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Ibovespa sobe 1,5% em junho; veja as 5 maiores altas e baixas e o que fazer agora

Saiba o que fazer com as ações que mais subiram e caíram no mês de junho

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Por Bruno Andrade

28/06/2024 | 18:20 Atualização: 28/06/2024 | 19:27

Ibovespa, o principal índice da B3. (Fotoa: Adobe Stock)
Ibovespa, o principal índice da B3. (Fotoa: Adobe Stock)

O Ibovespa encerrou junho com uma alta de 1,48%, a 123.905,55 pontos. Analistas do mercado financeiro destacam que, embora a Bolsa tenha fechado no azul, o mês foi extremamente turbulento. Segundo Fernando Siqueira, head de research da Guide Investimentos, a maior parte da alta do mês aconteceu na última quinta-feira (27), quando o Ibovespa subiu 1,36%. “O mercado teve um certo alívio com as falas de Lula desta última quinta. O presidente comentou que o governo começará a cortar gastos, isso ajudou a aliviar o pessimismo do início do mês”, explica.

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Até a abertura do pregão de ontem, a Bolsa caminhava para fechar o mês praticamente no zero a zero, com uma pequena alta de 0,4%. André Vasconcellos, vice-presidente do Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (IBRI), afirma que o começo de junho foi marcado por incertezas fiscais domésticas. “Sem dúvida, o mercado de capitais brasileiro foi afetado também pela aversão ao risco dos investidores, especialmente estrangeiros, que buscaram segurança em ativos menos voláteis em economias mais maduras”, aponta.

Ricardo Peretti, estrategista de ações da Santander Corretora, lembra que a turbulência inicial do mês foi por um receio do mercado com o Banco Central. Os especialistas temiam que a decisão da manutenção da taxa básica de juros da economia, a Selic, em 10,50%, não fosse unânime, o que mostraria que uma parte do BC não caminharia para uma decisão mais técnica.

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“Mesmo que a decisão de manutenção de juros não seja convidativa para o mercado, ela reduz as expectativas de alta de inflação. No mais recente boletim Focus, vemos que o mercado passou a precificar uma estabilização do IPCA”, aponta Peretti.

Durante esse sobe e desce do mercado, algumas ações se destacaram. A companhia que conseguiu surfar no mês de junho foi a BRF (BRFS3), o frigorífico teve uma alta de 22,01% e encerrou o mês a cotado a R$ 22,67. A maior queda ficou com as ações da Azul (AZUL4), com um recuo de 20,38%. Outras empresas também configuraram como grandes destaques positivos do mês, a São Martinho (SMTO3), com uma alta de 21,99%, a segunda maior do Ibovespa.

Veja as 5 maiores altas do Ibovespa em junho

O agronegócio liderou as altas do Ibovespa, com três empresas do setor participando do ranking. A primeira colocada foi a BRF (BRFS3 com um avanço de 22,01%. A JBS (JBSS3) também está no ranking e ocupa o quinto lugar com um salto de 11,89% em suas ações. Os analistas também atribuem a alta do dólar ao bom desempenho das empresas. Para Peretti, a JBS é uma possibilidade encantadora de investimentos. E por isso, ele tem o papel como seu preferido do setor.

Segundo o analista do Santander, a unidade de proteínas nos Estados Unidos  ainda não está apresentando resultados tão satisfatórios, mas isso deve começar a melhorar a partir do próximo ano. “Vejo que, com o dólar mais alto e o ciclo pecuário nos Estados Unidos melhorando em 2025, a JBS pode ser uma tese de investimento válida”, aponta o analista.

Justamente por causa dessa expectativa da melhora da empresa nos EUA, o Santander tem recomendação de compra para JBS com preço-alvo de R$ 37, uma potencial alta de 14,65% em relação ao fechamento de sexta-feira (28). Já para BRF a recomendação é de manutenção da ação na carteira, mas não de compra.

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Isso porque, segundo o guia de ações, o papel pode cair 7,36% até o fim de 2024. O analista calcula um preço-alvo de R$ 21 para a ação, mas o papel vale R$ 22,67 no momento. Já Fernando Siqueira, da Guide, diz estar otimista com praticamente todas as empresas de proteína animal.

Ele lembra que as empresas do setor estão com resultados sólidos. A BRF, por exemplo, apresentou uma reversão do seu prejuízo de R$ 1 bilhão no primeiro trimestre de 2023 para um lucro de R$ 594 milhões no primeiro trimestre de 2024. Já a JBS está um pouco mais adiante, a companhia teve um lucro líquido de R$ 1,64 bilhão entre janeiro e março deste ano.

Mesmo com esse lucro maior, Siqueira aponta que a empresa tem como melhorar ainda mais o seu desempenho. “A companhia ainda tem melhorias a serem executadas em sua unidade de aves, quando isso acontecer, a empresa vai destravar novas oportunidades de lucro e receita”, aponta.

Segunda maior alta do Ibovespa não é recomendada

A São Martinho (SMTO3)  teve uma alta de 21,99% em junho, a segunda maior do Ibovespa. Siqueira, da Guide, diz que o movimento de alta foi muito impulsionado pela disparada do dólar, que avançou 6,47% neste mês.

O analista, no entanto, não acredita que o papel deve continuar com essa mesma velocidade de alta. Isso porque há uma expectativa de o preço do açúcar ter um leve recuo nos próximos meses. “Além disso, o câmbio deve se manter nesse patamar atual ou até ter uma leve queda caso as coisas melhorem. Sendo assim, não vejo muitos gatilhos de alta para a São Martinho nos próximos meses”, aponta Siqueira. Ou seja, o melhor para o investidor no momento é não comprar o papel.

Weg e Suzano também foram os destaques do mês

A Weg  (WEGE3) foi a quarta colocada no ranking. Segundo Fernando Siqueira, o apelo do mercado pela empresa neste mês de junho ocorreu por dois fatores. O primeiro se relaciona ao fato de a companhia ser uma exportadora de bens industriais, isso faz com que a alta do dólar explique boa parte do salto de 12,36% do papel no acumulado do mês.

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“Outro ponto é a Weg ser uma empresa de muita qualidade. Embora o papel esteja caro, muitos investidores buscam empresas mais consolidadas como ela para se proteger de momentos de instabilidade, como o que vimos na primeira quinzena de junho”, explica. Mesmo que ele considere o papel um pouco caro, ele reconhece que a Weg continua sendo uma ação defensiva e, por isso, enxerga que o papel está atrativo para o investidor.

O Santander também está otimista com a Weg e acredita que a ação pode continuar subindo. O banco calcula um preço-alvo de R$ 52 para o papel da companhia, uma potencial de alta de 23,25% em relação ao fechamento desta sexta-feira (28). Na visão de Peretti, o mercado precificava o papel como caro por expectativa de que a empresa havia chegado ao seu ponto máximo de lucratividade.

“No entanto, isso não se confirmou. A própria diretoria da empresa passou a estimar novos crescimentos. A alta tende a vir de uma demanda por motores elétricos ou equipamentos que vão fazer parte de data centers. Claro que o preço da Weg é questionável, inclusive, tenho uma preferência maior por JBS. A Weg é a minha segunda favorita”, explica.

Já a Suzano  (SUZB3) foi a última ação a entrar no ranking. Mesmo sendo a última a entrar para esse grupo seleto, o papel ficou com o terceiro lugar da lista. A ação subiu 17,06% no acumulado de junho e encerrou o pregão a R$ 57,01. O motivo para empresa ter desistido da compra da International Paper. A companhia ia pagar cerca de US$ 15 bilhões.

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Analistas do BTG Pactual argumentam que o mercado considerou a transação grande demais para a Suzano e com potencial de sinergia pouco óbvio. Outro ponto é que a empresa está altamente endividada, com a alavancagem em 4,5 vezes na relação dívida líquida sobre Ebitda (Lucros antes de juros, ompostos, depreciação e amortização).

“Com a aquisição, a alavancagem iria para 5 vezes. O número é visto como um fator crítico que pesava sobre a comunidade de investimentos”, explicam Leonardo Correa e Caio Greiner, que assinam o relatório do BTG.

Com a desistência, as ações da Suzano encerram o pregão de quinta-feira com uma alta de 13,15%. O número é muito próximo da alta mensal de 17%. Olhando para o futuro da ação, o BTG tem recomendação de compra para a Suzano com um preço-alvo de R$ 82 para os próximos 12 meses, uma potencial alta de 43,8% em relação ao fechamento desta sexta-feira.

Veja as 5 maiores baixas do Ibovespa em junho

Na outra ponta do Ibovespa, as ações do setor aéreo, supermercados e educação lideraram as baixas. A Azul (AZUL4) ficou com o pior desempenho do mês com queda de 22,49%. Fernando Siqueira comenta que a alta do dólar foi algo que prejudicou fortemente a empresa, visto que a moeda americana é um grande balizador do preço do querosene de aviação, principal combustível utilizado pela empresa.

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“Outro fator é que o próprio setor aéreo não está bem. De modo geral, as companhias continuam reportando prejuízos ao longo dos últimos trimestres, deixando os papéis arriscados e nada atrativos para o investidor. Nesse momento, nós não recomendamos o investidor aportar em Azul, essa pode não ser uma boa alternativa”, reforça Siqueira.

O analista do Santander tem a mesma perspectiva, ele reforça que o setor aéreo se encaixa no segmento de economia cíclica, ou seja, a empresa precisa que o consumo esteja aquecido para ter um bom desempenho. No entanto, a manutenção da taxa básica de juros da economia, a Selic, em 10,50%, deixa claro que a economia não vai reaquecer, visto que o juro elevado arrefece o crescimento econômico. Para ele, esse fator impacta negativamente na empresa.

O Santander tem recomendação de manutenção para as ações da companhia aérea com preço-alvo de R$ 16,50, uma potencial alta de 124,8% em relação ao fechamento desta sexta-feira. “Enxergamos outras ações muito mais atrativas que a Azul para o investidor no momento”, ressalta Peretti, da Santander Corretora.

Assaí e Carrefour decepcionam mercado

O Assaí (ASAI3) foi a segunda maior queda do Ibovespa em maio, a ação recuou 15,11% e encerrou o dia a R$ 10,34. O papel não foi o único do setor a cair com força e a decepcionar os investidores. O Carrefour (CRFB3) também teve um desempenho negativo e foi a quarta maior queda do Ibovespa no mês após recuar 9,07% e fechar o pregão desta sexta-feira a R$ 9,02.

De acordo com Fernando Siqueira, o recuo aconteceu devido à manutenção dos juros em 10,50%. Com a Selic elevada, as varejistas tendem a ser impactadas, mesmo sendo do setor de alimentos, o qual é mais resiliente. Ainda que as ações tenham caído no mês, ele diz acreditar que as duas empresas podem ser atrativas para o investidor.

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Entretanto, ele não considera o Assaí e o Carrefour como as melhores do varejo alimentício. Segundo Siqueira, o Grupo Mateus é muito mais bem posicionado. “O Assaí é extremamente resiliente pelo fato de ser uma empresa de atacarejo, mas preferimos o Grupo Mateus por ser um pouco menos volátil e estar sendo negociado a um preço atraente para o investidor”, diz Siqueira.

O Santander também prefere o Grupo Mateus no setor de supermercados. Para Peretti, Assai e Carrefour também são companhias interessantes, no entanto, os fundamentos do Grupo Mateus aparentam estar mais fortes. Ele explica que Assaí e Carrefour caíram forte neste mês após o mercado precificar um menor volume de vendas dessas empresas no segundo trimestre de 2024 em relação ao segundo trimestre de 2023. Essa perspectiva acontece devido à páscoa, que no ano passado foi em abril e em 2024 foi em março.

“Ou seja, devido ao feriado ocorrer antes, o mercado precificou um resultado um pouco menor. Mesmo assim, ainda gostamos de Assaí e Carrefour, vemos o setor de varejo alimentício como resiliente, mas ainda temos o Grupo Mateus como preferido para uma tese de longo prazo”, explica Peretti.

O Santander tem recomendação de compra para as ações do Assaí com preço-alvo de R$ 17,00, alta de 64,4% em relação ao fechamento desta sexta. Para o Carrefour, a indicação também é de compra com preço-alvo de R$ 16,00, um possível avanço de 77,4%. Já para a sua favorita do setor, o Grupo Mateus, a corretora do banco espanhol reafirma compra com preço-alvo de R$ 10,10, um crescimento de 45,7%.

Yduqs tem a terceira pior queda do Ibovespa e Dexco fecha o ranking

A terceira pior ação do Ibovespa em junho foi a Yduqs (YDUQ3), a companhia teve uma queda de 14,04%, a R$ 10,41. Segundo Peretti, a empresa é uma small caps e isso faz com que ela tenha uma forte volatilidade no mercado. Já Siqueira, da Guide, lembra que a empresa sofreu recentemente devido à decisão do STF divulgada no último dia 10 de junho.

O STF decidiu que a criação dos novos cursos de medicina dependerá do chamamento público e que não podem acontecer livremente da forma como as companhias desejavam. “A notícia não foi bem recebida pelo mercado, visto que a empresa é uma das interessadas em abrir novos cursos”, diz Siqueira.

A Guide não tem recomendação de compra para a Yduqs, o analista vê o papel como algo muito arriscado para o investidor. Já o Santander tem recomendação de compra com preço-alvo de R$ 31,00, uma alta de 197% em relação ao fechamento desta sexta. O especialista, no entanto, aponta que a Ânima é sua empresa favorita do setor.

“A ação é menos volátil e por isso é mais atrativa”, afirma Peretti. O Santander tem recomendação de compra para as ações da Ânima com preço-alvo de R$ 6,70, uma possível alta de 112,7% na comparação com o fechamento desta sexta-feira (28).

Já a quinta e pior ação do Ibovespa foi a Dexco (DXCO3). O analista da Guide comenta que a queda do papel aconteceu por causa da manutenção da Selic. A ação recuou 8,47% em junho e terminou o mês cotada a R$ X.

“A empresa depende muito do ciclo do mercado imobiliário. Está mais ou menos no mesmo bolo das construtoras e, como o mercado preferiu migrar para exportadores e empresas menos arriscadas e cíclicas, ela acabou sofrendo”, explica Siqueira. Justamente por ser muito suscetível a juros, o analista não recomenda compra para ação.

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