• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

BBI rebaixa preço-alvo do Magazine Luiza (MGLU3); o que aconteceu com a varejista?

Banco, no entanto, diz que observa sinais positivos como queda no desemprego e aumento da renda das famílias, o que pode favorecer o consumo e beneficiar o setor varejista

Por Murilo Melo

29/08/2024 | 12:19 Atualização: 29/08/2024 | 14:02

Foto: Adobe Stock
Foto: Adobe Stock

O BB Investimentos (BBI) revisou o preço-alvo das ações do Magazine Luiza (MGLU3), ajustando a projeção para o final de 2025 de R$ 36,80 para R$ 20,30. Essa mudança, diz o banco, reflete a necessidade de adaptar o valuation da empresa — processo de estimar o valor econômico da companhia — aos resultados recentes e ao atual cenário macroeconômico. Apesar da redução no preço-alvo, a recomendação de compra anunciada em relatório no dia 4 de junho foi mantida, indicando que os analistas veem potencial para uma recuperação das ações da companhia.

Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

À época, o banco disse que a empresa apresentava um crescimento nas margens e um aumento na posição de caixa no primeiro trimestre deste ano. Segundo cálculos das analistas do BB Investimentos, Georgia Jorge e Andréa Aznar, o papel da varejista tendia a terminar este ano cotado a R$ 36,80. Hoje, no entanto, o Magazine Luiza ocupa a sexta posição entre as baixas do dia no Ibovespa. Às 11h30, a companhia registrava queda de 3,19% quando comparado ao dia anterior, com ações sendo negociadas a R$ 12,76.

Desde o início de 2024, as ações do Magazine Luiza sofreram uma queda de mais de 37%, segundo levantamento do BBI. Esse desempenho negativo é atribuído, em grande parte, à manutenção da taxa básica de juros, a Selic, em níveis elevados e à abertura da curva longa de juros, que afeta diretamente os papéis cíclicos na Bolsa de Valores. Outros fatores que contribuíram para a queda, conforme o banco, incluem o cenário macroeconômico desafiador e o aumento do custo de crédito para os consumidores.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

No entanto, o BB Investimentos vê sinais positivos no horizonte. “Os dados macroeconômicos são, em sua maioria, favoráveis ao consumo e indicam uma possível recuperação do setor varejista”, diz o relatório. Entre os fatores citados estão a queda no desemprego, o aumento da renda das famílias, a redução do endividamento e uma melhora na confiança do consumidor. Esses elementos sugerem um cenário mais otimista para empresas de varejo, como o Magazine Luiza, nos próximos trimestres.

Além disso, a empresa tem demonstrado resiliência, com boas expectativas para os resultados futuros. O BB Investimentos destaca que, mesmo com a revisão para baixo do preço-alvo, ainda há um potencial elevado de valorização das ações do Magazine Luiza. “Mantemos nossa recomendação de compra para MGLU3, pois acreditamos que a companhia está bem posicionada para aproveitar um ambiente de melhora no consumo”, afirma a análise.

BTG mantém recomendação para ações do Magalu (MGLU3) após balanço

No início deste mês, o BTG Pactual (BPAC11) manteve a recomendação de compra para as ações do Magazine Luiza após avaliar que os resultados do segundo trimestre mostraram uma tendência de melhora suave das vendas, apesar do que chamou de “ambiente desafiador para o comércio eletrônico”.

Os analistas do banco citaram, por exemplo, que o GMV (Gross Merchandise Volume ou volume bruto de mercadorias) do comércio eletrônico cresceu 1% na comparação anual (2% abaixo da previsão do BTG), enquanto o GMV total também cresceu, 4,5% na base anual, para R$ 15,4 bilhões (apesar de 1% abaixo da estimativa do BTG).

Um dos maiores destaques positivos, de acordo com o BTG, foi a rentabilidade, devido ao aumento das receitas de serviços e a uma abordagem mais racional da companhia.

Publicidade

“Apesar da reintrodução do imposto DIFAL [Diferencial de Alíquota do ICMS] no início do ano passado (negativamente impactando a margem bruta), o segundo trimestre continuou a mostrar a tendência de melhoria como nos trimestres anteriores (com a empresa repassando o efeito da maior carga tributária sobre os preços)”, explicaram os analistas Luiz Guanais, Gabriel Disselli e Pedro Lima, em relatório.

Na Luizacred, financeira do grupo, os analistas afirmaram que o lucro líquido foi mais forte, com provisões menores novamente.

Na avaliação do BTG, desde 2022, as ações do Magazine Luiza têm sofrido com o crescimento mais lento do GMV on-line, dada a sua exposição a categorias altamente cíclicas, como eletrônicos e eletrodomésticos. Além disso, a taxa de juros afeta os resultados da Luizacred e há um alto custo de financiamento para desconto de recebíveis, prejudicando os resultados financeiros.

Porém, os últimos três trimestres, segundo os estrategistas, mostraram “sinais encorajadores”, com melhor tendência para a rentabilidade. “A companhia deverá se beneficiar de melhores condições macroeconômicas e de uma abordagem mais racional para cobrar taxas e do seu modelo de negócios multicanal para alavancar a operação, enquanto a rentabilidade e o fluxo de caixa livre deverão ser positivos nos próximos trimestre, sustentando nossa recomendação de compra”, reiteraram.

Publicidade

O BTG Pactual tem preço-alvo de R$ 25,00 para as ações do Magazine Luiza e de US$ 4,44 para as ADRs, um potencial de valorização sobre o fechamento de ontem de 105% e 104,6%, respectivamente.

Itaú BBA prevê alta para as ações do Magazine Luiza (MGLU3)

As ações do Magazine Luiza  podem subir 11,44% até o fim de 2024, mostra relatório do Itaú BBA enviado ao mercado no dia 2 de julho. O banco classifica a ação do Magalu como market perform, desempenho dentro da média do mercado, que é equivalente a recomendação neutra.

O Itaú BBA calcula um preço-alvo de R$ 15 para a ação do Magalu para fim de 2024. As estimativas de alta para a ação do Magazine Luiza acontecem devido  às projeções da instituição financeira para o balanço da varejista no segundo trimestre de 2024.

Os especialistas dizem acreditar que a companhia deve reverter o prejuízo líquido ajustado de R$ 199 milhões para um lucro de R$ 2 milhões no período. Essa melhora, segundo os especialistas, deve acontecer dom a evolução da receita líquida da varejista. O banco estima um crescimento de 5,4% na receita líquida na comparação entre o segundo trimestre de 2024 e o mesmo intervalo em 2023. O montante deve ir dos R$ 8,57 bilhões para R$ 9,03 bilhões.

Na visão do BBA, o crescimento deve ser impulsionado pelas Vendas das Mesmas Lojas (SSS, na sigla em inglês), que devem crescer cerca de 15% na comparação entre o segundo trimestre de 2024 e o segundo trimestre de 2023. As vendas das mesmas lojas é um indicador que mede quanto uma mesma loja, que existe a mais de 12 meses, vendeu a mais ou a menos que o mesmo período do ano anterior.

Publicidade

Em outro relatório divulgado no fim de junho, os especialistas comentam o motivo para a recomendação neutra. A equipe do Itaú BBA reconhece a melhora do resultado financeiro da varejista nos últimos dois trimestres. No entanto, eles dizem que preferem esperar por um ponto de entrada melhor na ação. Isso porque o faturamento da companhia ficou abaixo do esperado no primeiro trimestre de 2024.

“Atualmente vemos as ações negociadas a um prêmio de 50% sobre a média do setor varejista. Entretanto, reconhecemos haver um risco ascendente para as nossas estimativas no caso de tendências de receita menores do que o previsto, levando potencialmente a maiores ganhos de endividamento (alavancagem) do Magazine Luiza (MGLU3)”, explicam Thiago Macruz e sua equipe.

Varejista reverte prejuízo no 1T24

O Magazine Luiza (MGLU3) apresentou um lucro líquido de R$ 27,9 milhões no primeiro trimestre de 2024 (1T24), revertendo o prejuízo de R$ 391,2 milhões registrado no mesmo período do ano anterior (1T23). No conceito ajustado, a empresa reportou um lucro de R$ 29,8 milhões, em comparação ao prejuízo de R$ 309 milhões de um ano antes.

De acordo com o novo balanço do Magazine Luiza, esse resultado foi influenciado pelo aumento anual de 3,1% nas vendas totais, que somaram R$ 16,02 bilhões no trimestre. O Ebitda ajustado, que representa o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, também apresentou crescimento, atingindo R$ 688 milhões no 1T24, um aumento de 54% em relação ao mesmo período do ano passado. A margem Ebitda alcançou 7,4%, o que representa uma melhora de 2,5 pontos percentuais em comparação ao 1T23. As informações foram divulgadas pela empresa em 9 de maio.

 

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Ações
  • Conteúdo E-Investidor
  • Ibovespa
  • Magalu (MGLU3)
  • Magazine Luiza
  • Varejo
Cotações
24/02/2026 0h01 (delay 15min)
Câmbio
24/02/2026 0h01 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Existe um custo invisível nas compras em dólar; descubra os cartões que escapam dele

  • 2

    Quer cortar gastos mensais? Comece pela conta de internet e pelos serviços de streaming

  • 3

    Revés nas tarifas comerciais de Trump na Justiça reforça tese de dólar fraco e sustenta rali na Bolsa

  • 4

    Ibovespa hoje fecha em queda com desdobramentos da tarifa global de Trump e projeções do Focus

  • 5

    Crise no BRB muda a percepção de risco e traz alerta para investidores; veja o que fazer

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: quem pode alterar os dados bancários para receber restituição?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: quem pode alterar os dados bancários para receber restituição?
Imagem principal sobre o Pix fora do ar? Veja como funciona o TED para pagamentos
Logo E-Investidor
Pix fora do ar? Veja como funciona o TED para pagamentos
Imagem principal sobre o IPVA de São Paulo 2026: qual placa tem o vencimento hoje (23)?
Logo E-Investidor
IPVA de São Paulo 2026: qual placa tem o vencimento hoje (23)?
Imagem principal sobre o Pix fora do ar? Entenda o que acontece com o dinheiro durante instabilidades
Logo E-Investidor
Pix fora do ar? Entenda o que acontece com o dinheiro durante instabilidades
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: não recebeu a restituição? Veja como consultar pelo e-CAC
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: não recebeu a restituição? Veja como consultar pelo e-CAC
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: não recebeu a restituição? Veja o que fazer primeiro
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: não recebeu a restituição? Veja o que fazer primeiro
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: conta inválida pode impedir o depósito?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: conta inválida pode impedir o depósito?
Imagem principal sobre o IPVA São Paulo 2026: qual placa tem o vencimento hoje (22)?
Logo E-Investidor
IPVA São Paulo 2026: qual placa tem o vencimento hoje (22)?
Últimas: Mercado
Ibovespa hoje: Raízen (RAIZ4) salta 5%; Santander (SANB11) tomba em dia negativo para bancos
Mercado
Ibovespa hoje: Raízen (RAIZ4) salta 5%; Santander (SANB11) tomba em dia negativo para bancos

Mercados acionários repercutiram tarifa global de 15% imposta por Donald Trump no fim de semana

23/02/2026 | 19h24 | Por Beatriz Rocha
Revés nas tarifas comerciais de Trump na Justiça reforça tese de dólar fraco e sustenta rali na Bolsa
Mercado
Revés nas tarifas comerciais de Trump na Justiça reforça tese de dólar fraco e sustenta rali na Bolsa

Decisão histórica limita poder unilateral do Executivo nos EUA, expõe risco fiscal bilionário e sustenta atração por ativos de risco, apesar de novo anúncio de Trump por taxação de 15%; veja o que dizem especialistas

23/02/2026 | 09h54 | Por Isabela Ortiz
Mercados globais começam a semana defensivos após EUA elevarem tarifas de importação
CONTEÚDO PATROCINADO

Mercados globais começam a semana defensivos após EUA elevarem tarifas de importação

Patrocinado por
Ágora Investimentos
Ibovespa hoje fecha em queda com desdobramentos da tarifa global de Trump e projeções do Focus
Mercado
Ibovespa hoje fecha em queda com desdobramentos da tarifa global de Trump e projeções do Focus

Relatório semanal do BC, índice de atividade nos EUA e política comercial de Trump entraram no radar após recorde na sexta (20)

23/02/2026 | 04h30 | Por Igor Markevich, Manuela Miniguini e Beatriz Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador