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Mercado

Empiricus x TC: Posições vendidas em TRAD3 aumentam 50% em dois dias

Dados da Economatica mostram ‘Efeito Empiricus’ nos papéis da plataforma; Analista vê risco de 'short squeeze'

Por Jenne Andrade

28/10/2021 | 15:00 Atualização: 28/10/2021 | 17:29

Pedro Albuquerque, CEO do TC. Foto: Divulgação/TC
Pedro Albuquerque, CEO do TC. Foto: Divulgação/TC

Na última terça-feira (26), a Empiricus divulgou um relatório para seus clientes em que lista ‘10 motivos para shortear TRAD3’ – ações da plataforma de investimentos TC (antigo TradersClub). ‘Shortear’ significa montar uma posição para apostar na queda de um determinado ativo, chamado também de ‘vender a descoberto’. Na prática, o processo é feito por meio de aluguel dos papéis.

Leia mais:
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Segundo levantamento feito pela Economatica, nos últimos dois dias (entre o fechamento de 25 e 27 de outubro) o número de aluguel de ações de TRAD3 saltou 50,4%, passando de 5,9 milhões para 8,9 milhões. Segundo dados de Bloomberg, cerca de 11% dos papéis em circulação estão ‘shorteados’. Os dados mostram o ‘Efeito Empiricus’, com mais investidores apostando contra os papéis. Novata na Bolsa e concorrente da casa de research de Felipe Miranda, a empresa oferece serviços e cursos voltados principalmente para investidores pessoas físicas.

A estreia na B3 ocorreu no dia 28 de julho, pregão em que as ações terminaram em alta de mais de 30%, aos R$ 12,41. É importante ressaltar que, naquela época, o mercado vivia em clima de otimismo, com o Ibovespa ainda pulsando na casa dos 126 mil pontos. Contudo, de lá para cá, os ativos do TC inverteram a mão e entraram em intensa queda, que já ultrapassa 50% desde o IPO. Até às 14h35, a TRAD3 estava sendo negociada a R$ 5,85.

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TC rebate Empiricus

No relatório, a Empiricus levantou diversas dúvidas a respeito de avaliação de mercado do TC. A casa de análise destaca que o valuation atual da companhia mostra uma expectativa de que a plataforma tenha um crescimento de receita líquida de R$ 40 milhões, em 2020, para R$ 1 bilhão em 2025.

O salto seria altamente improvável, uma vez que a pioneira do modelo de agentes autônomos XP Investimentos, só foi conseguir tal marca 15 anos após a fundação. E para isso, lançou mão de diversas fontes de receita, como corretagem, taxas de performance de fundos, rebates na distribuição de títulos e valores mobiliários, além do conteúdo educacional.

Por outro lado, segundo a Empiricus, o TC teria receita altamente dependente do segmento educacional, isto é, vendas de cursos, serviços e assinaturas relacionados fundamentalmente à renda variável.

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“Em um cenário de juros crescentes, a sustentabilidade de uma receita baseada em assinaturas (caras) sobre renda variável nos parece, no mínimo, questionável”, afirma a Impiricus, em relatório. “Nossa avaliação é de que as ações precisariam cair, pelo menos, 50% para encontrar certa razoabilidade em termos de apreçamento. Nosso preço justo para TRAD3 indica um potencial de desvalorização (downside) de 56%.”

O TC, entretanto, já estaria com novidades, a fim de diminuir a dependência da empresa deste segmento de renda variável. Em entrevista ao E-Investidor, Pedro Machado, diretor de RI da plataforma, explica que até o fim do ano os clientes poderão negociar criptomoedas dentro do sistema. Além disso, a companhia está expandindo a operação para abarcar diversas classes de ativos.

“Captamos dinheiro justamente para expandir desse nicho (de ações)”, afirma Machado. “O TC é uma plataforma que acompanha todo tipo de ativo. Temos um produto de criptomoedas que tem resenhas excepcionais no mercado. Introduzimos recentemente um produto de fundos imobiliários, fizemos aquisições importantes, como a Economatica e Abalustre. Esse ano também já teremos negociação de criptomoedas dentro da plataforma.”

Por último, a casa de análises também questiona a governança da plataforma e destaca os riscos regulatórios: Rafael Ferri e Pedro Albuquerque (CEO do TC) teriam feito comentários nas redes sociais sobre ações enquanto atuavam no mercado financeiro. Ferri como trader profissional e Albuquerque como gestor de fundos.

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Sobre isso Machado, do TC, ressalta que a companhia nunca teve problemas de ordem regulatória e que as premissas levantadas pela Empiricus, como a de que a plataforma gastaria todo caixa durante o ano que vem, são infundadas. “Nosso planejamento financeiro é muito robusto e não tem como eles saberem o que vamos gastar de caixa em 2022. Esse é só um exemplo de premissa em que o TC não foi consultado. Se os investidores quiserem falar com a gente, estamos super abertos a tirar dúvidas.”

Risco de short squeeze?

O aumento do número de posições vendidas vem no mesmo momento em que os papéis sofrem altas repentinas. Na última quarta (27), as ações chegaram a cair 13% até o meio de tarde e logo depois sofreram um forte movimento comprador que fez os papéis fecharem em alta de 2,78%. Das mínimas, em R$ 4,56, até a cotação final, em R$ 5,54, foi uma alta de 21,5%.

Coordenando a oferta e responsável por mais de 23,04% das compras naquele pregão, estavam investidores do Credit Suisse, isto é, institucionais. Em seguida, aparece a XP Investimentos como segunda principal intermediadora, com 23,03% de força compradora.

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Mario Goulart, analista de O2 Research, ressalta que há o risco de short squeeze, quando vários investidores precisam se desfazer das posições vendidas, com prejuízo, face a uma valorização abrupta dos papéis. Um exemplo desse episódio aconteceu com a americana GameStop, em que usuários do fórum Reddit se uniram e compraram os papéis de empresa de games, inflando artificialmente os preços.

Na sequência, os grandes investidores que estavam vendidos no papel (apostando na queda) tiveram que desfazer as posições rapidamente (recomprar os papéis alugados), tomando prejuízos milionários e jogando o preço das ações ainda mais para o alto.

“Não é nada impossível que tenha havido um short squeeze, mas cabe à CVM investigar”, afirma Goulart.

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