRF e Minerva caem após restrições da China

Além das exportadoras de carne, a Cyrela apresentava queda acentuada; movimento ocorre num ambiente de baixa liquidez, dada a proximidade dos feriados da véspera e do fim de semana

02/01/2026 | 04h30 | Por Camilly Rosaboni

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador