• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Especialistas explicam como o aumento da Selic impacta o Ibovespa

Alguns setores podem ter vantagens, mas no geral renda variável perde atratividade

Por Rebeca Soares

10/12/2021 | 3:00 Atualização: 10/12/2021 | 7:49

No geral, toda a renda variável é penalizada por conta da maior atratividade para a renda fixa Foto: Envato Elements
No geral, toda a renda variável é penalizada por conta da maior atratividade para a renda fixa Foto: Envato Elements

Com a Selic (taxa básica de juros) fechando o ano a 9,25%, 7,25 pontos percentuais a mais do que no início de 2021, alguns segmentos da economia sofrem maior impacto. Em geral, a renda variável perde atratividade e alguns setores da Bolsa tendem a despencar, como foi visto ao longo do ano.

Leia mais:
  • “A renda fixa nunca esteve morta”, diz economista-chefe do Original
  • Como ficam os investimentos com a Selic a 9,25% ao ano
  • As ações mais recomendadas para dezembro
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Setores como varejo e construção civil sofrem com o encarecimento e consequente perda de atratividade de consumidores e investidores. “Uma vez que tem essa subida nos juros e você deixa a renda fixa mais atrativa, o carrego da renda fixa fica maior, fazendo com que os investidores sejam levados a migrar da Bolsa para ativos dessa classe. Ou seja, o impacto não é apenas em preços de ações”, aponta Antonio Carlos Pedrolin, líder de mesa de renda variável da Blue3.

Construção do cenário

Viviane Vieira, operadora de renda variável da B.Side Investimentos, aponta que em 2020 houve um cenário diferente do atual. “Tinha muito estímulo para a Bolsa por conta dos juros baixos. Somado à isso, a pandemia causou um aumento grande de e-commerce e tecnologia, tornando os investimentos nessas empresas bastante interessantes”, aponta.

Por outro lado, Vieira destaca que 2021 sofreu as consequências do ano anterior com uma inflação mais intensa, fazendo com que o BC a controle via alta de juros. “Quando retira-se o estímulo monetário que tínhamos antes, acaba impactando sobretudo o varejo, onde víamos uma alta mais específica”, indica.

Segmentos impactados negativamente

O principal setor impactado com o crescimento dos juros é o varejo, que não por acaso é formado por  empresas do lado negativo do Ibovespa. Magazine Luiza (MGLU3) cai 74,83% no acumulado anual, seguido por Via (VIIA3), Pão de Açúcar (PCAR3) e Americanas (AMER3), com tombos respectivos de 66,83%, 69,77% e 63,01%.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Ao parcelar as compras, os consumidores conseguem adequar-se ao tamanho do bolso quando os juros não estão elevados, explica Vieira. Por conta disso, varejistas acabam sofrendo mais.

A operadora de renda variável ainda destaca que algumas empresas até tentaram segurar preços ao máximo, mas chegou uma hora que foi necessário repassá-los ao consumidor, encarecendo o produto e diminuindo as vendas.

Ela indica que os investidores que buscam papéis de varejo na carteira devem procurar empresas direcionadas para as classes mais altas e que tenham portfólio de atuação amplo.

Outro setor impactado, segundo a especialista, é o de companhias voltadas para tecnologia. “Esse segmento precisa muito de capital para inserir dinheiro e assim crescer com número de clientes e contas ativas, por isso chamamos empresas de growth. Quando tem aumento de juros, esse custo de capital também fica mais caro”, afirma Vieira.

Publicidade

Ela ainda complementa listando o setor imobiliário. Segundo Vieira, Cyrela (CYRE3), Eztec (EZTC3) e Gafisa (GFSA3) são ativos que apresentaram perdas expressivas, já que os financiamentos também ficam mais custosos com a Selic elevada, sem contar a inflação nos custos com material de construção.

“Não quer dizer que as empresas vão quebrar, mas é um momento mais desafiador. Para quem tem essas empresas na carteira, deve olhar para um horizonte bem maior”, complementa Vieira.

Outro ponto de atenção são para as empresas mais endividadas, como destaca Antônio Sanches, especialista em investimentos da Rico. “As empresas mais endividadas acabam sofrendo porque, quanto maior a taxa de juros, mais a dívida daquela empresa vai crescer ao longo do tempo. Além disso, alguns setores exigem maior alavancagem, como empresas de aviação e construção civil, que têm custos elevados para as produções”, aponta.

Paloma Brum, analista de investimentos na Toro, destaca ainda o impacto no setor de educação. Segundo ela, neste cenário as despesas tendem a ser reduzidas, focadas no consumo de itens essenciais. “O orçamento das famílias para serviços de educação, principalmente de grau superior, tende a ser prejudicado, afetando as empresas do setor, que podem sofrer com o aumento da evasão e da taxa de inadimplência entre os atuais matriculados, além da queda na captação de novos alunos”, explica Brum.

Setores que podem ser beneficiados

Apesar dos impactos negativos para a classe em geral e para determinados setores, existem possibilidades de ganhos.

Publicidade

Pedrolin, da Blue3, destaca que bancos e seguradoras podem receber impacto positivo em decorrência do aumento da Selic. O primeiro deles consegue realizar o repasse das operações de crédito. “Além disso, os bancos também fazem aplicações nas curvas de juros, à medida que o juros cresce, a receita financeira e o rendimento dos caixas também aumentam”, aponta. Já as seguradoras recebem o prêmio do segurado e aplicam esse valor em renda fixa. Dessa forma, o rendimento caixa e a receita também crescem.

As empresas de valor devem ser as que têm destaque maior e devem continuar no mesmo caminho, segundo a operadora de renda variável da B.Side, como é o caso de bancos e companhias de saneamento, gás e energia.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • construção civil
  • Conteúdo E-Investidor
  • Ibovespa
  • Taxa Selic
  • Varejo
Cotações
04/01/2026 22h36 (delay 15min)
Câmbio
04/01/2026 22h36 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Como ganhar R$ 5 mil por mês com o investimento que virou febre do mercado em 2025

  • 2

    Bitcoin começa o ano sob nova lógica de preço

  • 3

    Mega da Virada: seis apostas levam quase R$ 182 milhões cada uma; veja quanto rende esse valor investido

  • 4

    Antes de cortar gastos em 2026, faça este exercício (ou suas metas financeiras vão fracassar)

  • 5

    Revenda de bolsas de luxo esfria e muda planos da Geração Z; entenda

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Valores remanescentes do FGTS podem ser sacados em fevereiro de 2026; veja datas
Logo E-Investidor
Valores remanescentes do FGTS podem ser sacados em fevereiro de 2026; veja datas
Imagem principal sobre o Saiba onde atualizar os dados do Bolsa Família para não perder o benefício
Logo E-Investidor
Saiba onde atualizar os dados do Bolsa Família para não perder o benefício
Imagem principal sobre o Veja datas do saque do FGTS em fevereiro de 2026
Logo E-Investidor
Veja datas do saque do FGTS em fevereiro de 2026
Imagem principal sobre o 8 maiores prêmios de loterias dos Estados Unidos; veja lista
Logo E-Investidor
8 maiores prêmios de loterias dos Estados Unidos; veja lista
Imagem principal sobre o Lotofácil de hoje (02): CONCURSO 3577 SERÁ EM NOVO HORÁRIO
Logo E-Investidor
Lotofácil de hoje (02): CONCURSO 3577 SERÁ EM NOVO HORÁRIO
Imagem principal sobre o Calendário do 2º semestre do Bolsa Família de 2026; veja as datas
Logo E-Investidor
Calendário do 2º semestre do Bolsa Família de 2026; veja as datas
Imagem principal sobre o Calendário do 1º semestre do Bolsa Família de 2026; veja as datas
Logo E-Investidor
Calendário do 1º semestre do Bolsa Família de 2026; veja as datas
Imagem principal sobre o Como receber o benefício do INSS em 2026
Logo E-Investidor
Como receber o benefício do INSS em 2026
Últimas: Mercado
Calendário econômico da semana testa inflação, emprego e atividade no arranque de 2026
Mercado
Calendário econômico da semana testa inflação, emprego e atividade no arranque de 2026

IPCA, produção industrial e balança comercial no Brasil dividem o foco com PMIs do ISM, payroll nos EUA e dados de inflação na China e na Europa

04/01/2026 | 07h30 | Por Igor Markevich
Dividendos da semana: Vale, Allos, Guararapes e Tenda lideram pagamentos; veja calendário completo
Mercado
Dividendos da semana: Vale, Allos, Guararapes e Tenda lideram pagamentos; veja calendário completo

Entre 5 e 9 de janeiro, empresas como Banrisul, Vittia, Desktop e Mitre Realty também remuneram acionistas

04/01/2026 | 07h00 | Por Igor Markevich
Ibovespa hoje: Minerva (BEEF3) despenca após restrições da China contra carne brasileira; GPA (PCAR3) se destaca
Mercado
Ibovespa hoje: Minerva (BEEF3) despenca após restrições da China contra carne brasileira; GPA (PCAR3) se destaca

Índice abriu primeiro pregão de 2026 em alta, mas perdeu fôlego ao longo do dia. Veja destaques

02/01/2026 | 19h01 | Por Jenne Andrade
Ibovespa termina 1ª semana de 2026 em queda: SLCE3 salta 14% e BEEF3 recua com restrições da China
Mercado
Ibovespa termina 1ª semana de 2026 em queda: SLCE3 salta 14% e BEEF3 recua com restrições da China

Índice da Bolsa terminou o período em queda de 0,22%, passando de 160.896,64 pontos para 160.538,69 pontos; veja as principais ações em alta e em baixa

02/01/2026 | 18h57 | Por Jenne Andrade

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador