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Dólar fecha no menor valor desde junho de 2024 às vésperas da Superquarta

Dados sobre desemprego também apoiaram o real: economia aquecida mostra necessidade de manutenção da Selic elevada, o que atrai fluxo para o Brasil

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Por Bruno Andrade

16/09/2025 | 9:40 Atualização: 16/09/2025 | 17:20

Dólar está em uma trajetória de desvalorização global este ano. (Foto: Adobe Stock)
Dólar está em uma trajetória de desvalorização global este ano. (Foto: Adobe Stock)

O dólar hoje fechou em queda de 0,44%, cotado a R$ 5,2981, nesta terça-feira (16), após o Brasil registrar a menor taxa de desemprego da série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), iniciada em 2012. É a menor cotação da moeda americana desde junho de 2024. Foi o quinto dia seguido de queda da moeda dos EUA.

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O fortalecimento do mercado de trabalho brasileiro reforçou a expectativa do mercado de manutenção da Selic em 15% ao ano na reunião de amanhã do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom). Ainda amanhã, na Superquarta, o Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos, vai decidir sobre os juros naquele país. A expectativa é de um corte de 0,25 ponto porcentual, indo para a faixa entre 4% e 4,25% ao ano.

A queda nos juros dos EUA deixa menos atraente o rendimento dos Treasuries, os títulos públicos americanos, ainda considerados um dos investimentos mais seguros do mundo. Isso faz com que investidores estrangeiros busquem aplicar pelo menos parte de seus recursos em mercados com um “prêmio de risco” (juro) maior, como o Brasil. E uma entrada maior de dólares por aqui aumenta a oferta da divisa no mercado nacional e tende a reduzir sua cotação em relação ao real.

Mercado de trabalho forte

A taxa de desocupação no Brasil ficou em 5,6% no trimestre encerrado em julho, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa é a menor taxa de desemprego da série histórica iniciada em 2012. O número ficou dentro do esperado pelo mercado. Segundo projeções do Broadcast, os especialistas esperavam um intervalo de 5,6% a 6,0%, com mediana em 5,7%.

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Em igual período do ano anterior, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 6,8%. No trimestre encerrado em junho, a taxa de desocupação estava em 5,8%. Ou seja, o desemprego recuou em todos os aspectos.

No trimestre móvel até junho, a taxa de desocupação estava em 5,8%. A renda média real do trabalhador foi de R$ 3.484,00 no trimestre encerrado em julho. O resultado representa alta de 3,8% em relação ao mesmo trimestre de 2024. A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 352,3 bilhões no trimestre encerrado em julho, alta de 6,4% ante igual período do ano passado.

Dados dos Estados Unidos podem influenciar o dólar hoje

A agenda americana traz como destaque dados de vendas do varejo e produção industrial de agosto nos Estados Unidos. Sobre o varejo, dados do FactSet estimam uma alta de 0,2% na comparação entre agosto e julho. Já a produção industrial americana deve recuar 0,1% em agosto ante julho. Os números também podem reforçar a necessidade de corte de juros pelo Federal Reserve na quarta-feira e até precificar cortes posteriores caso venham menor que o esperado.

Com o desemprego em baixa no Brasil e dados fracos da economia americana, o mercado enxerga a necessidade de cortes de juros nos EUA e manutenção da Selic no Brasil. Esse diferencial de juros entre as economias atrai fluxo de capital para o Brasil, causando entrada de dólar no mercado local e derrubando o valor da cotação da moeda, por isso, o dólar hoje opera em queda.

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