• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Banco Inter: com Selic a 2%, o investidor deve diversificar o portfólio

Rafaela Vitória, economista-chefe do banco, diz que o juro baixo ainda vai fazer a renda fixa perder para a inflação em 2021

Por Isaac de Oliveira

20/01/2021 | 20:05 Atualização: 21/01/2021 | 7:13

Rafaela Vitória, economista-chefe do Banco Inter (Foto: Divulgação)
Rafaela Vitória, economista-chefe do Banco Inter (Foto: Divulgação)

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central manteve, pela quinta reunião consecutiva, a Taxa Selic em 2% ao ano, como já era esperado pelo mercado. Com isso, a expectativa é que os investimentos de renda fixa, que acompanham a taxa básica de juros do Brasil de perto, devem continuar perdendo para a inflação, mesmo com as prováveis altas que o comitê deverá fazer ao longo deste ano. A avaliação é de Rafaela Vitória, economista-chefe do Banco Inter (BIDI11).

Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

“É muito importante o investidor diversificar sua carteira de investimentos. Se ficar 100% em CDI, vai perder poder de compra do seu patrimônio”, afirma Vitória.

Para a economista do banco digital, a manutenção da taxa no piso histórico já era esperada. A surpresa pode vir, e dividir o mercado, acerca do “forward guidance” (orientação futura), com uma indicação de que os juros permanecerão baixos por mais tempo.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Na visão da especialista, o comitê fez o que foi necessário no período de crise, mas questiona sobre o corte brusto na faixa dos 2% ao ano. “Quando se estava no momento crítico de crise, até julho, não se tinha essa visão que temos hoje. O Copom aplicou um estímulo extraordinário, mas que se fazia necessário naquela época”, diz Vitória.

Ao final deste ano, a economista-chefe do Inter projeta uma Selic de 3,5%. No final de 2022, a previsão é de 5,5%.

Confira a íntegra da entrevista.

E-Investidor: O mercado esperava a manutenção da taxa no piso de 2%. Qual seria o efeito da elevação da taxa?  

Publicidade

Rafaela Vitória: O Copom tem comunicado a sua prescrição futura de política monetária com bastante clareza nas últimas reuniões. E na última, deixou bem claro, inclusive, que ainda era mantido o que chamamos de “forward guidance” (orientação futura), de uma manutenção dos juros. Não tivemos uma mudança de cenário de lá para cá, que justificasse qualquer alteração.

Existe uma indefinição ainda sobre o que o comitê vai fazer com o forward guidance. A maioria dos analistas espera que ele retire essa prescrição. Uma surpresa poderia vir se ainda mantiver esse forward guidance, os juros baixos por um prazo mais longo. Ou seja, um Copom um pouco mais dovish do que a maioria espera.

É possível esperar uma sinalização de quando a taxa voltará a subir?

Está cedo ainda para avisar quando deve começar o processo de normalização da Selic. Na nossa opinião, pode começar entre maio e junho. Provavelmente, na próxima reunião, que é em março, o comitê pode dar uma sinalização mais forte do que espera fazer na sequência.

Publicidade

O recuo a 2% a.a. foi além do necessário? Quanto seria o ideal?

Quando olhamos para trás e vemos o resultado da política monetária, é mais fácil fazer essa avaliação. Mas quando se estava no momento crítico de crise, até julho, não se tinha essa visão que temos hoje. O Copom aplicou um estímulo extraordinário, mas que se fazia necessário naquela época.

Hoje vemos que a economia se recuperou mais rápido. O impacto do auxílio emergencial foi muito mais forte do que se esperava, assim como a a combinação das políticas fiscal e monetária expansionistas leva tempo para tomar efeito. Olhando para trás, é possível dizer que ter parado em 3% fosse suficiente. Mas naquela época não.

Mas a Sra. avalia que a redução poderia ter parado em outro percentual? 

Publicidade

Acho que o comitê deu o estímulo que era necessário. O mais importante é a gente pensar agora para frente, em qual patamar da Selic a gente deve chegar até o final do ano, como vai ser esse processo de normalização da taxa nos próximos meses. É necessário agora fazer esses aumentos e retirar todo esse estímulo mais forte da taxa. Inclusive, deve começar até um pouco mais cedo do que o mercado acredita. A partir de maio, junho, já devemos começar a ver a Selic subindo, pois estaria de acordo com o cenário que temos de recuperação econômica e de inflação na meta em 2022.

Qual a sua previsão para a Selic neste ano e em 2022?

Nosso cenário base hoje é de uma Selic de 3,5% até o final do ano. Estamos com um viés de uma alta que possa ser um pouquinho maior, porque estamos revendo as nossas projeções para o PIB e estamos um pouco mais otimista. Em 2020, esperamos que a Selic chegue a 5,5%.

Com a manutenção da taxa em 2%, o cenário de investimentos permanece como está? Dá para ficar na renda fixa ou o investidor tem que ir para a renda variável mesmo?

Publicidade

Se olhar 2020, a Selic ficou abaixo da inflação no ano. Olhando para 2021, mesmo com essas altas, a taxa ao longo do ano vai perder para a inflação. É muito importante o investidor diversificar sua carteira de investimentos. Se ficar hoje 100% em CDI ele vai perder poder de compra do seu patrimônio.

Como o investidor pode proteger sua carteira? Investindo com mais risco?

É muito importante diversificar o portfólio. Temos recomendado investimentos atrelados à inflação em uma parte da carteira. Os juros reais no Brasil ainda são positivos, no setor de crédito privado, nos títulos mais longos do governo. Quando você tem a correção da inflação nesses títulos, você protege o seu investimento da perda do poder de compra.

Como diversificar, por exemplo, uma carteira conservadora, que não suporta muitos riscos?

Publicidade

Temos um passado histórico no Brasil de que o investidor conservador fica 100% no CDI, porque o CDI sempre teve uma taxa muito elevada, acima da inflação, e os juros eram muito altos. Mas esse cenário mudou. Não só com a pandemia. Tivemos algumas reformas no Brasil, temos um ambiente de juros lá fora muito baixo, que acaba refletindo aqui também. Então o investidor conservador precisa ter alguns ativos de risco na sua carteira. Logicamente, o perfil mais conservador vai fazer uma alocação menor. A recomendação é ter 5% do seu patrimônio em bolsa, ter 10% em fundos imobiliários e ter uma parcela da renda fixa atrelada à inflação.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Banco Inter
Cotações
08/01/2026 8h39 (delay 15min)
Câmbio
08/01/2026 8h39 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Aposta de US$ 30 mil vira mais de US$ 400 mil após captura de Maduro e levanta suspeitas de insider trading

  • 2

    Carteiras recomendadas para janeiro de 2026 mostram como bancos equilibram oportunidades e risco eleitoral

  • 3

    Nem Venezuela, nem eleições: Ibovespa deve ignorar incertezas e chegar a 192 mil pontos em 2026, diz Ágora

  • 4

    Veja quais ações você deve comprar (ou evitar) em 2026, um ano eleitoral e com Selic menor

  • 5

    Pé-de-Meia 2026: veja o calendário de pagamentos para estudantes que concluíram o ensino médio

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Quando o pagamento do Bolsa Família será antecipado em 2026?
Logo E-Investidor
Quando o pagamento do Bolsa Família será antecipado em 2026?
Imagem principal sobre o Como usar o ventilador estrategicamente para gastar menos na conta de luz?
Logo E-Investidor
Como usar o ventilador estrategicamente para gastar menos na conta de luz?
Imagem principal sobre o CadÚnico: como funciona o sistema de alerta por cores do app
Logo E-Investidor
CadÚnico: como funciona o sistema de alerta por cores do app
Imagem principal sobre o Bolsa Família: como fazer a atualização presencial no CRAS?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: como fazer a atualização presencial no CRAS?
Imagem principal sobre o Como funcionam as bandeiras tarifárias na conta de luz?
Logo E-Investidor
Como funcionam as bandeiras tarifárias na conta de luz?
Imagem principal sobre o Como vai funcionar a emissão digital do Documento Único de Arrecadação no IPVA do Espírito Santo?
Logo E-Investidor
Como vai funcionar a emissão digital do Documento Único de Arrecadação no IPVA do Espírito Santo?
Imagem principal sobre o Tenho direito ao saldo retido do FGTS? Veja como tirar a dúvida de forma online
Logo E-Investidor
Tenho direito ao saldo retido do FGTS? Veja como tirar a dúvida de forma online
Imagem principal sobre o FGTS: é possível sacar o valor com o saldo bloqueado por antecipação do saque-aniversário?
Logo E-Investidor
FGTS: é possível sacar o valor com o saldo bloqueado por antecipação do saque-aniversário?
Últimas: Mercado
CDBs do Banco Master: a peça que está impedindo o FGC de pagar os investidores
Mercado
CDBs do Banco Master: a peça que está impedindo o FGC de pagar os investidores

Fundo Garantidor de Crédito irá ressarcir até R$ 250 mil investidos em CDBs do Master, incluindo os juros devidos até a data da liquidação

08/01/2026 | 05h30 | Por Jenne Andrade
Ibovespa hoje acompanha crise do Master e tensões entre EUA e Venezuela antes do payroll
Mercado
Ibovespa hoje acompanha crise do Master e tensões entre EUA e Venezuela antes do payroll

O tom negativo no exterior também pode pesar na Bolsa hoje, embora a alta do petróleo seja favorável. Veja o que esperar do pregão

08/01/2026 | 04h30 | Por Camilly Rosaboni
Ibovespa hoje: Cogna (COGN3) salta 7,5%; Assaí (ASAI3) e Axia (AXIA6) derretem
Mercado
Ibovespa hoje: Cogna (COGN3) salta 7,5%; Assaí (ASAI3) e Axia (AXIA6) derretem

Índice caiu com grandes bancos, ignorando alta de ações da Vale (VALE3) e Petrobras (PETR3;PETR4)

07/01/2026 | 19h45 | Por Beatriz Rocha
Cogna (COGN3) e Ânima (ANIM3) saltam com relatório do JPMorgan; Yduqs (YDUQ3) cai
Mercado
Cogna (COGN3) e Ânima (ANIM3) saltam com relatório do JPMorgan; Yduqs (YDUQ3) cai

O banco atualizou suas estimativas para as empresas de educação em 2026 e ajustou preferências

07/01/2026 | 15h49 | Por Beatriz Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador