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Mercado

Juro alto no mundo aumenta chance de volta da ‘maldição de maio’ na B3

A escalada inflacionária é um dos principais motivos para o quadro desfavorável na bolsa brasileira

Por Estadão Conteúdo

10/05/2022 | 3:21 Atualização: 10/05/2022 | 7:46

É importante saber como a inflação afeta os investimentos para conseguir proteger o seu patrimônio. (Fonte: Shutterstock)
É importante saber como a inflação afeta os investimentos para conseguir proteger o seu patrimônio. (Fonte: Shutterstock)

Maria Regina Silva – O Ibovespa já caminha para retomar a tradição do “sell in may and go away” (venda em maio e vá embora) após subir três anos seguidos no quinto mês do ano. A possibilidade de juros altos no mundo por mais tempo que o estimado pelo mercado na tentativa de conter a escalada inflacionária é um dos principais pontos a justificar o quadro desfavorável para a bolsa brasileira neste mês.

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Com o aperto monetário especialmente em economias desenvolvidas, como a dos Estados Unidos, a tendência é que os investidores se apoiem nesses portos seguros. Ainda que os recursos fiquem no Brasil, o dinheiro tende a ir para a renda fixa, que tem sido um forte chamariz com a Selic a 12,75% e, segundo especialistas, perspectiva de que o Banco Central vá demorar para iniciar um afrouxamento monetário.

“Há uma tendência de instabilidade em meio à remuneração mais agressiva na renda fixa. Com o calendário no Congresso fechando [diante da proximidade das eleições], podemos ter um mês de maio tão desafiador quanto foi abril”, afirma João Negrão, assessor de investimentos da SVN.

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Em abril, o índice Bovespa fechou em queda de 10,10%, com saída de R$ 7,67 bilhões em investimentos estrangeiros. Em maio, até o fechamento desta segunda-feira (9), acumulava queda de 4,29%. A saída de capital externo neste mês foi de R$ 7,875 bilhões até quinta (5), sendo quatro sessões de retirada.

“Já houve muita saída [dia, 4, de R$ 2,309 bi]. Difícil dizer que chegamos ao fundo do poço. Não há sinais claros, mas evidências. No entanto, a balança ainda está positiva [acumulado em 2022 é de R$ 49,775 bilhões até quinta-feira]”, completa Negrão, da SVN.

A falta de perspectiva de uma solução para o conflito russo-ucraniano e as medidas restritivas na China no combate à covid-19 seguem pressionando a cadeia global de suprimentos, o que resulta em mais inflação. Neste cenário, a tendência é de custos maiores para as empresas e desempenho menos robustos em seus balanços.

A indicação, por ora, diz Rodrigo Knudsen, sócio da Vitreo, é de um mês de maio volátil para o Ibovespa, dado que os problemas que têm causado incerteza nos investidores continuam pendentes. “Volatilidade com algum viés de queda deve ser a tônica. Não vejo muita coisa acontecendo em termos de melhora dos mercados. Se o lockdown na China e a guerra acabarem, podem dar algum alívio”, afirma.

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Para Cesar Mikail, gestor de renda variável da Western Asset, os mercados já consideram em seus cenários que a guerra na Ucrânia se alongará. A novidade, diz, é que há uma tensão maior no mundo diante da expectativa de desaceleração global, principalmente da China, juntamente com a falta de insumos e de matérias-primas.

“Parte da inflação é por demanda e uma outra parcela é por conta da oferta de produtos. A cadeia continua sofrendo impactos”, afirma. Conforme Mikail, um alerta importante veio recentemente da Apple.

Após informar recorde de receita no trimestre até março de US$ 97,3 bilhões, alta de 9% na comparação com o ano passado, estimou impacto de US$ 4 bilhões a US$ 8 bilhões em seus negócios por conta de restrições de fornecimento causadas por interrupções relacionadas à covid-19.

“Se vemos uma empresa como a Apple dando esses sinais, o que pensar? O mercado se pergunta até onde o juro vai parar, dado que aumentou a probabilidade de recessão [nos EUA]”, acrescenta o gestor da Western.

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Pedro Galdi, da Mirae Asset, lembra das férias no Hemisfério Norte no meio do ano e da disputa eleitoral no Brasil, em seguida, que tendem a reforçar o ambiente de cautela e de volatilidade nos mercados. “O Ibovespa fechou a semana em queda e o investidor terá de continuar olhando para frente, para essa questão do Fed [aumento dos juros], que chama dinheiro, o chamado smart money. Consequentemente, podemos ter um mês com a expressão ‘sell in may’ de volta. Psicologicamente isso acaba influenciando”, diz Galdi.

O Brasil ainda ocupa posição de destaque entre pares emergentes, pondera o gestor de renda variável da Western. Em sua visão, a não ser que aconteça uma correção muito forte nos preços de commodities – o que não está em seu cenário, por ora -, o quadro não deve ser totalmente desfavorável ao índice Bovespa. Ele, porém, não descarta volatilidade. “Dito isso, o Brasil ainda está descontado. Começamos a fazer ajuste nos juros primeiro, e estamos no final [do ciclo de alta]. A Selic pode subir um pouco mais e o mercado está colocando isso no preço”, afirma Mikail.

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