• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Por que os grandes gestores do mercado dão como certa a nova alta da Selic em setembro?

Fundadores da SPX, JGP e Verde defenderam ajuste de juros já em setembro em painel no Macro Day, do BTG

Por Luíza Lanza

20/08/2024 | 19:28 Atualização: 20/08/2024 | 19:30

A Selic é a taxa básica de juros do Brasil (Foto: Envato Elements)
A Selic é a taxa básica de juros do Brasil (Foto: Envato Elements)

A possibilidade de o Banco Central retomar o ciclo de altas na taxa básica de juros brasileira, a Selic, já em setembro poderia parecer impensável há alguns meses, mas esse movimento vem ganhando cada vez mais respaldo no mercado financeiro desde a última semana. Algumas gestoras e bancos de investimento revisaram nos últimos dias a previsão de Selic terminal em 2024 de 10,5% para 12% ao ano, com o início dos ajustes acontecendo já no próximo encontro do Comitê de Política Monetária (Copom), marcado para os dias 17 e 18 do próximo mês. Nesta terça-feira (20), a tese ganhou um outro respaldo de peso: alguns dos maiores gestores do País defenderam no Macro Day, evento promovido pelo BTG Pactual, a necessidade de voltar a elevar os juros.

Leia mais:
  • Nova alta da Selic? Gestores da Verde, Itaú e Genoa revelam suas apostas
  • Indicação de Galípolo para BC já está na mesa do investidor?
  • Da lama à nova máxima histórica: o que provocou a reviravolta do Ibovespa no ano?
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

  • Da lama à nova máxima histórica: o que provocou a reviravolta do Ibovespa no ano?

Em um painel mediado por André Esteves, chairman e sócio sênior do banco, Rogério Xavier, sócio-fundador da SPX Capital; André Jakurski, sócio-fundador da JGP; e Luis Stuhlberger, sócio-fundador da Verde Asset, deram a elevação da Selic como certa. Nos dois sentidos: de que a alta deve, sim, acontecer e de que essa é a melhor decisão a ser tomada pelo Banco Central no momento.

Há algum tempo, as expectativas de inflação estão desancoradas em meio ao ceticismo do mercado com a capacidade de o governo de entregar as metas estabelecidas pelo arcabouço fiscal.

Alta da Selic: “BC não pode ser o cão que ladra e não morde”

“Chegamos aqui por uma descredibilidade do governo, que começou com o Orçamento para 2025, com premissas de arrecadação otimistas e de gastos subestimadas”, explicou Stuhlberger, da Verde. Esse movimento bateu primeiro no dólar, que chegou a ser negociado na casa de R$ 5,90 ao final de julho. Para o gestor, a disparada do câmbio “assustou Brasília” e obrigou o Executivo a trabalhar em duas frentes para reestabelecer a confiança de investidores, fortalecer a credibilidade do BC e se esforçar no controle do déficit fiscal.

“Não acho que subiríamos os juros somente pela inflação estar fora da meta, talvez esperássemos um pouco. Mas com a transição no BC e as falas de Gabriel Galípolo, que espontaneamente tem dito que vai subir a Selic, o BC ficou ‘em corner‘”, disse o sócio-fundador da Verde. “O Banco Central não pode ser o cão que ladra e não morde”.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Este é um ponto comum que tem aparecido nas análises do mercado e que foi bastante reforçado pelos gestores no painel. Mais do que o desafio de perseguir a meta de inflação de 3% ao ano, o BC tem pela frente uma missão para reforçar sua credibilidade em um momento de transição na instituição. O mandato do atual presidente Roberto Campos Neto se encerra no dia 31 de dezembro e, ao que tudo indica, o diretor de política monetária do BC, Gabriel Galípolo, é o favorito ao posto.

Por ser um economista de carreira heterodoxa, vertente mais favorável ao aumento de gastos, GG enfrenta desconfiança do mercado desde que foi indicado ao cargo na instituição monetária, em meados de 2023. Agora, precisa provar ao mercado que é capaz de conciliar a pressão política vinda do Planalto para manter a independência nas decisões do BC; contamos esse cenário aqui.

Rogério Xavier, da SPX Capital, ressaltou que o próprio Campos Neto teve que conquistar sua credibilidade no comando da instituição. A situação de Galípolo agora, segundo ele, é mais confortável.

“A alta de juros já foi comunicada pelo BC. Está na imprensa, Lula já sabe, a inflação ficou acima da meta e as projeções ainda estão distantes. Não fazer (subir a Selic) é loucura”, disse no evento. “Nunca mais vamos precisar discutir se o BC do Galípolo será capaz de subir ou não os juros no futuro, nem passar os próximos quatro anos pensando se esse BC será independente ou não; e isso tem um valor gigantesco.”

  • Dólar a R$ 7? Entenda por que isso não deve acontecer e os gatilhos decisivos

Como investir nesse cenário?

Ainda que a curva de juros brasileira tenha passado por uma abertura, o que costuma penalizar o desempenho da Bolsa, o Ibovespa engatou um verdadeiro rali nos últimos dias. Aos 136 mil pontos, o índice de referência da Bolsa brasileira já sobe mais de 6% em agosto, zerando o resultado negativo que vinha acumulando em 2024 e atraindo mais uma vez o apetite de investidores.

Publicidade

Mas é a hora de comprar? André Jakurski, sócio-fundador da JGP, tem suas ressalvas. No evento do BTG, ele lembrou que, desde o início do Plano Real, a Bolsa só rendeu 45% do desempenho do CDI no período. E, com a perspectiva de novas altas de juros, pode ser que continue para trás. “A Bolsa subiu 14 mil pontos desde a mínima do ano. Foi bonito, mas quem pegou, pegou. Quem não pegou, não adianta sair comprando agora”, afirmou ao comentar sobre os efeitos da Selic. “Para quem não tem ajuda profissional, é melhor ficar na renda fixa.”

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Banco Central
  • Conteúdo E-Investidor
  • Gabriel Galípolo
  • Taxa Selic
Cotações
21/04/2026 14h44 (delay 15min)
Câmbio
21/04/2026 14h44 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa hoje fecha em leve alta com tensão no Oriente Médio e disparada do petróleo; dólar cai ao menor valor em 2 anos

  • 2

    Inflação projetada para 2026 sobe e influencia Tesouro Direto; entenda o impacto dos juros mais altos sobre os títulos públicos

  • 3

    Cresce a compra e a venda de ativos problemáticos no País: maioria busca retorno mínimo de 20%, diz EY

  • 4

    Petróleo hoje dispara e fecha acima de 5% com tensão no Oriente Médio e pressiona cenário global

  • 5

    Risco moral pode ser mais relevante do que o de crédito, diz co-CEO da RB Asset

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: alunos podem movimentar a Poupança Social Digital pelo Caixa Tem?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: alunos podem movimentar a Poupança Social Digital pelo Caixa Tem?
Imagem principal sobre o Carteira do Idoso: 2 benefícios que pessoas com 60 anos ou mais conseguem com o documento
Logo E-Investidor
Carteira do Idoso: 2 benefícios que pessoas com 60 anos ou mais conseguem com o documento
Imagem principal sobre o Gás do Povo: é possível consultar se o vale de recarga está disponível pelo Caixa Tem?
Logo E-Investidor
Gás do Povo: é possível consultar se o vale de recarga está disponível pelo Caixa Tem?
Imagem principal sobre o Microaposentadoria: 5 dicas para você planejar pausas curtas, sem comprometer o orçamento
Logo E-Investidor
Microaposentadoria: 5 dicas para você planejar pausas curtas, sem comprometer o orçamento
Imagem principal sobre o Idosos têm quantos anos para renegociar suas dívidas e salvar as finanças? Veja o prazo
Logo E-Investidor
Idosos têm quantos anos para renegociar suas dívidas e salvar as finanças? Veja o prazo
Imagem principal sobre o Idosos conseguem renegociar dívidas de cartão de crédito, mas como isso deve ser feito?
Logo E-Investidor
Idosos conseguem renegociar dívidas de cartão de crédito, mas como isso deve ser feito?
Imagem principal sobre o Carteira do Idoso: saiba como emitir o documento e conseguir 50% de desconto em passagens de ônibus
Logo E-Investidor
Carteira do Idoso: saiba como emitir o documento e conseguir 50% de desconto em passagens de ônibus
Imagem principal sobre o Starlink residencial: quanto custa o plano família e o que vem no pacote?
Logo E-Investidor
Starlink residencial: quanto custa o plano família e o que vem no pacote?
Últimas: Mercado
Ibovespa hoje: Sabesp (SBSP3) sobe 4,36% e C&A (CEAB3) cai 2,19%
Mercado
Ibovespa hoje: Sabesp (SBSP3) sobe 4,36% e C&A (CEAB3) cai 2,19%

Avanço do petróleo impulsiona petroleira e segura o Ibovespa no positivo: Petrobras (PETR3; PETR4) sustenta alta, mas inflação e incertezas externas abalam a Bolsa

20/04/2026 | 19h41 | Por Ana Ayub
Distância entre small caps e Ibovespa atinge maior nível em 20 anos
Mercado
Distância entre small caps e Ibovespa atinge maior nível em 20 anos

Mais expostas à economia doméstica e aos juros, empresas médias e pequenas seguem longe dos recordes, enquanto rali da Bolsa se concentra em blue chips

20/04/2026 | 18h52 | Por Luíza Lanza
Boletim Focus: projeção para a inflação medida pelo IGP-M dispara de 3,86% para 4,66% em 2026
Mercado
Boletim Focus: projeção para a inflação medida pelo IGP-M dispara de 3,86% para 4,66% em 2026

Essa é a sétima alta consecutiva do indicador, que reflete o cenário de cautela diante dos conflitos geopolíticos que têm pesado especialmente sobre o valor dos combustíveis no mundo todo

20/04/2026 | 12h29 | Por Cícero Cotrim
Controle da Braskem deve sair da Novonor para um fundo ligado à Vórtx; 30% do capital será vendido
Mercado
Controle da Braskem deve sair da Novonor para um fundo ligado à Vórtx; 30% do capital será vendido

Ações disparam após anúncio de saída da Novonor, mas investidores ponderam riscos e complexidade da operação

20/04/2026 | 11h40 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador