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Mercado

Ibovespa hoje: índice retoma 130 mil pontos e ignora prejuízo da Petrobras

Estatal apresentou um prejuízo líquido de R$ 2,6 bilhões no segundo trimestre, o primeiro desde 2020

Por Beatriz Rocha

09/08/2024 | 18:56 Atualização: 09/08/2024 | 19:44

Fachada da B3, a Bolsa de Valores brasileira. Foto: Werther Santana/Estadão
Fachada da B3, a Bolsa de Valores brasileira. Foto: Werther Santana/Estadão

O Ibovespa hoje recuperou a marca de 130 mil pontos, que não era vista desde o final de fevereiro. Nem o prejuízo bilionário da Petrobras (PETR3;PETR4) no segundo trimestre ou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acima do esperado foram suficientes para conter o fluxo para a Bolsa brasileira. Nesta sexta-feira (9), O índice terminou o pregão em alta de 1,52%, aos 130.614,59 pontos, após oscilar entre máxima a 130.631,17 pontos e mínima a 128.661,52 pontos, com volume negociado de R$ 26,6 bilhões.

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Esse foi o maior nível de encerramento desde o dia 27 de fevereiro, então aos 131.689,37 pontos. Com a marca, a principal referência da B3 acumulou uma valorização de 3,78% na semana, o que parecia impensável na segunda-feira (5), quando as principais Bolsas globais caíram diante dos temores por uma recessão nos Estados Unidos e o VIX (Volatility Index em inglês) “índice do medo” de Wall Street chegou a atingir o maior nível desde 2020.

Nos últimos dias, no entanto, o mercado financeiro se recuperou, com novos dados sugerindo uma economia americana ainda aquecida. O número de pedidos de auxílio-desemprego no país, por exemplo, caiu 17 mil na semana encerrada em 3 de agosto, alcançando 233 mil. O resultado ficou abaixo da expectativa de analistas consultados pela FactSet, que previam 240 mil solicitações.

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Com o cenário de maior apetite por risco, o dólar recuou 3,40% na semana. O alívio no mercado financeiro global, com a dispersão dos temores sobre recessão nos Estados Unidos, enfraqueceu a divisa americana, promovendo o investimento em ativos de maior risco e fortalecendo outras moedas. Além disso, a sinalização de relaxamento na postura sobre os juros pelo Banco do Japão (BoJ) tranquilizou investidores de carry trade (operação que busca lucrar com a diferença de juros entre países).

Nesta sexta-feira, o destaque do noticiário doméstico foi a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que avançou 0,38% em julho, acima da mediana das expectativas de analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, que apontavam alta de 0,35%. Dentre os nove grupos de bens e serviços do indicador, sete registraram variações positivas. Assim como em junho, a alta foi menos disseminada entre os segmentos, com os maiores impactos vindo de “Transportes” e “Habitação”.

Alexandre Lohmann, economista-chefe da Constância Investimentos, afirma que os dados revelam um cenário mais desafiador para a dinâmica de preços brasileira. “Em conclusão, o dado é preocupante, especialmente pela decomposição desfavorável e pela aceleração dos núcleos, que apresentaram uma média de 0,43%. No entanto, parte dessa aceleração se deve a fatores pontuais, como o aumento nos seguros de veículos, além de itens voláteis como gasolina e passagem aérea. Assim, embora o número seja preocupante, não é alarmante”, pontua.

Dentre as notícias corporativas, investidores reagiram ao balanço da Petrobras (PETR3;PETR4), que apresentou um prejuízo líquido de R$ 2,6 bilhões no segundo trimestre, ante um lucro de R$ 28,7 bilhões registrado no mesmo período do ano passado. O último prejuízo da estatal havia sido anunciado no terceiro trimestre de 2020, então de R$ 1,5 bilhão.

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Segundo a petroleira, o resultado negativo se deve a eventos extraordinários como a adesão à transação tributária e do acordo de trabalho de 2023. Essa transação tributária refere-se ao pagamento de R$ 11,9 bilhões relativos ao acordo com o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) para quitação de dívidas fiscais.

Com a repercussão do balanço, as ações da preferenciais da Petrobras (PETR4) cederam 0,92% no pregão, enquanto as ordinárias (PETR3) recuaram 0,86%. Além dos resultados trimestrais, a companhia também anunciou que seu Conselho de Administração (CA) aprovou o pagamento de dividendos e juros sobre capital próprio (JCP) de R$ 13,6 bilhões relativos ao resultado do segundo trimestre de 2024.

Outro resultado que esteve no foco foi o do Magazine Luiza (MGLU3). A varejista apresentou um lucro de R$ 23,6 milhões entre abril e junho, revertendo o prejuízo de R$ 301,7 milhões reportado no mesmo período de 2023. Já o O Ebitda ( lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 655 milhões, com alta anual de 130%. Com o balanço no radar, os papéis da empresa subiram 3,35% na sessão.

“Para a semana que vem, a atenção segue nos resultados das empresas brasileiras, com destaque para frigoríficos, com balanços a serem divulgados da JBS (JBSS3), Marfrig (MRFG3) e BRF (BRFS3), que devem novamente entregar bons resultados”, destaca Andre Fernandes, head de renda variável e sócio da A7 Capital.

As maiores altas do Ibovespa hoje

As três ações que mais valorizaram no dia foram Vivara (VIVA3), Lojas Renner (LREN3) e B3 (B3SA3).

Vivara (VIVA3): +7,38%, R$ 26,47

As ações da Vivara (VIVA3) lideraram os ganhos do Ibovespa nesta sexta-feira e terminaram o dia em alta de 7,38% a R$ 26,47. O movimento ocorreu após a empresa informar um lucro líquido de R$ 210,961 milhões no segundo trimestre de 2024, representando um avanço de 91,9% sobre o mesmo período no ano anterior.

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A VIVA3 está em alta de 10,06% no mês. No ano, acumula uma desvalorização de 21,43%.

Lojas Renner (LREN3): +6,55%, R$ 15,45

Quem também se saiu bem na sessão foi a Lojas Renner (LREN3), que subiu 6,55% a R$ 15,45 após a empresa anunciar um lucro líquido de R$ 315 milhões no segundo trimestre de 2024, representando uma alta de 37,1% em relação ao mesmo período de 2023. O resultado também veio 39% acima do número previsto pela pesquisa Prévias Broadcast.

A LREN3 está em alta de 16,52% no mês. No ano, acumula uma desvalorização de 9,65%.

B3 (B3SA3): +5,9%, R$ 12,02

Outro destaque positivo foi a B3 (B3SA3), que avançou 5,9% a R$ 12,02. Novamente, o que pesou foi o balanço da empresa. Entre abril a junho, a companhia reportou um lucro líquido recorrente de R$ 1,226 bilhão, alta de 5% em comparação com o mesmo intervalo de 2023 e de 8,5% frente ao primeiro trimestre deste ano.

A B3SA3 está em alta de 10,78% no mês. No ano, acumula uma desvalorização de 15,47%.

As maiores quedas do Ibovespa hoje

As três ações que mais desvalorizaram no dia foram Alpargatas (ALPA4), Yduqs (YDUQ3) e Assai (ASAI3).

Alpargatas (ALPA4): -4,35%, R$ 8,35

As ações da Alpargatas (ALPA4) registraram a principal queda do Ibovespa, finalizando a sessão em baixa de 4,35% a R$ 8,35, em reação ao balanço do segundo trimestre. Para o Citi, os números reportados foram fracos e o lucro líquido recorrente ficou 55% abaixo do esperado. “Após algumas superações consecutivas, a Alpargatas relatou uma perda considerável no trimestre. Com isso, o balanço confirma que o turnaround (recuperação) está longe de acontecer”, afirmam os analistas do banco, João Pedro Soares e Felipe Reboredo.

A ALPA4 está em baixa de 2,91% no mês. No ano, acumula uma desvalorização de 17,49%.

Yduqs (YDUQ3): -3,46%, R$ 10,33

Quem também se saiu mal foi a Yduqs (YDUQ3), que recuou 3,46% a R$ 10,33. O lucro líquido da empresa somou R$ 24,8 milhões no segundo trimestre de 2024, queda de 22,5% na comparação com o mesmo período do ano passado.

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A YDUQ3 está em baixa de 5,58% no mês. No ano, acumula uma desvalorização de 53,09%.

Assai (ASAI3): -1,72%, R$ 10,27

Entre os principais destaques negativos do Ibovespa hoje, estiveram as ações do Assai (ASAI3), que registraram perdas de 1,72% a R$ 10,27. No segundo trimestre de 2024, a companhia reportou lucro líquido de R$ 123 milhões, uma queda de 21,2% sobre o mesmo período de 2023.

A ASAI3 está em alta de 4,58% no mês. No ano, acumula uma desvalorização de 24,09%.

*Com Estadão Conteúdo

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